A imagem supra refere-se a uma notícia no jornal Público publicada na FaceBook, e vê-se imediatamente abaixo dois comentários: o primeiro é meu, e o segundo comentário é de um polícia da Al Gayeda em serviço no FaceBook.
A estratégia da Gaystapo é criação de um clima psicológico de medo generalizado que impeça a liberdade de expressão. Porém, e como podemos ver no comentário, o critério de acusação por crime de heresia [delito de opinião] é absolutamente discricionário e subjectivo, e remete para um novo tipo de Inquisição [a Ingaysição].
Adrian Smith
O critério gayzista é o de censura pidesca [de PIDE] de opinião a tudo o que parece ser discriminação, e não àquilo que é, de facto, discriminação. Qualquer opinião que pareça ser discriminatória, passa automaticamente a ser discriminatória. Este ambiente leva a um clima social de esquizofrenia paranóica que podemos exemplificar com o caso do cidadão inglês Adrian Smith.
Adrian Smith estava em sua casa e, por isso, no seu tempo privado, quando entrou no FaceBook e escreveu um comentário numa notícia lá publicada que anunciava a celebração de uniões-de-facto gay em igrejas inglesas. E o seu comentário foi apenas e só o seguinte: “an equality too far” [igualdade demasiada].
Em consequência desse seu comentário, a Gaystapo inglesa, em serviço no FaceBook, entrou em acção, descobriu a empresa onde Adrian Smith trabalhava, e a empresa despromoveu-o e fez-lhe um corte salarial de 40% — ou seja, um simples comentário que decorre da liberdade de expressão valeu-lhe um corte de salário de 40%.