10/30/2010

Cuidado com Halloween!

Maiores informações, clique aui - http://halloween-es.blogspot.com/

10/28/2010

O Governo Petista, Socialista e Esquerdista Emídio de Souza na Cidade de Osasco distribui 14 mil preservativos na Parada Gay em Osasco.

Saúde distribui mais de 14 mil preservativos na Parada Gay em Osasco

A Secretaria de Saúde, através do Programa DST/AIDS, distribuiu 14.400 preservativos na 2ª Parada Gay de Osasco, realizado no último domingo, 27 de setembro.
http://www.osasco.sp.gov.br/materia.asp?IdMateria=6200&IdSite=1&IdSite=1

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Saúde distribui mais de 14 mil preservativos na Parada Gay em Osasco

A Secretaria de Saúde, através do Programa DST/AIDS, distribuiu 14.400 preservativos na 2ª Parada Gay de Osasco, realizado no último domingo, 27 de setembro.

http://www.osasco.sp.gov.br/materia.asp?IdMateria=6213&IdSite=32&IdSite=32

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OLHA A ESTRATÉGIA MARAVILHOSA, PEDAGÓGICA E ESPIRITUAL DO GOVERNO PETISTA PARA PRODUZIR HOMENS ÍNTEGROS, IDÔNEOS, COM CARÁTER E EQUILÍBRIO EMOCIONAL, PAIS E MÃES RESPONSÁVEIS, AUSENTES DE DROGAS (CIGARRO E ÁLCOOL), FIÉIS AOS SEUS RELACIONAMENTOS COMO MARIDO OU ESPOSA.

O PT ESTÁ DE PARABÉNS POR POLÍTICAS PÚBLICAS EXEMPLAR DE COMBATE A PEDOFILIA E IMORALIDADE ENTRE AS CRIANÇAS E ADOLESCENTES CONFORME O VÍDEO ABAIXO:




Venha fazer parte da Frente Cristã Conservadora Progresssita em Osasco em prol da vida, contra o assassinato de crianças não nascidas (Aborto); combater a liberação da maconha e drogas; ações contra a pedofilia; a luta contra a legalização da prostituição por parte do PT - Partido dos Trabalhadores conforme o PNDH 3 - Plano Nacinal de Direitos Humanos, uma das maiores políticas equivocada do PT.

O debate sobre "Direitos Humanos" não pode preceder ao debate sobre "Deveres Humanos".

Precisamos resgatar uma ação política de defesa dos Deveres e Direitos Humanos. Muitos juristas e políticos estão dominados por uma ausência de moralidade, provocada pela pelo naturalismo filosófico com a sua cosmovisão secularista, niilista, existencialista, relativista, ateísta e anti-valores da moral judaica-cristã, sem a qual, não existiria a sociedade ocidental.

Vamos juntos na defesa e luta pelo padrão divino, bíblico, natural, reto, certo, justo, correto, honesto e santo da heterosssexualidade. O fortalecimento dos valores judaico-cristão da família, é sine qua non para combater a nocividade do divórcio, da desordem moral e social.

O desenvolvimento de uma consciência social cristã a partir de fundamentos bíblico-reformado alcança a compreensão da realidade muito mais que o reducionismo secularista, marxista, hedonista e consumista da sociedade líquida e superficial atual.

Trabalhemos para resgatar uma educação de valores morais que fortalece o caráter a partir da educação infantil até a pós-graduação.


Maiores informações: Prof. Luis Cavalcante - e-mail: prof.luiscavalcante@bol.com.br

Petistas declaram guerra à Igreja

O site petista “Onda Vermelha: PT + 20 Anos no Poder” declarou guerra explícita à Igreja. O título do artigo postado em 18 de outubro de 2010 é “A Igreja é contra o PT, vamos combatê-la“. Ele faz louvores ao ditador Hugo Chávez, que controla a Igreja na Venezuela e afirma que a Igreja deve se submeter ao Estado: Precisamos salvar o Brasil do atraso, e fazer a defesa enfática de um Estado.

10/27/2010

Site do PT esconde página sobre punição de deputados contrários ao aborto

O Partido dos Trabalhadores (PT) tirou do seu site oficial as páginas que falavam da punição dos deputados federais Luiz Bassuma (BA) e Henrique Afonso (AC), punidos por defenderem a vida. Algumas dessas páginas foram capturadas por visitantes, e mostradas abaixo.

