11/30/2010

O Pinheiros/Mackenzie atropelou o Sollys/Osasco na primeira partida da semifinal do Campeonato Paulista feminino de vôlei.

Osasco devolve passeio contra Pinheiros e leva semi do Paulista para 3º jogo


Do UOL Esporte

Em São Paulo

Um dos destaques da vitória do Osasco, Natália (e) encara o bloqueio do Pinheiros no triunfo por 3 a 0

O Pinheiros/Mackenzie atropelou o Sollys/Osasco na primeira partida da semifinal do Campeonato Paulista feminino de vôlei. Mais vibrante, as atuais campeãs da Superliga devolveram o passeio na noite desta quarta-feira. Jogando em casa, as comandadas de Luizomar de Moura fizeram 3 a 0 (25-19, 25-15 e 25-20) e empataram a série melhor de três em 1 a 1.

As duas equipes voltam a se enfrentar no sábado, às 12h (horário de Brasília) para definir o finalista, com mando de quadra do Pinheiros. Na outra semifinal, o Vôlei Futuro venceu o BMG/São Bernardo por 3 a 1 fora de casa e está a uma vitória em Araçatuba da decisão.

A partida começou equilibrada e dava sinais de que não repetiria o roteiro de segunda-feira. Mas na metade do primeiro set, o Osasco assumiu o controle da parcial e chegou ao segundo tempo técnico com ampla vantagem (16-10). O técnico Paulo Coco decidiu, então, colocar a vice-campeã Fabíola no lugar da titular Karine para tentar mudar o jogo para o Pinheiros.

O time da capital reagiu, mas não o suficiente para salvar o set, finalizado em 25-19, em ataque de Jaqueline na entrada de rede. Com postura completamente diferente da primeira partida, o Osasco dominou as ações na segunda parcial desde o início. Paulo Coco mexeu de novo e o Pinheiros novamente esboçou uma reação, mas sofreu com o excessivo número de erros e com bom saque rival.

E o set mais fácil foi finalizado em 25-15 com ação que simbolizou a atuação do Pinheiros: erro de ataque. Além de jogar abaixo do esperado, as visitantes enfrentaram um Osasco inspirado. Depois de ser frequentemente parada no último jogo, a oposta Natália se destacou e conduziu o time laranja à vitória.
“São duas grandes equipes dos dois lados. As jogadoras e a comissão técnica encontraram o melhor ritmo e jogo. Elas entraram focadas. Estamos administrando adaptar e treinar as jogadoras que voltaram da seleção. Agora, a gente deu uma crescida emocionalmente muito grande. Mas vai ser um jogo difícil, pela rivalidade, tem tudo para ser maravilhoso”, disse o técnico Luizomar de Moura, do Osasco.

“Estes jogos apresentaram grande irregularidade. Hoje foi do nosso lado. O saque delas desestabilizou e não conseguimos jogar ofensivamente. A gente caiu na estratégia delas e não conseguiu sair. A gente sabia que seria equilibrado. Foi uma surpresa estes dois 3 a 0. Temos que ter tranquilidade para a próxima partida”, afirmou o técnico Paulo Coco, do Pinheiros.

Fonte: UOL

Associações de advogados evangélicos visitam o presidente nacional da OAB

Brasília, 24/11/2010 – O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, recebeu hoje (24) a visita de cortesia de dirigentes de entidades de advogados evangélicos, que, na ocasião, apresentaram a ele ideias para desenvolvimento em sua gestão. Estiveram na visita a Ophir representantes da Associação dos Advogados Evangélicos do Pará, Mário Freitas Junior; da Associação dos Advogados Evangélicos do Rio de Janeiro, Manoel Peixinho, e do Instituto dos Juristas Cristãos do Brasil, Alberto Ribeiro dos Santos e David Teixeira de Azevedo.

Fonte: Legis Brasil

Bolsa Dra. Ruth Cardoso tem nova chamada

Agência FAPESP – O Programa de Bolsa Dra. Ruth Cardoso abriu seleção de propostas para sua terceira edição. As inscrições podem ser feitas até o dia 17 de janeiro de 2011. A iniciativa oferece apoio à participação de professores e pesquisadores brasileiros das áreas de ciências humanas e sociais nas atividades da Universidade de Columbia, em Nova York, Estados Unidos.

O Programa é uma parceria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com a Universidade de Columbia e a Comissão para o Intercâmbio Educacional entre os Estados Unidos da América e o Brasil (Fulbright).

Entre os objetivos do programa estão destacar no meio universitário e de pesquisa dos Estados Unidos a atuação de cientistas brasileiros em instituições do país nas áreas de ciências humanas e sociais e promover a aproximação, o diálogo e aprofundamento no conhecimento mútuo das duas culturas e sociedades.

A bolsa honra a memória da professora Ruth Corrêa Leite Cardoso, ex-bolsista da Comissão Fulbright na Universidade Columbia em 1988 e personalidade de destacada atuação na cena acadêmica brasileira, em particular nas ciências humanas e sociais.

O programa prevê a concessão de uma bolsa por ano. A bolsa tem o valor mensal de US$ 5 mil e será concedida por um período de até nove meses. O selecionado também receberá auxílio instalação de US$ 2 mil, seguro- saúde, passagem aérea de ida e volta em classe econômica promocional e moradia no campus da Universidade Columbia, em Nova York, em apartamento de um dormitório ou equivalente.

O bolsista também terá acesso às instalações e serviços da Universidade Columbia – escritório, internet, laboratórios e bibliotecas – e demais meios necessários à efetiva consecução das atividades de docência ou de pesquisa.

Os candidatos deverão ter concluído doutorado antes de 2007, possuir nacionalidade brasileira e não ter nacionalidade norte-americana e estar credenciado como docente e orientador em programa de pós-graduação reconhecido pela Capes.

Deverão também, entre outros requisitos, dedicar-se em regime integral às atividades acadêmicas, que devem incluir a docência, orientação ou co-orientação de dissertações ou teses e/ou a participação em projetos de pesquisa em ciências humanas e sociais com ênfase nas áreas de antropologia, ciência política, sociologia e história do Brasil.

A inscrição deve ser feita pela internet, com o preenchimento em inglês do formulário de inscrição, um syllabus do curso proposto com no máximo dez páginas e três cartas de recomendação em inglês, além de um currículo atualizado em português (na Plataforma Lattes), um currículo resumido em inglês e o projeto de pesquisa a ser desenvolvido na Universidade de Columbia.

Mais informações: www.fapesp.br/ruthcardoso

Sobre o Recente Protesto Contra a Universidade Presbiteriana Mackenzie

Franklin Ferreira
Em protesto ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), publicado desde 2007 no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie contra o PL 122/2006 (conhecido como “lei anti-homofobia”), um grupo de ativistas organizou uma manifestação no dia 24 de novembro de 2010, por volta das 18h, em frente à universidade. Com previsão de mais de três mil participantes, o evento contou somente com cerca de 400, que se postaram diante dos portões da instituição, na Rua Itambé. Em seguida, o grupo deslocou-se do Mackenzie para a Avenida Paulista com um número já bastante reduzido, conforme anunciado por diversos veículos de comunicação como a Globo News, a Folha de São Paulo, a CET, o site da UOL e dezenas de outros sites informativos. Na universidade, as aulas transcorreram normalmente.

A oposição da IPB ao projeto de lei se baseia não só no senso comum e em análises jurídicas especializadas (que consideraram o projeto “inconstitucional”), mas sobretudo nos princípios cristãos que norteiam tanto a denominação quanto o Mackenzie. Não há novidade nisso: quando se matriculam na instituição, os alunos assinam o contrato de serviços educacionais, em que há uma cláusula explicando esse caráter confessional. Isso não significa perseguição a quem não subscreve essas bases cristãs, muito pelo contrário: não há registro na história da universidade de casos de discriminação de qualquer tipo, seja contra alunos homossexuais, seja contra alunos que professam outras religiões, ou nenhuma. Todos têm acesso aos mesmos benefícios, como bolsas de estudo.

No entanto, desde o momento em que a publicação do texto da IPB no site do Mackenzie foi “descoberta” pelos ativistas neste ano, a igreja, a universidade e a pessoa de seu Chanceler têm sido duramente atacados e acusados de “homofobia”. Filmados em vídeo, os manifestantes pediam a demissão do Chanceler, cuja foto foi estampada em diversos sites homossexuais acompanhada de palavras de ódio. A virulência que caracterizou essas expressões de indignação, mesmo antes da aprovação do projeto, confirma o quanto é perigoso que a sociedade se veja refém de uma minoria militante, que procura impor seus pontos de vista por meio de pressão e difamação, não admitindo que pessoas, igrejas e organizações cristãs simplesmente afirmem ser a conduta homossexual um pecado.

Para detalhar melhor sua postura bíblica — que se fundamenta no amor, não no separatismo, e prega o respeito a todos —, cristãos que partilham da mesma visão sobre o homossexualismo se uniram para elaborar o manifesto “Universidade Mackenzie: Em Defesa da Liberdade de Expressão Religiosa”. O texto foi reproduzido em cerca de oito mil sites cristãos e conservadores, recebendo mais de 36mil citações na internet. Traduzido para idiomas como alemão, espanhol, francês, holandês e inglês, foi postado em sites de diversos países estrangeiros, como Estados Unidos, França, Alemanha e Portugal. Centenas de manifestações de solidariedade à postura do Mackenzie foram veiculadas em diversos meios, inclusive no conhecido blog de Reinaldo Azevedo (articulista da revista Veja), um dos comentaristas políticos mais lidos e respeitados do país. Respondendo às acusações de “homofobia” com argumentos sólidos e bíblicos, os cristãos creem que sua postura contribuiu para que a manifestação de repúdio ao documento da IPB tenha recebido tão pouca adesão do público.

Nós, cristãos, estamos alegres e gratos por todo o apoio recebido e pelas orações do povo de Deus em favor da Universidade Presbiteriana Mackenzie e de seu Chanceler, o Rev. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Instamos o povo de Deus a que se una também em súplicas e intercessões para que o Deus todo-poderoso derrame seu Espírito Santo sobre a igreja evangélica neste país. Necessitamos com urgência de um avivamento, de forma que o Cristo crucificado seja exaltado, os crentes sejam santificados, a Escritura Sagrada seja pregada com liberdade, pecadores se convertam e nosso país seja transformado, para a glória do Deus trino da graça.

Este pronunciamento é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro. Para ampla divulgação

Fonte: BLOG FIEL

Papa pede a bispos do Brasil que defendam vida e união heterossexual

DA EFE

DE SÃO PAULO

O papa Bento 16 pediu nesta segunda-feira aos bispos do Brasil que defendam a vida humana em todos os seus períodos, o casamento entre homem e mulher, o direito dos pais de educar seus filhos e a liberdade religiosa.

Ele fez esses pedidos no discurso que dirigiu aos bispos da região Centro-Oeste, liderados pelo arcebispo de Brasília, dom João Braz, que estão no Vaticano em visita "ad limina apostolorum", uma obrigação de todos os bispos do mundo a cada cinco anos.