Em 17 de setembro de 2009 o Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) decidiu punir, por unanimidade, os deputados federais Luiz Bassuma (BA) e Henrique Afonso (AC), acusados de defenderem a vida.

Os dois deputados não meteram a mão no cofre público. Não mentiram. Não transformaram os seus mandatos em ferramenta de enriquecimento próprio. Não participaram de recorrentes ações de delinquência parlamentar. Não fizeram caixa 2. SEU CRIME FOI DEFENDER A VIDA. SUA OUSADIA FOI QUESTIONAR A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO. OS MEMBROS DO DIRETÓRIO NACIONAL DECIDIRAM QUE ELES INFRINGIRAM GRAVEMENTE A ÉTICA PARTIDÁRIA.

Por que então Luiz Bassuma e Henrique Afonso foram punidos? Bassuma ousou apresentar um projeto para revogar a não punição do aborto em caso de estupro (PL 5364/2005), desarquivou o "Estatuto do Nascituro" (PL 478/2007) e propôs a proibição do abortivo conhecido como "pílula do dia seguinte" (PL 1413/2007). Henrique Afonso atreveu-se a propor a sustação da aplicação da Norma Técnica do aborto no SUS (PDC 42/2007).

No dia 11 de novembro de 2008, os deputados Luís Bassuma (PT/BA) e Henrique Afonso (PT/AC) receberam a notificação da Comissão de Ética do Diretório Nacional do Partido. Em 17 de setembro de 2009, ambos foram punidos. O motivo alegado é que eles "infringiram a ética-partidária ao 'militarem' contra resolução do 3º Congresso Nacional do PT a respeito da descriminalização do aborto". Esse foi o entendimento unânime do Diretório Nacional. Os dois tiveram seus direitos partidários suspensos: Luiz Bassuma por um ano e Henrique Afonso por 90 dias. Bassuma foi imediatamente substituído pela Bancada Federal na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF). Quando a Henrique Afonso, ele não será reconduzido à mesma Comissão. Bassuma recebeu ainda a recomendação de retirar os projetos de lei de sua autoria "que contrariam a resolução do 3º Congresso" (aborto).

Segundo página oficial do site (que "sumiu"), "a participação destes deputados em atos públicos contra a legalização" não pode ficar impune: "tem que ter conseqüências e exige a imposição de uma sanção". Veja o que diz o site a este respeito:

"A comissão executiva nacional do PT vai avaliar as posturas e procedimentos de dois deputados federais - Luís Bassuma (BA) e Henrique Afonso (AC) - em comissão de ética. Os dois parlamentares, há muito tempo, afrontam a resolução partidária, ratificada pelo 3º congresso do PT, de defesa da descriminalização do aborto. A defesa do direito ao aborto legal e seguro é uma bandeira histórica das mulheres petistas. Queremos que se aplique uma punição adequada a quem contraria abertamente, mas não mais impunemente, definições políticas do partido. O mandato do Bassuma ou o do Henrique Afonso é um instrumento do partido, e se utilizar dele para, exatamente, contrariar posicionamentos políticos do PT é, no mínimo, um erro a ser avaliado em comissão de ética. Não aceitamos que figuras públicas do partido emprestem sua imagem a movimentações que vão de encontro a uma resolução congressual do partido dos trabalhadores. Não aceitamos esse tamanho desrespeito com as mulheres do PT. A participação desses parlamentares em atos públicos contra a legalização do aborto precisa ter conseqüências. Estamos alertas, aguardando a definição da comissão de ética, e esperando que uma sanção seja imposta aos filiados em questão, demonstrando ao conjunto do partido e da sociedade que o PT leva a sério as resoluções políticas, a militância e a trajetória histórica que tem".