Bento 16 disse que os religiosos devem trabalhar juntos para defender a vida "desde o momento da concepção até a morte natural", a família e o casamento "entre um homem e uma mulher", o direito dos pais de educar seus filhos, a liberdade religiosa, a paz, a justiça social e os outros direitos humanos.

Além disso, disse que devem atuar de maneira conjunta em suas relações com as autoridades para promover e tutelar a fé e a moral, a tradução dos livros litúrgicos, a promoção e a formação das vocações e o compromisso ecumênico.

O papa ressaltou a importância da ação evangelizadora da Igreja Católica no mundo de hoje e disse que os cristãos têm que dar um renovado exemplo "na atual sociedade secularizada".

NA ELEIÇÃO

No dia 28 de outubro, o papa recebeu os bispos do Nordeste, também em visita "ad limina".

Na sua fala, Bento 16 condenou o aborto e clamou para que um grupo de bispos brasileiros orientasse politicamente fiéis católicos.

Em discurso feito em Roma, o papa reiterou a posição católica a respeito do aborto, condenando o uso de projetos políticos que defendam aberta ou veladamente sua descriminalização.

Próxima do segundo turno, a fala entrou no debate eleitoral.

A então candidata Dilma Rousseff (PT) afirmou que não via constrangimento na declaração do papa.

"Eu acho que é a posição do papa e tem que ser respeitada. Encaro que ele tem o direito de manifestar o que ele pensa. É a crença dele e ele está recomendando uma orientação", disse.

O candidato do PSDB José Serra disse que era bom o mundo ouvir a defesa da vida feita por intermédio do papa Bento 16, "um guia espiritual muito importante".

Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tentou minimizar a declaração. "Eu não vi nenhuma novidade na declaração do papa. Esse é o comportamento da Igreja Católica desde que ela existe", avaliou Lula.

Fonte: FOLHA

Um Roteiro Para os Calvinistas e Evangélicos "AMAR TODOS OS GAYS..." Os homossexuais precisam do nosso amor urgente!

Compartilhando o Evangelho no Bairro Gay - John Bell


Esta é a semana do Orgulho Gay em Toronto, e Tim¹ me pediu para escrever um post detalhando meus esforços evangelísticos na comunidade LGBT de Toronto (LGBT significa Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais). Eu apreciaria algum insight ou crítica útil que os leitores desse blog possam me oferecer, assim como suas orações.

Comecei esse ministério há dois anos, enquanto trabalhava como um interno em uma igreja do centro de Toronto. Fui informado que parte das minhas obrigações de estágio envolveria três horas de evangelismo toda semana em um café ou em um pub. Essas não eram boas notícias. Para ser honesto, eu acho esse tipo de evangelismo muito intimidador. Fazer “propaganda não-solicitada” não faz meu estilo; eu sou muito polido! Quando o pastor explicou o que ele esperava de mim, um cenário esquisito surgiu em minha mente: eu no Starbucks me aproximando de alguém que está lendo um livro e bebendo café. Eu me apresento e pergunto se posso me sentar e falar com essa pessoa. Naturalmente, ela quer saber o que pretendo, então eu imediatamente passo a falar de religião ou de Jesus, provavelmente soando como os Mórmons que apareceram semana passada em sua porta, enquanto ela jantava.

Pessoalmente (e Deus usa todas as formas de evangelização, não estou fazendo uma afirmação absoluta) eu acho esse tipo de tática abaixo do ideal. Eu não sei nada sobre essa pessoa, e ainda assim eu interrompi seu café da manhã para falar sobre o que eu quero discutir. Eu queria que meu evangelismo começasse de uma maneira melhor, mais natural; queria iniciar a discussão de uma forma que não fosse nem “rude”, nem baseada em um pretexto forçado (pedir sua opinião sobre espiritualidade, etc.). E mais: se pedi para sentar com aquela mulher, talvez ela pensasse que eu estava dando em cima dela. E, é claro, vivendo onde vivo, um homem talvez pensasse a mesma coisa. Melhor segurar logo o touro pelos chifres, pensei. Eu nunca tinha ido num café gay antes, mas eu pensei (corretamente) que alguns gays gostariam que um completo estranho se sentasse com eles e conversasse. E foi isso que decidi fazer.

O bairro gay de Toronto fica a apenas dez minutos andando de onde eu vivo. Na primeira vez que me aventurei lá, orei ao Senhor para que ele me mostrar aonde ir, o que fazer e o que dizer. Eu estava muito nervoso. Não tinha um plano. Estava certo de que veria todo tipo de coisas repulsivas, e que eu seria chutado do estabelecimento por disseminar ódio fundamentalista. Mas eu tinha de falar ao meu pastor que havia evangelizado por três horas naquela semana, então fui adiante.

O Senhor foi à minha frente. Eu parei no primeiro café que vi, um Timothy’s, no bairro Church and Alexander. Eu descobri mais tarde que esse é o café gay de toda a área da Grande Toronto. (Veja o artigo na Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Church_and_Wellesley). Sua clientela é composta majoritariamente por homens de meia idade. Comprei meu café e procurei um lugar para sentar. As mesas eram bem pequenas e os bancos ficavam bem próximos – perfeito para o evangelismo, embora eu tenha certeza de que essa não era a intenção original!

A comunidade gay de Toronto é bastante unida. Muitos daqueles homens se conhecem há muitos anos, e todo mundo se trata pelo primeiro nome. Alguns deles eram regulares naquele estabelecimento. Tornei-me amigo de quatro deles: A. – que tem uma severa paralisia cerebral, que o confina numa cadeira de rodas (o que não atrapalha sua vida sexual, entretanto; ele me contou que já teve centenas de parceiros); D. – uma drag queen infectada pelo vírus HIV, que foi molestada por um padre católico; J. – um funcionário público, vindo recentemente de Ottawa; e C. – que trabalha no departamento de crédito de um banco nacional. Esses homens me aceitaram como amigo e me apresentaram a outros gays, embora eles saibam que sou um cristão praticante, heterossexual e conservador, que não aprova seus estilos de vida.

Até o dia de hoje já falei com um bom número de gays – quase todos brancos e na meia-idade. Muitos deles saíram do armário depois de terem se casado e terem filhos. Por alguma razão, 85% deles vieram do contexto católico. Isto significa que muito do meu trabalho evangelístico já está fundamentado. Não há necessidade de explicar que a Bíblia tem dois testamentos, ou quem Moisés ou Abraão eram, ou convencê-los da historicidade da ressurreição; eles acreditam na maior parte disso. Descobri que é com a autoridade da Escritura que preciso me preocupar mais ao lidar com eles.

Quando conheço alguém pela primeira vez no café e me perguntam o que eu faço (o que é uma entrada natural para a apresentação do Evangelho), eles imaginam que eu devo ser um pastor batista liberal e gay, porque, afinal, o que eu estaria fazendo no café deles? (O primeiro homem com quem conversei tinha acabado de terminar com seu namorado, um pastor metodista). Começo perguntando algumas coisas. Eu os deixo falar pelos próximos 45 minutos. Pergunto sobre o emprego deles, seu contexto, a vida familiar, vida pessoal, no que acreditam, de maneira que eu possa obter um retrato da epistemologia e da cosmovisão deles. É desnecessário dizer, faço minhas perguntas de uma maneira educada, curiosa e relativamente simples, não de forma interrogativa ou formal. Homossexuais adoram conversar (pelo menos estes homens no café parecem gostar) e, em geral, as pessoas hoje gostam de discutir “espiritualidade”. Então, de maneira cuidadosa, eles inevitavelmente perguntam em que eu creio. Então lhes falo do Evangelho, começando de Gênesis 1, apresentando-lhes a narrativa e a cosmovisão bíblicas.

Tenho conseguido compartilhar o Evangelho com muitos homens nos últimos dois anos, mesmo que eu diga coisas altamente ofensivas para o estilo de vida gay – que é realmente a identidade deles. Baseio tudo que digo na autoridade da Palavra; isto é, deixo claro o que estou fazendo, que eu acredito que a Bíblia é autoritativa para todos os povos em todas as culturas e tempos, porque é a revelação autoritativa de Deus para os seres humanos. Eu insisto nisso enfaticamente. E os digo que a Bíblia me condena, e condena a todos. Ela me condena como um idólatra, alguém que é egoísta e pecador, que tem retirado Deus de sua posição e colocado a si mesmo na posição de “Dono do meu próprio nariz”. Fiz coisas em minha vida de que me envergonho, e frequentemente aquilo de que me envergonho a Bíblia diz ser meu “pecado” (tenho descoberto que aqueles homens podem entender muito bem o que é se envergonhar). Eu não foco em sua homossexualidade (que é o que eles esperariam de mim), mas sim no fato de que eles são pecadores.

Algo comum de acontecer é eles me pressionarem e perguntarem se a prática da homossexualidade é uma expressão particular de sua disposição pecaminosa, e eu não hesitarei em dizer a eles que sim. Quando perguntado, eu digo a eles que, pessoalmente, eu teria uma posição de “viva e deixe viver” em relação à vida sexual de todo mundo, mas que minha opinião não conta em nada se Deus, nosso Criador, declarou algo diferente. Eu digo a eles que sei que pareço muito intolerante e obtuso quando os digo que são pecadores e que seus estilos de vida não agradam a Deus. Quem sou eu para dizer a outro ser humano o que fazer com base em minha própria autoridade? Então, explico que não é por minha autoridade que eu digo essas coisas. Aceitem ou não, estou completamente convencido de que a Bíblia é a revelação de Deus. Estou depositando minha alma eterna nisso. Me condena, mas eu encontrei a salvação em Cristo. E condena você. E aqui estou eu para falar sobre a salvação que encontrei em Jesus, que acredito que você precisa, que a Bíblia diz que é necessário.

Ao apresentar o Evangelho desse jeito (que é da mesma maneira que apresento aos heterossexuais) ainda não vi ninguém irado comigo devido à minha perceptível intolerância – embora eu tenha certeza de que este dia está chegando! De fato, ser hetero e conservador tem funcionado em meu favor, porque eles veem que eu realmente devo me importar com eles, a ponto de entrar em um ambiente onde sou um peixe fora d’água, para contar uma mensagem que sei que eles considerarão ofensiva. E eu realmente me importo com eles. Muitos deles vêm de contextos onde eles criam em alguma coisa semelhante ao que eu creio sobre a autoridade da Palavra de Deus, vêm de uma perspectiva católica, porém desde então eles “seguiram adiante”. Talvez eu seja jovem e iludido na opinião deles, mas eu sou um cara agradável e eles percebem isso, porque veem que eu os amo, e muitas vezes eles dirão: “a esse respeito nós o ouviremos outra vez”. Eles gostam do fato de eu querer ser amigo deles, mesmo que não aprove suas crenças. Acredito que isso mostra integridade e respeito; eles respeitam isso e desejam corresponder.

Faço tudo isso porque amo a comunidade LGBT. Esta é uma comunidade composta por almas eternas individuais. Infelizmente, eles são uma cultura que quase não tem contato com o cristianismo bíblico de qualquer vertente. Quantas drag queens podem contar com um cristão verdadeiro entre seus amigos? Muitas poucas, para nossa vergonha.

Eu sou o pastor de uma igreja nova no centro de Toronto e é minha oração sincera que Deus use nosso povo para impactar essa comunidade espiritualmente carente. Oro pelo dia em que travestis possam entrar pelas portas de nossa igreja e serem recebidos com sorrisos genuinamente amáveis e com amor cristão. Mas antes que esse dia possa acontecer, eles precisarão de um amigo cristão, em quem eles tenham aprendido a confiar; uma pessoa que nunca os convidaria para um lugar onde eles seriam atacados ou envergonhados publicamente; um lugar onde todos estão no mesmo nível, diante da cruz de Cristo, porque todos são pecadores; um lugar onde nenhum pecado de qualquer pessoa seja considerado mais repugnante que o pecado de outra; um lugar onde todos os pecadores possam se sentar debaixo da pregação pura da sagrada Escritura e escutar sobre o único Salvador do mundo e da salvação somente em seu nome.

Eu oro para que sejamos mais cuidadosos nisso; que enquanto a soberana graça de Deus trabalha através de suas fiéis testemunhas, a igreja, nós vejamos mais homens e mulheres homossexuais virem a Cristo.

¹ John Bell é pastor da New City Baptist Church, em Toronto. Ele estuda teologia no Seminário Batista de Toronto, e foi convidado pelo blogueiro Tim Challies para escrever sobre sua experiência com a evangelização de homossexuais.

Por John Bell. © New City Baptist Church. Website: newcitybaptist.ca

Tradução: Iprodigo

Via: Voltemos ao Evangelho

Diocese de Taubaté quer emenda antiaborto em Constituição paulista (Nós evangélicos da OPUS REFORMATA - http://opusreformata.blogspot.com - apoiamos esta iniciativa católica antiaborto em São Paulo e Brasil!)

FÁBIO AMATO

DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP)

A diocese de Taubaté (130 km de São Paulo) começou no último final de semana a recolher assinaturas de fiéis em apoio a um projeto de emenda à Constituição paulista que pretende eliminar o risco de o aborto ser legalizado no Estado.

O objetivo é coletar nos próximos meses pelo menos 300 mil assinaturas, o que equivale a 1% do eleitorado paulista. A medida é necessária para que o projeto de iniciativa popular seja levado à votação na Assembleia Legislativa.

A ideia do abaixo-assinado surgiu após a vitória de Dilma Rousseff nas eleições, disse o coordenador da campanha na diocese, Hermes Rodrigues Nery. Ela é comandada pelo bispo de Taubaté, dom Carmo João Rhoden.

No entendimento de Nery, o governo petista já deixou clara a sua disposição em legalizar a prática do aborto no país e deve levar a medida adiante no próximo governo, no qual contará com maioria dos votos no Congresso.

"Como o governo vai ter maioria no Congresso, vai ser muito difícil aprovar uma PEC [proposta de emenda constitucional] em favor da vida. Pensamos então em um recurso e decidimos propor uma mudança da legislação em São Paulo", disse Nery.

Diferentemente da Constituição Federal, a Carta paulista permite que sejam feitas emendas por meio de projetos de iniciativa popular.

O projeto patrocinado pela diocese, e apoiado por bispos da região, propõe duas modificações na Constituição Estadual. A primeira delas visa "assegurar o direito à vida como primeiro e principal de todos os direitos humanos".

A segunda determina que é responsabilidade do Estado garantir "a inviolabilidade da vida humana desde a concepção até a morte natural".

Segundo o advogado Walter Ceneviva, o projeto da diocese esbarra na própria Constituição federal, que já permite o aborto em casos de estupro e risco à vida da mãe.

Ceneviva aponta ainda que, mesmo se o projeto for aprovado, a Carta paulista não poderia se sobrepor à federal caso o Congresso venha a legalizar a prática do aborto em outros casos.

Fonte: FOLHA

11/28/2010

Bispo Manoel Ferreria da Assembleia de Deus de Madureira não faça esta vergonhosa aliança com o Rev. Moon. Os crentes fiéis, piedosos, santos e verdadeiros da Assembleia de Deus não merecem esta trição!

Campanha Nacional de Orientação Sobre Câncer Anal

São tumores que ocorrem no canal e bordas externas do ânus. Os tumores no canal do ânus são mais frequentes entre as mulheres. Os que surgem nas bordas do ânus são mais comuns no homem. Os tumores malignos surgem em tipos diferentes de tecidos, sendo o carcinoma epidermoide responsável por 85% dos casos. O câncer anal é raro e representa de 1 a 2% de todos os tumores do cólon e de 2 a 4% de todos os tipos de câncer que acometem o intestino grosso.

Sintomas

O grupo mais predisposto a ter esse tipo de câncer são pessoas com mais de 50 anos, fumantes, com história de fístula anal, infectados pelo HPV e com feridas no ânus. Alterações de hábitos intestinais e presença de sangue nas fezes são razões para consultar o médico. O sintoma mais comum é o sangramento anal vivo durante a evacuação, associado à dor na região do ânus. Outros sinais de alerta são coceira, ardor, secreções incomuns, feridas na região anal e incontinência fecal (impossibilidade para controlar a saída das fezes).

Detecção precoce

O câncer anal possui grande possibilidade de cura quando detectado em estágio inicial. Sempre que houver sintomas como dor, prurido e sangramento anal, principalmente em pessoas com fatores de risco para esse tipo de câncer, o médico deve ser consultado. São considerados eficazes na detecção desses tumores procedimentos que examinem o ânus e o reto (toque retal, anuscopia e proctoscopia).

Estimativa de novos casos: 539 em homens e 1.078 em mulheres (2009)

Fonte: INCA

Professor francês é suspenso por mostrar vídeo de abortos para alunos do ensino colegial

Matthew Hoffman
MANOSQUE, França, 24 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um professor francês do ensino colegial na região sul de Alpes-de-Haute-Provence foi suspenso de dar aulas por mostrar para seus alunos um vídeo que inclui sequências filmadas de abortos reais de último trimestre realizados numa clínica da Espanha.

Conforme as reportagens, o professor, que dava aulas de educação cívica na Escola Secundária Iscles na cidade de Manosque, seguiu a apresentação do vídeo com um folheto distribuído aos estudantes que denuncia a Lei Veil da França. Essa lei legalizou o aborto em 1975. Ele também realizou um debate depois da exibição.

O vídeo era aparentemente uma versão com subtítulos em francês de uma matéria jornalística feita por um repórter disfarçado para a rede de televisão espanhola Intereconomia. O repórter entrou numa clínica de aborto disfarçado de médico, e filmou o que viu. A filmagem inclui abortos de último trimestre de bebês por volta das 20 semanas de gestação, que são depois jogados no lixo.

Em entrevistas à imprensa francesa, os estudantes descreveram o vídeo como “revoltante” e o compararam a um filme de terror. A reportagem mencionou que um aluno teve de sair da sala de aula a fim de vomitar.

Muitos pais, irados com a decisão de mostrar o vídeo para seus filhos, conjuntamente exigiram um fim nas aulas e uma investigação em 17 de novembro. O professor, que permanece em anonimato nas reportagens da imprensa, foi suspenso por quatro meses enquanto a administração da escola investiga o caso.

A jornalista pró-vida francesa Jeanne Smits, escrevendo no serviço noticioso católico Chretiente.info, diz que embora o professor tenha agido de forma imprudente, isso não muda a “falsidade do objetivo da ‘neutralidade’ declarada pelos superiores do jovem professor”.

“Mostrar os fatos [acerca do aborto] entra perfeitamente na área da neutralidade, ou melhor dito, da objetividade, e se esses fatos são inquietantes é porque há uma ruptura na conexão dessa objetividade por parte daqueles que apoiam o ‘direito ao aborto’”, acrescenta Smits.

A parte de 10 minutos do vídeo pode ser vista aqui. * Aviso: quase no fim desse vídeo mostra-se um aborto explícito de último trimestre.

Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/french-teacher-suspended-for-showing-video-of-abortions-to-high-school-stud

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Parlamento da UE vota para impor “casamento” de mesmo sexo em todos os países membros

Hilary White
ROMA, Itália, 24 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Quase que simultaneamente, o Parlamento Europeu anunciou sua intenção de “fortalecer a família” para lidar com a vertiginosa queda demográfica que está vindo para a Europa, e impor o “casamento gay” ou parcerias civis homossexuais em todos os países membros a União Europeia.

O Parlamento da UE votou ontem a favor de um relatório que tem a intenção de forçar todos os 27 países a reconhecerem mutuamente e defenderem legalmente os “efeitos de documentos de estado civil” de outro país da UE, que imporá a exigência do reconhecimento do “casamento” homossexual, parcerias civis ou arranjos semelhantes.

A organização pró-família Vigilância da Dignidade Europeia (European Dignity Watch [EDW]) diz que o relatório, “além das exigências razoáveis” que faz, “poderia implicar” num reconhecimento em toda a UE de casamento de mesmo sexo “mediante meios sorrateiros e gravemente passando por cima do princípio da subsidiariedade”*.

De acordo com a Vigilância da Dignidade, a Seção 40 do relatório “poderia significar que os países membros serão forçados indiretamente a reconhecer uniões de mesmo sexo como iguais ao casamento mesmo que tal reconhecimento não exista no sistema legal do respectivo país”.

A consequência, disse a organização, “seria incontrolável ‘turismo de casamento’ para países que reconhecem o ‘casamento’ de mesmo sexo” como Bélgica, Espanha, Portugal e Suécia, “ou até ‘casamentos’ polígamos… que já são reconhecidos na Holanda”.

Uma das questões legais úteis que está provocando discórdia para os grupos homossexuais de pressão política dentro da UE é a questão da “harmonização que cruza fronteiras”, um conceito de que os países membros precisam reconhecer as leis, inclusive leis com relação à condição conjugal dos cidadãos, em todos os 27 países. Isso, junto com a liberdade legal de todos os cidadãos da UE de viverem em qualquer país da UE que escolherem, é a base de argumentos feitos pelas influentes organizações homossexuais como a Associação Internacional de Gays e Lésbicas (cuja sigla em inglês é ILGA).

VDE diz: “Se o relatório for aprovado em sua forma de rascunho agora, violará gravemente o princípio da subsidiariedade*, um dos principais princípios da fundação da UE. Há um risco óbvio de minar a soberania dos países membros no direito de família e especificamente a definição de casamento em seu próprio país por meio da mudança da definição de casamento transformando-o de direito de família — que é uma competência exclusiva dos países membros — para direito processual”.

A Seção 40 menciona o direito de os cidadãos à “livre circulação” nos países da UE e “fortemente apoia planos para possibilitar o reconhecimento mutuo dos efeitos dos documentos de condição civil”. A seção pede “iniciativas adicionais para reduzir as barreiras para os cidadãos que exercem seus direitos de livre circulação, particularmente com relação ao acesso aos benefícios sociais aos quais eles têm direito de votar nas eleições municipais”.