(Link da página removida: www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=15103&Itemid=201 )

O Link eles tiraram do ar (claro né) mas há outros que ainda permanecem. Um exemplo é:

http://www.ptbahia.org.br/novo/conteudo.php?ID=117

Em resposta, o deputado Henrique Afonso desfiliou-se do Partido dos Trabalhadores na terça feira dia 22 de setembro de 2009, em ato ocorrido em Rio Branco, capital do Estado do Acre, ocasião em que declarou à imprensa:

"Como o diretório me pune porque eu tenho uma luta pela vida? Eu não sofri nenhuma punição disciplinar em nenhum lugar e estou sendo obrigado a me desfiliar do PT". (http://www.noticiasdahora.com/index.php?option=com_content&task=view&id=8277&Itemid=26)

Quanto a Luiz Bassuma, terminado o julgamento, este afirmou pretender continuar defendendo a vida mas que, contrariamente a seu colega Henrique Afonso, não iria deixar o Partido, ao qual está filiado há quinze anos. Suas declarações não foram veiculadas pelos principais jornais do Brasil. Luiz Bassuma afirmou, reiterando que não iria cumprir a pena aplicada pelo PT:

"Eu sou réu confesso. Não faz sentido optarem pela suspensão. Em minha defesa, [que o partido não permitiu que fosse gravada], disse que haveria duas decisões: ou a absolvição ou a expulsão. Vou continuar defendendo o direito à vida e contra o aborto".

Entretanto, na segunda feira dia 28 de setembro, Luiz Bassuma voltou atrás na decisão de não deixar o Partido, e oficializou seu pedido de desfiliação, tanto na justiça eleitoral como no diretório municipal petista.

Abaixo, seguem fotos de outras páginas que foram removidas do site oficial do PT:

Este é o link que "sumiu":









http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=13570&Itemid=242

Fontes: Informe sobre A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA

Colaboração: Lucy

10/24/2010

Dois Encontros para Impulsionar a sua Vida Espiritual

DATA: 30/10/10 d.C (Sábado) – Horário: 14h00

Encontro de Missões com apoio da APMT -
Agência Presbiteriana de Missões Transculturais e UMP. Entrada: 1 Kg de alimento não perecível.

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DATA: 30/10/10 d.C (Sábado) – Horário: 19h00

ENCONTRO DA UPH-OSASCO - comemorando com toda a Igreja o DIA DA REFORMA PROTESTANTE (31/10/1517 d.C) com a Palestra e Lançamento do livro (autógrafo):

O FUTURO DO CALVINISMO com o teólogo Leandro de Lima.
Pastor presbiteriano, casado com Vivian e pai do Vicktor Daniel. Bacharel em Teologia pelo Seminário Presbiteriano José Manoel da Conceição – SP (1999). Mestre em Teologia e História pelo Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper (Instituto Presbiteriano Mackenzie) – SP (2003). Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Mackenzie – SP (2009). Doutorando em Letras - Literatura, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie – SP. Sou Pastor efetivo da Igreja Presbiteriana de Santo Amaro – SP. Professor de Teologia no Seminário Presbiteriano Rev. José Manoel da Conceição – SP. Professor de teologia na FITref. Autor dos livros: Razão da Esperança – Teologia para hoje (2006, Editora Cultura Cristã). As Grandes Doutrinas da Graça (4 volumes pela Editora Odisseu, 2007). Brilhe a sua luz: o cristão e os dilemas da sociedade atual (Editora Cultura Cristã, 2009). Em minha dissertação de Mestrado na Universidade Mackenzie, tratei sobre o Novo Calvinismo. Esse assunto foi incorporado a um livro que acabou de ser publicado pela Editora Cultura Cristã, intitulado: O Futuro do Calvinismo - Os desafios e oportunidades da pós-modernidade para a Igreja Reformada (2010)

http://homempresbiteriano.blogspot.com/

Luis Cavalcante, Pb. Fones: (11) 9675-4019
prof.luiscavalcante@bol.com.br

Fonte: http://homempresbiteriano.blogspot.com/2010/10/dois-encontros-para-impulsionar-sua.html

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Local: Igreja Presbiteriana do Brasil em Osasco – I.P.O.