Os grupos homossexuais de pressão política têm em várias jurisdições ao redor do mundo adotado com êxito a tática de manipular os tribunais para estabelecer o “casamento gay” ou parcerias civis legais. Em vários casos, os ativistas homossexuais “se casaram” num país com o único propósito de forçar os tribunais, e mais tarde as assembleias legislativas, de outro país a reconhecer a “união” deles.

A ILGA recomenda esse método para seus membros, dizendo que o relatório pode ser “usado para propósitos de pressão política e legal” para “exercer pressão em seus governos para exigir que os casamentos domésticos sejam reconhecidos em toda a UE”.

Ao mesmo tempo em que está tentando impor em toda a UE a dissolução do casamento natural e procriativo, a UE está começando a reconhecer a ameaça do iminente colapso demográfico devido a seus baixos índices de fertilidade.

Em 11 de novembro, o Parlamento da UE votou para apoiar um relatório elaborado pelo parlamentar alemão Thomas Mann sobre o “desafio e solidariedade demográficos entre as gerações”.

O relatório frisa a importância da família natural e o papel dos pais para o bem-estar econômico da sociedade em tempos de mudança demográfica.

O relatório também pede uma “mudança de mentalidade” para com os idosos, que, diz ele, não devem ser considerados como um peso sobre a sociedade, mas em vez disso como um recurso de estabilidade. Pede o reconhecimento das igrejas e organizações sem fins lucrativos que contribuem para o “desenvolvimento social da sociedade”.

O relatório citou várias razões para o “inverno demográfico” da Europa, inclusive o adiamento dos adultos para se casarem e formarem famílias à luz de um “mercado de trabalho cada vez mais inseguro”.

O relatório prediz uma mudança demográfica em que haverá um aumento de 4 a 11 por cento de pessoas idosas e uma diminuição de 100 a 66 milhões em 2050 de pessoas jovens com menos de 15 anos de idade.

* Nota do tradutor: O princípio de que um governo central tem função subsidiária, realizando apenas aquelas tarefas que não podem ser realizadas num nível mais local.

Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/eu-parliament-votes-to-force-same-sex-marriage-on-all-member-states

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11/27/2010

Discordo de alguns pontos do Pastor Silas Malafaia, mas, não podemos negar o seu exemplo de combate contra o aborto (assassinato de crianças não nascidas) e a perversão e a institucionalização da sodomia através da PL 122.



Quanto custa a cabeça de um presidente de Supremo Concílio de uma denominação evangélica? E quanto custa a de um Chanceler de Universidade?

Muito embora eu ainda não tenha escrito nada até agora sobre a recente polêmica envolvendo a Universidade Presbiteriana Mackenzie (na pessoa do seu chanceler, o Rev. Dr. Augustus Nicodemus Lopes) e os ativistas anti-“homofóbicos” por conta de um manifesto que a referida instituição publicou em seu site (em 2007!) contra o Projeto de Lei que pretende criminalizar a já famigerada homofobia, tenho dado alguns palpites avulsos por aí. E um deles foi recentemente, em meu Google Buzz (ferramenta parecida com o Twitter), onde postei a seguinte frase, por ocasião do manifesto que cerca de quinhentos ativistas anti-“homofóbicos” fizeram em frente à Mackenzie na última quarta-feira dia 24/11/10:

Os manifestantes querem a cabeça do Rev. Augustus Nicodemus a todo custo. E aí, diretoria, vai dar uma de Herodes?

A comparação com Herodes* foi meio forçada e teve a intenção de justamente provocar à reflexão a quem a carapuça servisse – seja à diretoria da Mackenzie, à liderança da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) ou aos evangélicos de modo geral. Mas devo, aqui, dizer que foi uma comparação não apenas forçada, mas injusta. E demais, eu diria. O responsável por me trazer esse “pesar” foi o André Venâncio, blogueiro do Retratos por Escrito. Abaixo, o comentário imediato dele lá no Buzz:

Até onde sei, a cabeça do pr. Augustus está mais grudada no pescoço do que jamais esteve antes da reunião do Supremo Concílio. Ou há algo pós-reunião que eu não estou sabendo?

Minha resposta foi:

André,

Só cutuquei mesmo. Também não sei de nada, mas sei que os manifestantes querem a cabeça do Augustus. Acho que a Mackenzie, ou até mesmo a IPB, deveriam nos tranquilizar emitindo nem que seja uma notinha de imprensa, não achas? Mas até agora não se pronunciaram, pelo menos até onde sei...

Na realidade, como já sabemos, foi o Rev. Roberto Brasileiro quem escreveu aquele manifesto lá, não o Augustus (veja aqui: http://www.ipb.org.br/noticias/noticia_inteligente.php3?id=808 ). Mas, como presidente de Supremo Concílio da IPB não tem o mesmo status quo de um Chanceler de uma das mais tradicionais universidades brasileiras, digo igual aos "canibais de cabeça" da música Metrô Linha 743, do Raul Seixas: "eu avalio o preço me baseando no nível mental que você anda por aí usando. Aí eu lhe digo o preço que sua cabeça agora está custando" (hehe!). Sendo assim, quanto custa a cabeça de um presidente de Supremo Concílio? E quanto custa a de um Chanceler de universidade? Minha bronca toda é essa. E nem a IPB nem a Mackenzie passam pra dar sequer um "oi". Essa é minha outra bronca.

Vamos por partes. Primeiro, quanto a essa tal reunião. Depois, quanto ao título desta postagem.

Segundo informações do André, ainda via Buzz, houve uma reunião, nesta semana, em que a IPB deu pleno apoio ao Augustus. Não só como presbiteriano, mas acima de tudo como cristão, fiquei muito feliz e tranquilizado com isso, mas só em parte. Por que? Porque ainda não houve uma resolução pública dessa reunião. Mas já que faz tão pouco tempo que ela ocorreu, vamos esperar para ver se vai haver publicação disso. Do contrário, ficarei muito decepcionado (o que não invalidará a injustiça que cometi com a comparação a Herodes, lógico!).

E quanto ao título desta postagem (somente para justificá-lo e dar mais algumas alfinetadas), é aquilo lá mesmo que comentei (logo acima) com o André. Para efeito de repercussão, a cabeça do Presidente do Supremo Concílio da IPB não vale nada, uma vez que é exatamente nessas horas (estranho, não?) que as pessoas batem no peito e dizem que “vivemos num Estado laico”. Elas dizem: “É só um líder de uma das trocentas denominações evangélicas que existem por aí. Não vale a pena queimar munição num cara desses”. Mas em se tratando de um chanceler de uma tradicional instituição de ensino, quanto vale sua cabeça? E ninguém está dando a mínima se a crítica ao texto que gerou toda a polêmica é burra – só querem ver o circo pegar fogo mesmo. É bem mais confortável colocar uma nação inteira contra uma instituição de ensino (daí estão pouco se lixando se ela é confessional ou não) do que contra um grupo de idiotas religiosos, não é mesmo? A isto tudo eu chamaria de “terrorismo ideológico”, sem nenhuma ressalva! Ou será que estou exagerando?!

Espero que tanto a Mackenzie quanto a IPB se manifestem logo, para a tranquilização dos justos e frustração dos ímpios. E que toda essa tribulação prove o ponto de Jesus em Mateus 5.11,12: “Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós”. Que Deus continue fortalecendo a sua Igreja!

Soli Deo Gloria!

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*Todos conhecem a história envolvendo Herodes e João Batista. João Batista foi metido no cárcere por Herodes quando disse a este que sua situação conjugal era ilícita, já que sua esposa era também esposa de seu irmão Filipe, que ainda vivia. João estava simplesmente pregando o que a Escritura prescrevia (Lv 18.16,20). Herodes temia matá-lo por conta da fama que João tinha de profeta, mas encontrou em sua mulher, Herodias, o mais perfeito capataz. Foi bem simples: a filha dela dançou, Herodes gostou e disse “pede-me o que quiseres e eu te darei”, a moça consultou sua mãe, que por sua vez pediu a cabeça de João Batista num prato, e Herodes concedeu-a (Mc 6.14-29). Interessantemente, o assunto envolvia a sexualidade.

Fonte: Sociedade Calvinista

*

Homofobia - a violência contra gays no Brasil



Um morto na rua. A polícia cumpriu o seu dever de fazer suas averiguações do crime e comunica o caso ao delegado, que pergunta: “A vítima era gay?”

Quando a resposta é negativa, o delegado diz: “Joguem então esse caso nas estatísticas dos mais de 50 mil brasileiros assassinados todos os anos”.

Não é que a polícia seja amante da impunidade. Com dezenas de milhares de assassinatos ocorrendo, fica difícil para poucos policiais mal pagos e mal treinados resolverem tantos crimes. Tudo o que lhes resta é cuidar dos casos que recebem holofotes.

Em 2007, o menino Gabriel Kuhn, de 12 anos, foi estuprado e esquartejado ainda vivo, morrendo de hemorragia depois que suas duas pernas foram arrancadas a golpes de serra, mas o caso nunca ganhou fama na grande imprensa. Um crime comum — estupro, esquartejamento e assassinato de um menino — não atrai tanto a atenção da mídia quanto o caso de um gay que sofre uma agressão.

A moda é, por causa da pressão do movimento homolátrico, tirar da nuvem negra do descaso somente incidentes onde homossexuais sofrem arranhões, agressões e assassinatos — ou até mesmo, como muitas vezes ocorre, aqueles que simplesmente se sentiram ofendidos. O PLC 122/06, por exemplo, pune o autor de uma simples “ofensa” contra a prática homossexual com uma pena tão pesada quanto leva um estuprador de crianças.

Na classificação dos crimes, a prática homossexual dá a uma vítima o direito de não ser tratada com a mesma indiferença com que são tratadas todas as outras vítimas.

A impunidade que afeta crimes contra bebês, meninos, meninas, rapazes, moças, homens e mulheres está perdendo sua força quando a vítima é viciada naqueles impudicos atos privilegiados, pois legisladores, jornalistas e grupos de direitos humanos colocaram os praticantes do homossexualismo na categoria de indivíduos que merecem atenção VIP.

Se você é homossexual, há agora as delegacias especializadas de “direitos humanos”, onde você terá atendimento personalizado. Há o disque-denúncia gay, para você usar e abusar, denunciando como “homofóbico” até o cão do vizinho que incomoda com seus incessantes latidos. Se você não é gay, você terá de se juntar ao povão e entrar na fila do atendimento público. Afinal, o perfil dos gays é economicamente mais elevado e essa classe endinheirada não pode se misturar com as pessoas comuns. Uma mistura só ocorre quando o gay ricão vai atrás de um rapaz ou menino pobretão para oferecer presentes em troca “daquilo”.