R. Rev. Paulo Lício Rizzo, 207 - Centro – Osasco – SP
CEP 06018-010 – Fone: 3682-3075
(ao lado da Câmara Municipal de Osasco)
I.P.O. - http://www.iposasco.org/   
I.P.B. - http://www.ipb.org.br/

Apoio: UPH - União Presbiteriana de Homens em Osasco/SP

10/23/2010

Reunião de Oração e Estudo Bíblico entre Alunos, Professores e Funcionários - Universidade Presbiteriana Mackenzie

Encontros Bíblicos Coordenados Pela Capelania Universitária

Segunda-feira:
ABU (CCBS) - Mª Antônia, 117 sala 101A - 12h15
ABU (FCI) - Prédio 14 sala 104 - 12h15
Ciência da Religião - Reunião de Oração - Prédio João Calvino sala 27 - 13h40 às 14h00
ABU (FCI) - Prédio 19 sala 307 - 20h10
Igreja Batista do Povo - 17h45

Terça-feira:
Universitário Dunamis - 12h (Prédio 36 - Sala 304)
Ciência da Religião - Reunião de Oração - Prédio João Calvino sala 36 - 13h40 às 14h00
Grupo Professores Cristãos - 17h
C.R.I.A.D.O. Capelania Mackenzie - 18h

Quarta-feira:
ZOE - Igreja Presbiteriana da Lapa / MPC - 7h
Aliança Bíblica Universitária (ABU) - 12h15
Aliança Bíblica Universitária (ABU) - 17h45
Bate-Papo Bíblico - CRAAM (Piauí) - 18h

Quinta-feira:
Igreja Bola de Neve - 18h

Sexta-feira:
Aliança Bíblica Universitária (ABU) - 12h15
Aliança Bíblica Universitária (ABU) - 17h45
Bate-Papo Bíblico no Mack - Prédio 34 - Sala 112

Responsáveis:

ABU
Kézia Fone: 8176-8804

Ciências da Religião
Luís Cavalcante Fone: (11) 9675-4019
prof.luiscavalcante@bol.com.br

Universitário Dunamis
Felippe Borges - Fone: 7114-5424

Igreja Bola de Neve
Anderson - Fone: 7393-0268

Igreja Batista do Povo
Tiago Rocha - Fone: 11 8563-0448

Grupo Professores Cristãos
Prof. Edgard Menezes - Fone: 11 9189-2155
Prof. Roberto Kerr - Fone: 11 9816-9180

ZOE Mackenzie - Igreja Presb. da Lapa / MPC
Felipe Morais - Fone: 11 8193-2724

Bate-Papo Bíblico Mack
Fernando Berlezzi - Fone: 11 7627-5012
berlezzi@hotmail.com

Fonte: http://www.mackenzie.br/univ_sp_encontros.html

Carta de Princípios 2010 - Mackenzie 140 anos - Educando com Qualidade a Partir da Visão Cristã de Mundo



INTRODUÇÃO

A convicção mais básica e fundamental do Cristianismo é que tudo na vida humana tem uma natureza religiosa. O mundo em que vivemos e a própria existência humana são dependentes de um poder superior e transcendente, que é o Deus revelado nas Escrituras e manifestado em Jesus Cristo. O corolário desta convicção é que nenhuma área da vida humana, nenhuma parte do mundo que a cerca, existe e funciona de maneira independente ou autônoma de Deus, mas sempre coram Deo (diante de Deus).

O ser humano, todavia, desde a sua Criação, usando da sua capacidade de escolha, resolveu emancipar-se desta dependência e seguir seu caminho como um ser autônomo, perdendo desta forma o referencial divino que dá coesão e sentido à realidade que o cerca. A redenção oferecida por Deus em Jesus, e que nos é revelada nas Escrituras Sagradas, alcança mais que a salvação de indivíduos – ela tem como alvo a redenção da vida como um todo, inclusive da maneira como as pessoas enxergam a realidade e percebem o mundo ao seu redor.

Foram essas convicções que sempre impulsionaram os cristãos, em maior ou menor medida, a criarem, no decorrer da História, escolas e universidades e a promoverem educação da melhor qualidade, calcada numa visão cristã de mundo. Os cristãos sempre defenderam que “o mais alto objetivo da educação deve ser, então, ajudar os seres humanos no desenvolvimento do conhecimento, habilidades e atitudes que contribuam para que eles possam glorificar e agradar melhor a Deus”.1

Foi assim que o Mackenzie começou há 140 anos.

I. Mackenzie e Confessionalidade – Aspectos Históricos

Desde as suas origens mais remotas, nos idos de 1870, a instituição educacional que viria a se tornar conhecida como “MACKENZIE” teve a sua identidade marcada por nítidos traços de fé cristã reformada, pois nascera e se desenvolvera como desdobramento da ação missionária empreendida pela Igreja Presbiteriana [do Norte] dos Estados Unidos em terras brasileiras. De fato, essa era a clara e luminosa visão dos seus fundadores – o casal de missionários George e Mary Chamberlain – quando criaram a Escola Americana segundo referenciais pedagógicos inovadores para aquela época e elegeram as Sagradas Escrituras como fundamento para a ação educacional cotidiana.

Com o passar dos anos, os laços do Mackenzie com a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos foram se tornando mais tênues, embora a ênfase ao caráter religioso da instituição tenha permanecido. Em fins de 1885, assumindo a direção da Escola Americana o médico e educador Horace M. Lane, foram criados os cursos de nível médio e superior, que vieram a constituir, em pouco tempo, o famoso “Mackenzie College”. É preciso reconhecer que, a partir da administração de Lane, os vínculos do Mackenzie com as entidades eclesiásticas foram se reduzindo, especialmente no que tange às interações com a Igreja Presbiteriana do Brasil. Permaneceu, contudo, a orientação centrada na formação ética do educando, que deveria assimilar a influência comunicada mais pelo exemplo que pelo discurso, em busca da construção de um “caráter genuinamente cristão”.

Essas atitudes cautelosas quanto à confessionalidade podem ser entendidas à luz das circunstâncias da época. No final do Império, o catolicismo era a religião oficial e as igrejas protestantes lutavam por legitimidade e aceitação. Com a Proclamação da República, todavia, surgiu um estado laico e uma situação legal de plena liberdade religiosa, o que favorecia a confessionalidade das escolas protestantes.

Em 1961 ocorreu a doação do patrimônio e a transferência da direção do Mackenzie à Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB). Esse processo de “nacionalização” sofreu sérios revezes nos anos seguintes, decorrentes de contestações levantadas por segmentos contrariados com a vinculação do Mackenzie à Igreja Presbiteriana do Brasil. Esses segmentos não desconheciam que foram os missionários presbiterianos que deram origem a esta instituição educacional. Nem desconheciam que foram esses missionários que haviam captado recursos materiais e humanos para o seu desenvolvimento, desde a segunda metade do século XIX. Todavia, algumas lideranças da Universidade, da Diretoria Executiva do instituto, como do próprio Conselho Deliberativo, se insurgiram abertamente contra a IPB, levando o governo do Estado de São Paulo a decretar a desapropriação do Mackenzie, tirando-o de sob a direção da IPB (1966).

Em novembro de 1973, a Igreja Presbiteriana do Brasil teve assegurado pelos tribunais, em caráter definitivo, o direito de nomear e aprovar os dirigentes do Conselho, da Diretoria e da Universidade Mackenzie. Com isso, consolidou-se no aspecto legal o esforço no sentido de dar à escola um caráter nitidamente confessional. Assim, deu-se início ao processo fatual da nossa confessionalidade. Um passo importante nesse processo foi a inclusão do adjetivo presbiteriano nos nomes institucionais: Instituto Presbiteriano Mackenzie (1996) e Universidade Presbiteriana Mackenzie (1998).

Mais que simples atualização de rótulo, a mudança sinalizou, a partir de um terreno parcialmente aplanado duramente ao longo dos anos, o advento de novos tempos e novos desafios. A confessionalidade do Mackenzie tomou caráter mais explícito, que passou a tocar desde os Projetos Pedagógicos até a criação de disciplinas transversais como “Ética e Cidadania”. Intensificaram-se as atuações da Chancelaria e da Capelania, realizaram-se eventos confessionais de grande porte no âmbito da Universidade – enfim, um grande número de ações que deram materialidade aos enunciados da Missão, da Visão e dos Princípios e Valores que se encontram estampados em todos os documentos institucionais e veículos midiáticos – desde os boletos bancários até o Canal de TV Digital – desta grandiosa Universidade Presbiteriana Mackenzie.

II. Princípios que Orientaram o Mackenzie em sua Jornada

Os princípios que em maior ou menor medida têm orientado a visão educacional cristã do Mackenzie até o presente podem ser resumidos como se segue.