Contudo, os homossexuais não são os alvos preferenciais de assassinatos. Se fossem, haveria dezenas de milhares deles perdendo a vida todos os anos. Quem está perdendo a vida aos milhares são os brasileiros comuns que, de 1980 a 2005, sofreram o astronômico e assombroso número de aproximadamente 800 mil assassinatos. Então você pergunta: “Mas como é que nunca ouvi falar disso?” Simples: eles não eram gays.

Nesse mesmo período de 25 anos, 2.511 homossexuais foram assassinados, de acordo com informações do próprio Grupo Gay da Bahia, fundado por Luiz Mott. Esse pequeno número pode incluir também episódios onde a causa do crime é a paixão irracional de um amante da vítima. Além disso, é supervalorizada e supermaquiada a morte de homossexuais que frequentam, às 2h da madrugada, ambientes de drogas, prostituição e criminalidade.

Embora as vítimas homossexuais não cheguem nem a 1% dos 800 mil brasileiros assassinados, elas se tornaram a estrela principal do “show”. É como se os homossexuais é que somassem 800 mil vítimas, e todos os outros brasileiros não passassem de 2 mil assassinados.

Por ano, são assassinados 122 homossexuais, ou 1 a cada três dias, conforme alegação do sr. Luiz Mott. Em contraste marcante, por ano são assassinados 50 mil brasileiros, 414 a cada três dias, ou 138 por dia. Isso significa que o número de brasileiros mortos por dia é maior do que o número total de homossexuais mortos por ano, indicando, nas palavrasde Solano Portela, que “a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay”.

A maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, conforme Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, que declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)

Não se sabe o motivo por que travestis e outros homossexuais, que escolhem ambientes de criminalidade e prostituição, não sofrem uma proporção muito maior de assassinatos. Será que a bandidagem agora tem também medo de ser acusada de “homofóbica”?

Certas atitudes do homossexual perturbado (por homossexual queremos dizer o homem que dá ou recebe o pênis no ânus) passaram a fazer parte integral da propaganda que trata como “homocausto” (holocausto de homossexuais) os 122 homossexuais assassinados todos os anos no Brasil. Esse homocausto na verdade soma uma proporção baixíssima que entra em choque com o quadro imenso de todos os outros brasileiros assassinados. Mas a realidade maior é vencida pela realidade pequena à custa daquelas atitudes típicas de gay espalhafatoso, como mentiras, intrigas, estardalhaços e fofocas, sofisticamente mascarados em linguagem de propaganda.

Com a pressão e opressão da Gaystapo na mídia, que chance tem a vasta maioria das vítimas (que são tratadas como cidadãos de quinta categoria) diante das “vítimas de primeira classe”?

A agenda da homolatrina joga a verdade no chão e exalta a homolatria acima de toda e qualquer estatística e realidade social, ganhando no puro estardalhaço.

No entanto, se os homossexuais são realmente 10% da população brasileira, conforme alegam os grupos gays do Brasil, onde estão então os 80 mil homossexuais mortos no período de 25 anos? Se eles são apenas 5%, então onde estão os 40 mil homossexuais mortos? Se eles são apenas 1%, onde estão os 8 mil mortos?

Com todos os holofotes da mídia no pequeno número de vítimas homossexuais, a impunidade só tende a aumentar para todos os brasileiros, pois mais atenção e policiamento para homossexuais significa menos atenção e policiamento para todos os cidadãos.

Os crimes agora só ficarão protegidos de impunidade conforme a homolatria da vítima. O agredido é gay? O culpado será condenado e preso, sem chance de escapar. A vítima não é gay? Então a polícia está ocupada demais para investigar, dando ao culpado a chance de suspirar de alívio. É a ideologização e idiotização do sistema de punição. É a homolatria privilegiando quem presta culto ao ânus.

Quer que um caso de agressão ou assassinato em sua localidade receba atenção da imprensa, dos políticos e da polícia? Numa sociedade mergulhada na homolatrina, só lhe resta alegar que a vítima é gay. No incidente do menino Gabriel Kuhn, que foi estuprado e esquartejado, o caso dele seria lembrado regularmente em todos os canais de TV e no próprio Congresso Nacional — se o esquartejador não fosse homossexual. E há milhares de outros casos de meninos estuprados que não viram notícia na tela da TV Globo ou da TV Record, porque o estuprador é homossexual.

Quando a vítima é homossexual, holofotes. A “causa” do crime é a “homofobia” e ponto final. Cada caso de “homofobia” se torna motivo para campanhas espalhafatosas em favor de leis para proteger depravados de primeira categoria como se fossem vítimas de primeira classe.

Quando o criminoso é homossexual, manipulação, falsificação e ocultamento, protegendo a prática homossexual de toda desonra. A “causa” do crime é um mistério! A culpa é jogada em tudo e em todos, menos na chamada “orientação sexual”.

A agenda da homolatrina garante atenção VIP para vítimas homossexuais e impunidade para homossexuais que cometem insanidades. Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual brasileiro, é acusado de defender a pedofilia, enquanto o homossexual Denílson Lopes, professor universitário, tem descaradamente defendido o sexo com crianças. Além disso, um filme brasileiro promoveu abertamente o sexo homossexual entre meninos. Em cada um desses casos, as autoridades jamais tomaram qualquer medida. Contudo, se um pastor ou padre dissesse apenas 10% do que Mott e Lopes disseram sobre sexo com crianças, já estariam — e com muita justiça — presos e completamente desmoralizados com denúncias jornalísticas desde a revista Veja até a Rede Globo.

Na violência generalizada que assola a todos no Brasil, a homolatria agora faz toda a diferença na hora de decidir quais vítimas recebem tratamento de estrela de cinema e quais perpetradores obtêm impunidade.

Fonte - Julio Severo - http://www.juliosevero.com/ e Sociedade Calvinista

O Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil (Proprietária da Universidade Presbiteriana Mackenzie e quase 100 escolas no Brasil do pré a universidade) apoia o Rev. Dr. Augutus Nicodemus e a confessionalidade cristã, reformada e calvinista da Universidade Presbiteriana Mackenzie

O SC-E/IPB - 2010 RESOLVE:

v - Pontua-se que o manifesto quanto à PL 122/2006, publicado no site do Mackenzie desde 2007, e mantido até a presente data integralmente, na página da IPB, expressa a posição bíblico-teológica da IPB. Ademais, lamenta que um princípio constitucional da Carta Magna de 1988, que garante a liberdade de consciência e de crença seja afrontado. Reiterar apoio ao chanceler da Universidade Mackenzie.
3.Louvar ao Senhor pelo crescimento do Instituto Presbiteriano Mackenzie, por seu corpo de Direção, colaboradores e alunos, rogando a Deus para que o Mackenzie seja cada vez mais um forte testemunho dos valores e princípios cristãos reformados no meio da sociedade brasileira.

Fonte: IPB e Sociedade Calvinista

*
Esperamos que o exemplo da Universidade Calvinista e Evangélica como o Mackenzie possa ser modelo para a Faculdade Batista de São Paulo, Universidade Metodista, Faculdades e Universidades Católicas como todas as escolas, faculdades e universidades cristãs, evangélicas e católicas em todo o Brasil, fortalecendo e firme nos princípios e valores cristãos no combate ao aborto (assassinato de crianças não nascidas e a liberdade religiosa de chamar homossexualismo/homossexualidade de pecado e que Deus transforma e regenera e santifica qualquer pecador em um santo para a Glória de Deus. (Nota do editor do Blog)

EM QUE CONSISTE O HOMOSSEXUALISMO? (Somos politicamente incorreto!)

Estive num debate sobre “Diversidade e Cidadania” numa escola de ensino médio de minha cidade. Fui como convidado e quase não me deram oportunidade de dizer alguma coisa, a não ser pelas perguntas direcionadas e preconceituosas que me faziam.
No decorrer do debate as discussões foram acontecendo do modo como iniciou, até que um dos debatedores entrou num assunto que não deveria ter entrado, ele começou a falar da Bíblia como se o livro sagrado fosse à favor das práticas homessexuais. Cometeu blasfêmia ao dizer que o relacionamento entre o rei Davi e Jônatas era homossexual e que Jesus e João também mantinham um relacionamento assim.

Não pude ficar calado esperando a minha vez de falar e interrompi o blasfemo que estava falando, perguntando a todos: Em que consiste o homossexualismo?

O blasfemo homossexual que estava falando respondeu que consistia em que uma pessoa ama outra pessoa do mesmo sexo.

Eu disse,

- Não! Eu amo pessoas do mesmo sexo e não sou homossexual.

Não falo somente de pais e irmãos, primos e parentes, mas falo também de amigos, de companheiros de caminhada. Sim, amamos pessoas do mesmo sexo e não somos homossexuais, amamos em Cristo os homossexuais e não somos homossexuais.

Homossexualismo consiste em manter-se relações sexuais com pessoas do mesmo sexo, sendo que o homossexual masculino só pode fazê-lo de duas maneiras perversas, anal e oral e a homossexual feminina só pode fazer de uma maneira perversa, sexo oral. Isto é ser homossexual, nisto consiste o homossexualismo, na prática dessas perversões sexuais.

Dizer-se que ser homossexual significa amar pessoas do mesmo sexo é uma tentativa perversa de enganar os incautos com palavras bonitas como amor e tolerância, quando na verdade a prática homossexual é perversão, é a exacerbação das coisas boas e bonitas que Deus criou para o bem estar humano. Homossexualismo é pecado, é resultado do pacado, da queda do homem e somente o poder do sangue derramado de Jesus Cristo pode libertar o praticante do homossexualismo, perdoar os seus pecados e garantir-lhe a salvação.

Fonte: Sociedade Calvinista

A Base Filosófica da Revolução Sexual

"Quando a existência de Deus não é mais um fato, mas uma crença subjetiva (e bastante controversa por sinal), a autoridade moral de Deus desaparece. Não é coincidência, portanto, que uma mudança drástica na natureza do casamento se seguisse imediatamente à mudança na filosofia dominante. As restrições legais ao divórcio e o estigma social se evaporaram praticamente do dia para a noite. O casamento deixou de ser uma aliança que envolve Deus e a comunidade, tanto quanto o marido e a mulher. Tornou-se um contrato comum que pode ser dissolvido à vontade por qualquer uma das partes. O que antes era considerado algo ilegítimo, como uma mulher ter um filho sem ser casada, tornou-se respeitável, e até mesmo a tradicional família com pai e mãe começou a parecer uma coisa ridícula, uma tentativa patética de simular esses seriados cômicos da TV que mostram uma família de sonho que nunca existiu na realidade.

Com a revolução do divórcio veio a revolução sexual, já que a morte de Deus e a disponibilidade de contraceptivos pareciam fazer da castidade uma coisa obsoleta. Seguindo na rasteira da revolução sexual, veio a revolução feminista, com uma ala radical que explicitamente rejeitava a família tradicional, tida antes como a coluna da sociedade. O feminismo exigiu o direito irrestrito ao aborto, e a Suprema Corte prontamente o incluiu na Constituição e o impôs à nação relutante. A liberação homossexual veio em seguida. Os ativistas homossexuais rapidamente ganharam a condição de 'vítimas' e o consequente apoio da mídia para suas causas. A Suprema Corte outra vez alinhou-se complacentemente com a tendência cultural e consegui encontrar na Constituição um princípio de que leis baseada em hostilidade em relação ao homossexualismo são inconstitucionais. A inversão moral e legal não podiam mais ser contidas, uma vez que uma mudança fundamental havia sido feita na filosofia religiosa oficial."

Fonte: Phillip E. Johnson, Como derrotar o evolucionismo com mentes abertas, pg. 114,115.
Via: [ UMPCGYN ] e Sociedade Calvinista



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Sodomitas e Efeminados ofendem e ameaçam reitor de universidade cristã

João 15:18-20 Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim. Se fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; mas, porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia. Lembrai-vos da palavra que eu vos disse: Não é o servo maior do que o seu senhor. Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós; se guardaram a minha palavra, guardarão também a vossa.

Mateus 5:10-12 Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguiram e, mentindo, disserem todo mal contra vós por minha causa. Alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram aos profetas que foram antes de vós.

Mateus 24:9 e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.

Sábias as palavras do Senhor Jesus
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Como havíamos noticiado de antemão, houve uma manifestação anti-cristã organizada por militantes pró-homossexualismo na frente da Universidade Presbiteriana Mackenzie, uma das maiores e mais sérias instituições de ensino do país, controlada pela Igreja Presbiteriana do Brasil.

O protesto foi motivado por uma nota assinada pelo chanceler do Mackenzie, o reverendo Augustus Nicodemus, e publicada no site da instituição, reprovando a PLC 122/06, a famosa “lei da mordaça gay” de autoria da deputada petista Iara Bernardi.

Veja abaixo um trecho da manifestação onde gays e travestis xingam e ameaçam o chanceler:
A verdadeira face violenta do movimento homossexual. Qualquer semelhança com os moradores de Sodoma não é mera coincidência.

http://internautascristaos.blogspot.com/2010/11/sodomitas-ofendem-e-ameacam-reitor-de.html

Fonte: SOCIEDADE CALVINISTA

11/26/2010

Pacto de Pureza

O documento a seguir está sendo postado como uma contribuição aos esforços que devem ser realizados por nós cristãos para manter a pureza no lar, especialmente em uma era onde nossas casas estão tão sujeitas à invasão da pornografia pela televisão e pela Internet. Este pacto tem sido mencionado em palestras ministradas sobre o assunto "Integridade" e distribuído aos solicitantes. O pensamento básico é que a formalização de um pacto familiar traz, em si, muito mais força e comprometimento pessoal do que a simples menção ou repetição de diretrizes, que são facilmente esquecidas. A Palavra de Deus nos dá muitos exemplos de pactos solenes e vivemos em uma era de informalidades, onde a confirmação pública de intenções vai desaparecendo. Não podemos esquecer a responsabilidade dos pais na administração do lar, formulando as regras de convivência e comportamento a todos os que ali habitam, principalmente aos filhos. A imposição de certos limites deve ser feita em amor, mas com firmeza. Eles nunca devem ser excessivos e irracionais, mas sim extraídos da Palavra de Deus e fundamentados nos princípios cristãos. Que Deus possa abençoar a cada um que veja utilidade na aplicação deste recurso.

SE VOCÊ CONCORDA COM ESTE PACTO E DESEJA FAZER UMA SUBSCRIÇÃO PÚBLICA, PREENCHA O FORMULÁRIO ABAIXO E SEU NOME SERÁ POSTADO NESTA PÁGINA.

Nós, abaixo assinados, pessoas responsáveis perante o nosso Soberano SENHOR e Criador; habitantes deste lar; conscientes dos males da nossa geração e, especialmente, dos perigos em potencial para os nossos corações e mentes, possibilitados pela utilização da Internet; desejosos de utilizar este meio unicamente como uma ferramenta abençoada providenciada pelo SENHOR para o fortalecimento do nosso conhecimento da criação de Deus, para entretenimento saudável, e para comunicação rápida e eficaz com nossos familiares e amigos; contribuindo, na medida de nossas possibilidades, com o avanço do Reino de Deus; nos achegamos, conjuntamente, nesta ocasião para pactuar e concordar nos seguintes pontos:

1. Não nos envolveremos em qualquer tipo de conversação, por “chat”, por “e-mail”, ou por outra forma qualquer, que não esteja em harmonia com as diretrizes da Bíblia. Da mesma maneira, teremos a coragem necessária de demonstrar nossa ética e convicções cristãs perante nossos amigos e conhecidos, fazendo uma dissociação de nossas pessoas de qualquer interação que, em seu andamento, der sinais de que está progredindo na direção errada.

2. Imediatamente “deletaremos” qualquer “e-mail”, anúncio, propaganda, ou material recebido pela Internet, que venha a sugerir (mesmo que o grau de sugestão seja mínimo) imoralidade, pornografia e linguagem imprópria; e não seguiremos os passos e laços contidos nessas comunicações, exercitando todo o esforço para não procurarmos leitura e exame demorados no material que contém estes tipos de apelo.

3. Não tomaremos a iniciativa de “pesquisar” e de dar andamento a “links” a quaisquer sites que apresentem ou promovam imoralidade e pornografia.

4. Depois de realizarmos uma pesquisa legítima, em qualquer assunto, não vamos “clicar” em qualquer “link” que possa vir junto da pesquisa legítima, mas que sugira ou atraia a sites de teor pornográfico ou imoral.

5. Procuraremos fazer com que nossos hóspedes, visitantes e amigos, que freqüentam o nosso lar, cumpram este pacto. Não teremos receio de falar explicitamente sobre estes padrões e demandaremos que qualquer envolvimento nas práticas condenadas neste pacto, cessem imediatamente.

6. Sabedores que apesar de sermos salvos pelo poder e pelo sangue de Cristo Jesus, temos ainda um coração que é enganoso; que Satanás espera oportunidades para agir, visando a destruição de nossas almas e vidas; que estaremos em uma melhor posição de guarda deste pacto se mantivermos prestação de contas, uns para com os outros, sem criar ocasiões para o pecado; estaremos restringindo o acesso à Internet aos computadores comuns existentes em nossa sala de estar, e não teremos acesso em nossos quartos.

7. Temos a percepção completa de que a questão da “privacidade” é secundária à questão da “pureza”, coberta por este pacto. Temos a convicção de cada subscritor tem direito à sua vida privada e seus relacionamentos individuais; entretanto, “privacidade” NUNCA deverá ser utilizada como uma cobertura ao pecado, ou para a quebra de nossas obrigações, como cristãos, às determinações que especificam a pureza como caminho a ser seguido pelo servo de Deus.

8. Não promoveremos, nem encaminharemos piadas sujas, ou qualquer outro tipo de material que contenha pontos objetáveis, impuros ou impróprios. Nos desligaremos de qualquer lista que demonstre costumeira remessa de matérias de conteúdo duvidoso, ou que dá mostras a estar caminhando nesta direção.

9. Entendemos que os nossos “portais”, provedores, ou “gateways” poderão conter chamadas a páginas e sites que levam a situações condenáveis ou colocadas perigosamente nos limites. Não seguiremos essas “chamadas” ou qualquer “link” que contenha pessoas com pouca roupa, sabedores de que tais situações destroem a dignidade daquelas pessoas, como criaturas de Deus, e que oferecem as nossas mentes e corações oportunidades de pecarmos contra o SENHOR.

10. Sabemos que apesar do propósito deste pacto ser a utilização da Internet, a questão da “pureza” não está restrita a esta área, mas cobre todos os aspectos de nossas vidas pessoais. Consequentemente, nos esforçaremos para nos lembrar de nossas responsabilidades semelhantes nos filmes que viermos a ssistir – em casa e com nossos amigos, nos programas de televisão que viermos a assistir, nas músicas e letras que viermos a ouvir e nos relacionamentos que tivermos com outras pessoas.

Baseamos essas decisões não no nosso próprio poder, mas confiantes no livramento divino da tentação e do pecado; considerando a questão da “pureza” não uma expressão de auto-justiça, mas um simples enquadramento nas diretrizes da Palavra de Deus, especialmente como lemos em Rm 6:19; Fp 4:8; 2 Co 12:21; Gl 5:19; Ef 5:3; Cl 3:5 – assinamos este pacto no ______ dia de _____________, no ano da graça do Nosso Senhor Jesus Cristo de Dois mil e Dois, na cidade de _________________________.

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Fonte: http://www.solanoportela.net/pacto_pureza.htm

NOTA DESTE BLOGGER: Este blogger não é homófobo, mas é visceralmente contra o PL-122 como está redigido, e será um dos primeiros a desobedecê-lo, sabendo de antemão no que isso pode implicar: CADEIA!!!

NOTA DESTE BLOGGER:  Este blogger não é homófobo, mas é visceralmente contra o PL-122 como está redigido, e será um dos primeiros a desobedecê-lo, sabendo de antemão no que isso pode implicar: CADEIA!!!


DESOBEDIÊNCIA CIVIL JÁ, POIS EXISTIR É RESISTIR!!!

Importa obedecer a Deus do que aos homens...

RA - 5.29 - Então, Pedro e os demais apóstolos afirmaram: Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens.

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RC - 5.29 - Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens.

NTLH - 5.29 - Então Pedro e os outros apóstolos responderam: — Nós devemos obedecer a Deus e não às pessoas.

O Plano de Deus para a Agenda Gay - John MacArthur

Se você tem visto os títulos de manchetes de jornais nos últimos anos, talvez tenha observado o incrível aumento do interesse por afirmar a homossexualidade. Quer esteja no âmago de um escândalo religioso, de corrupção política, de legislação radical e da redefinição do casamento, o interesse homossexual tem caracterizado a América. Isso é uma indicação do sucesso da agenda gay. Mas, infelizmente, quando as pessoas se recusam a reconhecer a pecaminosidade do homossexualismo — chamando o mal bem e o bem, mal (Is 5.20), elas o fazem em prejuízo de muitas almas e, talvez, de si mesmas.

Como você deve reagir ao sucesso da agenda gay? Deve aceitar a tendência recente em direção à tolerância? Ou ficar ao lado daqueles que excluem os homossexuais e condenam com veemência o pecado? A Bíblia nos exorta a um equilíbrio entre o que as pessoas consideram duas reações opostas — condenação e compaixão. De fato, essas duas atitudes juntas são elementos essenciais do amor bíblico, do qual os homossexuais necessitam desesperadamente. Os defensores do homossexualismo têm sido notavelmente eficazes em promover suas interpretações distorcidas de passagens da Bíblia. Quando você pergunta a um homossexual o que a Bíblia diz a respeito da homossexualidade — e muitos deles o sabem — percebe que eles absorveram um interpretação que não é somente distorcida, mas também completamente irracional. Os argumentos a favor dos homossexuais extraídos da Bíblia são nuvens de fumaça — à medida que nos aproximamos deles, vemos com clareza o que está por trás.