Educar faz parte do mandato divino ao ser humano

Um dos princípios mais destacados é que o mundo e o universo foram criados por Deus de acordo com leis e princípios que regulam sua existência e funcionamento. Dessa forma, eles são passíveis de análise, pesquisa e entendimento. Deus deu ao ser humano a tarefa de dominar a criação (Gênesis 1), o que implica conhecê-la e valer-se dela para seu bem e o dos outros. O estudo amplo da realidade e a transmissão desse conhecimento entre gerações é o que chamamos de educação. Como tal, é parte da missão dada por Deus ao ser humano por ocasião de sua criação. O Mackenzie sempre viu a educação como uma missão a ser cumprida e não como um negócio lucrativo.

Educar é uma atividade regida por crenças e princípios

Outro princípio é o da não neutralidade na educação. Tem sido comum acreditar-se – mesmo em círculos cristãos – que a educação, a pesquisa, o trabalho científico, mesmo limitados por alguns princípios éticos e morais, são atividades mais ou menos neutras e autônomas. Todavia, tem se tornado cada vez mais aceita a constatação de que o trabalho científico, a pesquisa e a educação são processos interpretativos e elucidativos da realidade, que se valem de pressuposições e valores anteriormente aceitos para realizar sua análise e conceituação. Nas palavras do estadista e educador Abraham Kuyper,
Toda ciência num certo grau parte da fé, e ao contrário, a fé que não leva à ciência é equivocada ou superstição, mas não é fé real, genuína. Toda ciência pressupõe fé em si, em nossa autoconsciência; pressupõe fé no trabalho acurado de nossos sentidos; pressupõe fé na correção das leis do pensamento; pressupõe fé em algo universal escondido atrás dos fenômenos especiais...2

Assim, a dicotomia popular entre fé e razão é inadequada, pois cientistas, professores, educadores e gestores educacionais são pessoas, e como tais, levam para suas atividades a sua fé, crenças, ou a falta delas, o que certamente influenciará seu trabalho. Assim, mesmo que não o admitam, cientistas, professores e instituições de ensino são portadores de valores morais e espirituais que influenciam o processo educativo, mesmo naquelas instituições ditas públicas e neutras.

Educar exige uma visão coerente do todo

Um princípio igualmente importante é o da necessidade de coesão para a educação. No labor acadêmico, cientistas, pesquisadores e professores se deparam inevitavelmente com a necessidade de relacionar objetos, estruturas e aspectos da realidade, para que os mesmos façam sentido. O individualismo e a fragmentação do conhecimento têm sido denunciados como nocivos à educação. Nas palavras de Edgar Morin, “A educação deveria romper com isso [a fragmentação da realidade] mostrando as correlações entre os saberes, a complexidade da vida e dos problemas que hoje existem”.3 O conceito de totalidade, dentro da qual as especificidades fazem sentido, faz parte da empreitada acadêmica e é resultante das crenças, religiosas ou não, do pesquisador, do cientista e do professor. Na educação cristã, essa visão do todo é resultante da coesão e coerência da criação realizada por um Deus inteligente, sábio e bom.

A Bíblia como fonte de conhecimento

Por último, mas não menos importante, há o princípio de que as Escrituras do Antigo e do Novo Testamento são inspiradas por Deus e são a sua revelação final para a humanidade. Deus se revela como Criador por intermédio da sua imagem em nós, como também por meio das coisas criadas. O mundo que nos cerca é um testemunho vivo da divindade, poder e sabedoria de Deus, muito mais do que o resultado de milhões de anos de evolução cega. Entretanto, é por meio de sua revelação especial nas Escrituras que Deus nos faz saber acerca de si próprio, de nós mesmos (pois é nosso Criador), do mundo que nos cerca, dos seus planos a nosso respeito.

Muito embora a Bíblia não seja um livro de ciências, e nem tenha linguagem científica, nos fornece fenomenologicamente informações corretas sobre nós, nosso mundo e sobre nosso relacionamento com o Criador, e como tal, não pode ser ignorada no processo educacional. A educação que se fundamenta nas Escrituras oferece-nos um escopo do que Deus deseja de nós e, nos fala de qual o propósito de nossa existência em todas as suas esferas.4

Assim, à luz dos princípios acima, buscamos no Mackenzie fugir dos modelos utilitaristas e imediatistas de educação e oferecer, até onde seja possível, uma educação integral, que alcance todas as dimensões do ser humano e que leve Deus em conta. Nessa empreitada, o Mackenzie considera seriamente a liberdade de consciência de cada aluno, cooperador e professor, a autonomia universitária e a busca incessante pela qualidade do seu ensino, pesquisa e extensão.