Deus condena a homossexualidade, e isto é muito evidente. Ele se opõe à homossexualidade em todas as épocas. Na época dos patriarcas (Gn 19.1-28) Na época da Lei de Moisés (Lv 18.22; 20.13) Na época dos Profetas (Ez 16.46-50) Na época do Novo Testamento (Rm 1.18-27; 1 Co 6.9-10; Jd 70-8) Por que Deus condena a homossexualidade? Porque ela transtorna o plano fundamental de Deus para as relações humanas — um plano que retrata o relacionamento entre um homem e uma mulher (Gn 2.18-25; Mt 19.4-6; Ef 5.22-33). Então, por que as interpretações homossexuais das Escrituras têm sido tão bem-sucedidas em persuadir inúmeras pessoas? A resposta é simples: as pessoas se deixam convencer. Visto que a Bíblia é tão clara a respeito deste assunto, os pecadores têm resistido à razão e aceitado o erro, a fim de acalmarem a consciência que os acusa (Rm 2.14-16). Conforme disse Jesus: “Os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más” (Jo 3.19-20). Se você é um crente, não deve comprometer o que a Bíblia diz a respeito da homossexualidade — jamais.

Não importa o quanto você deseja ser compassivo para os homossexuais, o seu primeiro amor é ao Senhor e à exaltação da justiça dEle. Os homossexuais se mantêm em rebeldia desafiante contra a vontade de seu Criador, que, desde o princípio, “os fez homem e mulher” (Mt 19.4). Não se deixe intimidar pelos defensores do homossexualismo e por sua argumentação fútil — os argumentos deles não têm conteúdo. Os homossexuais e os que defendem esse pecado estão comprometidos fundamentalmente em transtornar a soberania de Cristo neste mundo. Mas a rebelião deles é inútil, visto que o Espírito Santo afirma: “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” (1 Co 6.9-10; cf. Gl 5.19-21). Então, qual a resposta de Deus à agenda homossexual? O julgamento certo e final. Afirmar qualquer outra coisa, além disso, é adulterar a verdade de Deus e enganar aqueles que estão em perigo. Quando você interage com homossexuais e seus simpatizantes, tem de afirmar a condenação bíblica.

Você não está procurando lançar condenação sobre os homossexuais, está tentando trazer convicção, de modo que eles se convertam do pecado e recebam a esperança da salvação para todos nós, pecadores. E isso acontece por meio da fé no Senhor Jesus Cristo. Os homossexuais precisam de salvação. Não precisam de cura — o homossexualismo não é uma doença. Eles não carecem de terapia — o homossexualismo não é uma condição psicológica. Os homossexuais precisam de perdão, porque a homossexualidade é um pecado.

Não sei como aconteceu, mas algumas décadas atrás alguém rotulou os homossexuais com o incorreto vocábulo “gay”. Gay, no inglês, significava uma pessoa feliz, mas posso assegurar-lhe: os homossexuais não são pessoas felizes. Eles procuram felicidade seguindo prazeres destrutivos. Esta é a razão por que Romanos 1.26 chama o desejo homossexual de “paixão infame”. É uma concupiscência que destrói o corpo, corrompe os relacionamentos e traz sofrimento perpétuo à alma — e o seu fim é a morte (Rm 7.5). Os homossexuais estão experimentando o juízo de Deus (Rm 1.24, 26, 28) e, por isso, são infelizes — muito, muito infelizes. 1 Coríntios 6 é bem claro a respeito das conseqüências eternas que sobrevirão àqueles que praticam a homossexualidade — mas existem boas-novas. Não importa o tipo de pecado, quer seja homossexualidade, quer seja outra prática, Deus oferece perdão, salvação e esperança da vida eterna àqueles que se arrependem e aceitam o evangelho. Depois de identificar os homossexuais como pessoas que não “herdarão o reino de Deus”, Paulo disse: “Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Co 6.11). O plano de Deus para muitos homossexuais é a salvação. Nos dias de Paulo, havia ex-homossexuais na igreja de Corinto, assim como, em nossos dias, existem muitos ex-homossexuais em minha igreja e em igrejas fiéis ao redor do mundo. Eles ainda lutam contra a tentação homossexual? Com certeza. Que crente não luta contra os pecados de sua vida anterior? Até o grande apóstolo Paulo reconheceu essa luta (Rm 7.14- 25). No entanto, ex-homossexuais assentam-se nos bancos de igrejas bíblicas em todo o mundo e louvam o Senhor, ao lado de ex-fornicadores, ex-idólatras, ex-adúlteros, ex-ladrões, ex-avarentos, ex-beberrões, ex-injuriadores e ex-defraudadores. Lembrem-se: alguns de vocês eram assim.

Qual deve ser a nossa resposta à agenda homossexual? Oferecer-lhe uma resposta bíblica — confrontá-la com a verdade das Escrituras, que condena a homossexualidade e promete castigo eterno para todos os que a praticam. Qual deve ser a nossa resposta ao homossexual? Oferecer-lhe uma resposta bíblica — confrontá-lo com a verdade das Escrituras, que o condena como pecador e lhe mostra a esperança da salvação, por meio do arrependimento e da fé em Jesus Cristo. Permaneçam fiéis ao Senhor, quando reagirem à homossexualidade, honrando a Palavra de Deus e deixando com Ele os resultados.

Fonte: http://voltemosaoevangelho.blogspot.com/2010/11/john-macarthur-o-plano-de-deus-para.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+VoltemosAoEvangelho+%28Voltemos+ao+Evangelho%29&utm_content=Twitter

O que É um Cristão? por John Piper

O que significa ser um cristão? Charles Hodge, um dos grandes teólogos reformados do século XIX, achou a resposta neste texto: “É ser constrangido por um senso do amor de nosso divino Senhor, de tal modo que Lhe consagramos nossa vida”.
Ser um cristão não significa apenas crer, de coração, que Cristo morreu por nós. Significa “ser constrangido” pelo amor demonstrado nesse ato. A verdade nos pressiona. Ela força e se apropria; impele e controla. A verdade nos cerca, não nos deixando fugir. Ela nos prende em gozo.

Como a verdade faz isso? Paulo disse que o amor de Cristo o constrangia por causa de um julgamento que ele fazia a respeito da morte: “Julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram”. Paulo se tornou cristão não somente por meio da decisão com base no fato de que Cristo morreu pelos pecadores, mas também por meio do sábio discernimento de que a morte de Cristo foi também a morte de todos aqueles em favor dos quais Ele morreu.

Em outras palavras, tornar-se um cristão é chegar a crer não somente que Cristo morreu por seu povo, mas também que todo o seu povo morreu quando Ele morreu. Tornar-se um cristão é, primeiramente, fazer esta pergunta: estou convencido de que Cristo morreu por mim e de que eu morri nEle? Estou pronto a morrer, a fim de viver no poder do amor dEle e para a demonstração da sua glória. Em segundo lugar, tornar-se um cristão significa responder sim, de coração.

O amor de Cristo nos constrange a responder sim. Sentimos tanto amor fluindo da morte de Cristo para nós, que descobrimos nossa morte na morte dEle — nossa morte para todas as lealdades rivais. Somos tão dominados (“constrangidos”) pelo amor de Cristo, que o mundo desaparece, como que diante de olhos mortos. O futuro abre um amplo campo de amor.

Um cristão é uma pessoa que vive sob o constrangimento do amor de Cristo. O cristianismo não é meramente crer num conjunto de doutrinas a respeito do amor de Cristo. É uma experiência de ser constrangido por esse amor — passado, presente, futuro.

Entretanto, esse constrangimento surge de um juízo que fazemos sobre a morte de Cristo: “Quando Ele morreu, eu morri”. É um julgamento profundo. “Assim como o pecado de Adão foi, legal e eficazmente, o pecado de toda a raça, assim também a morte de Cristo foi, legal e eficazmente, a morte de seu povo.” Visto que nossa morte já aconteceu, não temos mais condenação (Rm 8.1-3). Isto é a essência do amor de Cristo por nós. Por meio de sua morte imerecida, Cristo morreu nossa morte bem merecida e abriu o seu futuro como o nosso futuro.

Portanto, o juízo que fazemos sobre a sua morte resulta em sermos constrangidos pelo amor dEle. Veja como Charles Hodge expressou isso: “Um cristão é alguém que reconhece a Jesus como o Cristo, o Filho do Deus vivo, como Deus manifestado em carne, que nos amou e morreu por nossa redenção. É também uma pessoa afetada por um senso do amor deste Deus encarnado, a ponto de ser constrangida a fazer da vontade de Cristo a norma de sua obediência e da glória de Cristo o grande alvo em favor do qual ela vive”.

Como não viver por Aquele que morreu nossa morte, para que vivamos por sua vida? Ser um cristão é ser constrangido pelo amor de Cristo.

Extraído do livro: Uma Vida Voltada para Deus, de John Piper.

Copyright: © Editora FIEL

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

Fonte: Sociedade Calvinista

11/25/2010

Mais um Lançamento da Editora Cultura Cristã: A Operação do Erro - O movimento "gay cristão" - Leitura obrigatória para todos os pastores, presbíteros, professores e líderes cristãos!

Operação do Erro, A


Fonte: http://www.editoraculturacrista.com.br/produtos.asp?codigo=158

Sinopse


"A Operação do Erro é leitura obrigatória para todos que buscam com sinceridade a exposição mais clara possível da atitude cristã em relação ao homossexualismo. Minha oração é que essa obra tenha o impacto que merece sobre todos os segmentos da nossa sociedade."

Dr. D. James Kennedy, Ph.D.
Pastor presidente da Igreja Presbiteriana de Coral Ridge, Flórida

"Um dos pontos fortes deste bem documentado livro de Joe Dallas é sua fidelidade ao texto bíblico. Chama continuamente nossa atenção para fatos, histórias, leis e ensinos bíblicos acerca de questões da sexualidade humana. Refuta com precisão lógica várias afirmações dos principais teóricos seculares e teólogos revisionistas pró-gays. Confronta com penetrante lógica bíblica conservadora o que chama de operação do erro."

Ageu Heringer Lisboa
Psicoterapeuta, fundador do Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos

A Operação do Erro encara com firmeza e franqueza a aceitação crescente do homossexualismo entre os evangélicos. Da sua perspectiva singular do movimento cristão a favor do homossexualismo, Joe Dallas nos traz:

- O cenário completo do desenvolvimento e da natureza do movimento;
- Uma comprensão concisa e detalhada das convicções teológicas a favor do homossexualismo;
- Uma resposta bíblica clara a cada afirmação;
- Um plano prático e compassivo para trazer a verdade às pessoas presas ao estilo de vida homossexual.

Em A Operação do Erro você encontrará o equilíbrio crucial entre denúncia e compaixão e um guia para dialogar com quem aderiu à teologia favorável ao homossexualismo.

Joe Dallas, ex-presidente de Exodus International, é conferencista e diretor de uma clínica de aconselhamento em Orange, na Califórnia.

Clique aqui para comprar o livro:
Fonte: http://www.editoraculturacrista.com.br/produtos.asp?codigo=158

O Filósofo Olavo de Carvalho fala sobre o Mackenzie e Luiz Mott

Filósofo brasileiro critica, de modo nu e cru, como os atos homossexuais estão sendo tratados como atos sacrossantos. Para assistir ao vídeo, siga este link: http://www.youtube.com/watch?v=8kzP-MWFiZs

Aviso: O vídeo contém linguagem forte e vulgar para se referir a práticas fortes e vulgares que os homossexuais cometem.




Fonte: http://www.juliosevero.com/


Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil

Palhaçada gay contra o Mackenzie

Luiz Mott livra Igreja Católica de sofrer mega-escândalo de pedofilia

Anúncios de Vagas. Atenção Intelectuais Calvinistas! Professores Doutores!

A GUERRA ENTRE CIÊNCIA E RELIGIÃO - Autor de livro diz que é estúpido jogar um tema contra o outro

Por: Vinícius Cintra - Redação Creio
Após séculos e mais séculos a polêmica entre a ciência e a religião continua, mas o livro 'Ciência ou Religião: quem vai conduzir a história? tem o objetivo de desmistificar a razão somente de uma das áreas. De acordo com o autor e pastor da igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Gottfried Brakemeier, é estúpido jogar a ciência contra a religião e vice-versa, já que cada qual tem o seu próprio domínio e sua razão de ser.

O livro lançado em 2006 pela editora Sinodal tem com assunto central a relação entre a fé cristã e as ciência naturais, marcada por demais vezes por conflito e preconceito. Há questões inquietantes que levam o leitor a refletir se serão incompatíveis o crer e o saber, a sabedoria e a ciência, a criação e a evolução ou será necessário optar ou haverá possibilidade de conjugar os dois campos?

"Somente a complementariedade de ambas vai garantir uma visão mais ou menos integral da realidade. Devemos distinguir entre o que podemos saber e o que devemos crer. A confusão traz prejuízo", afirma Brakemeier, que é professor de teologia, com atuação em Novo Testamento e Teologia Sistemática.

O autor mais uma vez ressalta que a religião sem a ciência é uma estupidez e a ciência sem a religião será algo sem sentido. "Necessitamos de um novo pacto entre a fé e a ciência na tentativa de salvar o ser humano das ameaças à sua vida. É a parceria entre ambas que se deve pretender, não a rivalidade".

Gottfried disse que na nação brasileira cresce a descrença, embora a maioria continue crente. Isto vale também para os ateus, pois pessoas sem fé não existe, endossa o autor. "Todos têm suas convicções e seus valores. Importante mesmo não é, se as pessoas crêem ou não, importante é saber em que se crê. E nesse tocante há muito a clarear em nossos tempos e em nosso país".

Data: 24/11/2010
Fonte: http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=11346

ANGELA MERKEL - Chanceler da Alemanha critica falta de cristianismo no país

A Chanceler da Alemanha, Angela Merkel, recebeu um estrondoso aplauso do Congresso do seu partido, a União Democrata Cristã, ao anunciar que o problema da Alemanha não passa por um excesso de Islã, mas sim de uma escassez de Cristianismo.

O comentário de Merkel surge no contexto de um debate alargado sobre a identidade alemã, o lugar dos cerca de 4 milhões de muçulmanos na sociedade e o multiculturalismo, um projecto que a Chanceler considera ter falhado.

Não temos muito Islã, temos pouco Cristianismo. Temos poucas discussões sobre a visão cristã da humanidade”, afirmou a política, que em diversas ocasiões já manifestou publicamente a sua fé cristã.

A Alemanha precisa de mais debate sobre “os valores que nos guiam e a nossa tradição judaico-cristã. Temos que realçar isto com confiança, então conseguiremos chegar à coesão na nossa sociedade”.

As palavras de Merkel surgem numa altura em que foi tornado público que o seu partido quer passar uma resolução a consagrar a identidade judaico-cristã da Alemanha. Uma medida que não significa a exclusão dos muçulmanos, insiste a chanceler. “Esperamos que aqueles que venham para cá a respeitem [a tradição judaico-cristã], mantendo todavia a sua identidade pessoal”.

A liberdade religiosa não está em causa, adianta Merkel, que aproveitou para deixar uma mensagem sobre as minorias cristãs em países de maioria islâmica, ao dizer: “Claro que somos pela liberdade de cada um praticar a sua fé. Mas a liberdade cristã não pode parar nas nossas fronteiras. Isto aplica-se também a cristãos noutros países do mundo”.

Data: 24/11/2010 08:45:47 - Fonte: Adiberj - http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=11388

LIBERTY - Universidade cristã nos EUA planeja expansão até 2012

Uma das maiores universidades cristãs no mundo está planejando uma grande expansão de seu campus e instalações ao longo dos próximos dois anos.

Um panorama da expansão foi primeiramente relatado por Liberty Champion, o jornal do estudante da universidade.

Falwell apresentou alguns dos projetos de melhoria de capital no conselho de diretores da universidade, sexta-feira.

A universidade cristã evangélica planeja abrir um edifício de 9.290 metros quadrados de ciências da saúde em seu Campus Leste para o Outono de 2012, que abrigaria programas de ciências de saúde atuais da universidade.

Outros projetos incluem um complexo intramural com um campo de softbol NCAA, um edifício de seminário sobre North Campus, um anfiteatro de 6000-8000 assentos, um centro de visitantes novos e renovações para o Hall DeMoss.

"O olhar do campus vai mudar novamente nos próximos dois anos," disse Falwell, de acordo com a Liberty Champion. "O campus vai mudar nos próximos dois anos, quase o mesmo tanto que ao longo dos últimos oito anos."

A Universidade Liberty é considerada a maior universidade cristã, com número de inscrições de estudantes de mais de 62 mil. A escola tem mais de 50.000 alunos e 12.200 alunos online no campus.

"Estamos crescendo muito, muito rápido," disse o porta-voz da Liberty University Johnnie Moore ao jornal The Christian Post na segunda-feira. "A visão da Liberdade era para ser para os evangélicos como o Notre Dame é para os católicos, ou Brigham Young é para os mórmons."

"Muitas das grandes melhorias ao longo dos próximos anos serão acadêmicas, outras envolvem a construção nova, e a renovação das instalações existentes. Alguns envolverão a infra-estrutura da vida do estudante da universidade," disse Moore.

Além de um corpo discente em crescimento, Falwell deu outra razão por que o momento da expansão de projetos fez sentido.

"A construção nunca será mais barata, porque agora a economia está bem fraca," disse Falwell.

Moore acrescentou que, especialmente durante a "época de recessão" o trabalho de construção também seria uma boa maneira de dar emprego a pessoas da comunidade.

O porta-voz da universidade disse que a Liberty ainda precisa obter a aprovação da prefeitura e passa por uma série de etapas antes dos planos poderem ser finalizados e a construção poder realmente começar.


Data: 24/11/2010 08:57:54
Fonte: Christian Post
http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=11388

Leitura obrigatória para todos os presbiterianos, reformados, calvinistas, evangélicos e cristãos em todas as escolas bíblicas dominicais e estudos bíblicos ainda em 2010 d.C - UMA PERSPECTIVA CRISTÃ SOBRE A HOMOSSEXUALIDADE - Editora Cultura Cristã - www.cep.org.br

Uma perspectiva cristã sobre a homossexualidade

Uma perspectiva cristã sobre a homossexualidade
Fonte: http://www.editoraculturacrista.com.br/produtos.asp?codigo=152

Sinopse


O tema homossexualidade continua a desafiar a igreja evangélica a elucidar sua posição teológico-ética sobre o assunto, bem como a aperfeiçoar sua prática missiológica.



O propósito deste livro é analisar alguns aspectos da hermenêutica pró-homossexual, apresentar uma versão sucinta do ensino bíblico sobre o assunto e apontar algumas implicações desse fenômeno crescente.

Valdeci da Silva Santos é ministro presbiteriano com mestrado em Teologia Sistemática (Th.M) e doutorado em Estudos Interculturais (Ph.D) pelo Reformed Theological Seminary, Jackson. É pastor da Igreja Evangélica Suíça de São Paulo e professor de Teologia Sistemática e Teologia Prática no Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper.

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Fonte: http://www.editoraculturacrista.com.br/produtos.asp?codigo=152

Homofobia: Se ódio é o problema, posso discordar em amor?

A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro. Para ampla divulgação.

Fonte: Sociedade Calvinista

11/24/2010

Cancelamento do Protesto do dia 24/11/2010 d.C em frente do Mackenzie (Somente Orações em casas, Igrejas, escolas e empresas)

Cancelamento do Protesto do dia 24/11/2010 d.C em frente do Mackenzie (Somente Orações em casas, Igrejas, escolas e empresas)

A partir dos diversos comentários e opiniões (na multidão de conselheiros, habita a sabedoria); decidimos de cancelar o protesto de defesa em frente do Mackenzie contra a heterofia e a favor dos valores cristãos.

Para evitarmos qualquer tipo de confronto, violência e provocação da parte dos gays, e deixar brecha para o diabo e para a imprensa fazer barulho.

Vamos dedicar este dia para orações, meditações nas Sagradas Escrituras, jejum e intercessões em prol:

1. de todas as escolas confessionais e verdadeiramente cristãs que têm como objetivo construir uma educação cristã e reformada para a glória de Deus;

2. pela vida dos gays; e o discernimento espiritual que Deus ama o pecador, porém, abomina e odeia o pecado, não só pecado do homossexualismo ou pecados dos homessexuais, mas, também todos os pecados dos heterossexuais; todos os pecados citados nas Sagradas Escrituras; e mesmo assim, o Santo Deus e Criador do Universo dar oportunidade para que cada um tome as suas próprias decisões. Por isso que no dia do JUÍZO FINAL, todos, inclusive os religiosos serão julgados pelo verdadeiro Juiz. Neste dia ninguém ficará oculto diante do Eterno e Imutável Senhor da Eternidade e Infinitude;

3. pelo estabelcimento de mais associações cristãs e evangélicas para trabalhar com amor junto aos gays com aids, demonstrando amor e perdão de Deus para uma vida transformada e regenerada na pessoa maravilhosa e Senhor e Salvador Jesus Cristo.

*

Prof. Luis Cavalcante
E-mail: prof.luiscavalcante@bol.com.br

Paul Washer - O que é Salvação (Em Dois Minutos)

Association of Biblical Counselors - http://christiancounseling.com

Narth - National Association For Research & Therapy of Homosexuality

The Association of Christian Therapists - www.ACTheals.org

Christian Counseling & Educational Foundation - http://www.ccef.org

Society for Christian Psychology - http://christianpsych.org

Pela Proibição Urgente da Droga Cigarro no Brasil

História da música "Amazing Grace (Maravilhosa Graça)"

ANTES DE QUALQUER COISA, OUÇA ESTE VÍDEO E MEDITE!

OS PURITANOS

IPB

APMT

Plantango Igrejas Presbiterianas pelo Brasil