III. Desafios Pela Frente

Ao completar 140 anos oferecendo uma educação de qualidade com referenciais cristãos, o Mackenzie está grato a Deus pelas vitórias alcançadas, mas também plenamente consciente dos desafios que historicamente sempre cercaram as grandes instituições confessionais. De um lado, o perigo de secularizar-se e perder a visão confessional, em busca de aceitação e credibilidade da sociedade e do governo. De outro, o perigo de isolar-se da cultura que o cerca e deixar de relacionar-se criticamente com ela a partir das Escrituras.

Como o surgimento do nazismo e stalinismo já têm tornado muitíssimo claro, tendências culturais precisam ser criticadas. Não se pode permitir que sejam normativas. E isso exige que o cristianismo baseie-se em algo que transcenda particularidades culturais – especificamente, a auto-revelação de Deus.5

Deixar de interagir com nosso mundo seria uma atitude fundamentalista e faria o Mackenzie perder a sua relevância para a academia e a sociedade.

Queira Deus nos livrar de ambos os perigos e nos conceder a graça de combinar sempre qualidade e confessionalidade.

Rev. Dr. Augustus Nicodemus Lopes
Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie

Nossos agradecimentos aos que contribuíram significativamente para o texto desta Carta: Dr. Alderi Souza de Matos, Dr. Marcel Mendes e Dr. Hermisten Maia Pereira da Costa.
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1. HUGHES, John A. Por que Educação Cristã e não Doutrinação Secular? In: MACARTHUR, John (Org.). Pense Biblicamente!: recuperando a visão cristã do mundo. São Paulo: Hagnos, 2005, p. 376.

2. KUYPER, Abraham. Calvinismo. São Paulo: Cultura Cristã, 2002, p. 137-138.

3. Entrevista dada em dezembro de 2003, acessada em novembro de 2007 em http://novaescola.abril.com.br/index.htm?ed/168_dez03/html/falamestre.

4. “A cosmovisão cristã tem coisas importantes a dizer sobre a totalidade da vida humana”. NASH, Ronald H. Questões Últimas da Vida. São Paulo: Cultura Cristã, 2008, p. 19.

5. MCGRATH, Alister E. Paixão pela Verdade: a coerência intelectual do Evangelicalismo. São Paulo: Shedd Publicações, 2007, p. 60.

Fonte: http://www.mackenzie.br/cp2010.html

140 anos do Mackenzie (Universidade Presbiteriana Mackenzie)


por Raquel Magalhães

Trazer à memória de todos os presentes um pouco da história do Instituto Presbiteriano Mackenzie e render graças ao Senhor por tudo quanto Ele já fez e pode fazer pela instituição. Este foi o tema da pregação do reverendo Roberto Brasileiro, presidente do Supremo Concílio da IPB, no culto em comemoração ao aniversário de 140 anos da instituição, realizado na última segunda-feira, dia 18, no auditório Ruy Barbosa.

“Não há lógica humana que explique a existência do Mackenzie. O Mackenzie é fruto da misericórdia de Deus”, disse o pregador, numa menção aos tempos difíceis que o Instituto já enfrentou no passado.

A solenidade teve início às 20 horas. A abertura foi realizada pelo reverendo Augustus Nicodemus, chanceler do Mackenzie. “Este é um culto solene cujo único objetivo é rendermos graças a Deus por mais este aniversário da nossa Instituição”, disse ele.

Durante a pregação, o reverendo Roberto Brasileiro, que pregou com base no texto bíblico localizado em Deuteronômio 8, destacou a importância do compromisso cristão da Instituição e exortou os que trabalham no Mackenzie a darem real testemunho. “Temos que pautar nossas vidas baseados nos mandamentos de Deus. Nós, como Mackenzie, temos que honrar aqueles que estão postos como autoridades, respeitar as famílias, sermos fieis à Palavra, darmos bons testemunhos e não sermos motivados pela inveja”, alertou o ministro.

Brasileiro aproveitou a ocasião para mencionar alguns planos para o futuro do Mackenzie. “Estamos olhando para os 150, 200 anos do Mackenzie. Quem sabe até lá nós já teremos um prédio da instituição no Rio de janeiro, outro em Brasília, Belo Horizonte... Que, ao contemplarmos essas conquistas que ainda estão por vir, nós tenhamos plena convicção de que toda honra e toda glória devem ser dadas a Deus. Que tudo que temos é bênção e graça de Deus”, concluiu.

Durante o culto solene, estiverem presentes representantes dos Sínodos de São Paulo, autoridades do Mackenzie, do Supremo Concílio da IPB, entre outras centenas de convidados. Destaque para a participação de um coral, com mais de 300 vozes, formados por membros de igrejas de São Paulo, que reuniram, especialmente, para cantar durante a celebração do aniversário do Mackenzie.

Fonte: http://www.ipb.org.br/portal/noticias/454-140-anos-do-mackenzie

MANIFESTO da IPB sobre o 2o. Turno.

Em nota, IPB nega apoio político e clama por consciência no voto
A Igreja Presbiteriana do Brasil emitiu documento que foi publicado no site oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil, através do presidente Supremo Concílio, Rev. Roberto Brasileiro Silva, afirmando que a denominação “não apóia individual e oficialmente nenhum candidato ou partido político, bem como, nenhum de seus membros tem autorização para falar em seu nome”.

No documento também há esclarecimento de que durante os encontros nos quais se fala sobre política e eleições, a liderança da denominação apenas tem “orientado seus membros a votarem com consciência e senso crítico”. Leia abaixo a íntegra do documento:

EM TEMPO DE SEGUNDO TURNO DAS ELEIÇÕES GERAIS NO BRASIL

A Igreja Presbiteriana do Brasil, em obediência à Sagrada Palavra de Deus, reconhece que Deus é o Soberano Senhor sobre toda a terra e que seu governo abrange todas as dimensões da existência humana. Assim, todo ser humano investido de autoridade está sujeito a Deus, pesando sobre ele o dever de exercer suas funções públicas com equidade e fidelidade. Os cristãos são conclamados a participar no processo eleitoral e político do mesmo modo como precisam se envolver nas demais áreas da sociedade. À igreja, pois, cabe a tarefa de orientar seus membros para que sejam responsáveis e atuantes em cumprimento aos mandados de Deus.

Reafirmamos que a Igreja prima pela inviolabilidade da consciência política de seus membros e, portanto, não apóia individual e oficialmente nenhum candidato ou partido político, bem como, nenhum de seus membros tem autorização para falar em seu nome, indicando ou apoiando em nome da Igreja qualquer candidato. Não apresentamos nenhum nome com a intenção de manipular ou induzir as pessoas, impondo-lhes a obrigação de votar nos mesmos.

A Igreja Presbiteriana do Brasil fala por meio de Concílios e não por indivíduos, mesmo que investidos de autoridade pastoral individualizada. O Supremo Concílio da Igreja reunido em Curitiba, em julho de 2010, não oficializou nenhum apoio a quaisquer candidatos e nem a partidos políticos específicos, somente orientou que a Igreja no seu todo participe de forma crítica levando em conta as propostas apresentas. O direito do voto é intransferível e inegociável e deve expressar a consciência do cristão verdadeiro.

A Igreja Presbiteriana do Brasil já tem de forma pastoral orientado os seus membros e publicado o seu posicionamento oficial em relação a questões críticas discutidas neste momento de debate político.

Rogando as mais ricas bênçãos sobre o povo de Deus nessa hora, e suplicando ao Senhor da Seara que abençoe os membros da Igreja Presbiteriana do Brasil no exercício fiel de sua cidadania, despeço-me.

Do servo,

Rev. Roberto Brasileiro Silva
Presidente do Supremo Concílio Igreja Presbiteriana do Brasil

Data: 22/10/2010 08:37:26
Fonte: Portal IPB e http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=10861

Afinal, quando começou e para que serve o governo? por Solano Portela

Para ler o texto, cliqui aqui - DIREITO REFORMACIONAL.

10/16/2010

Chegou o segundo turno – e agora? A Hora da Decisão na campanha presidencial 2010.

Postado por Solano Portela

A justiça exalta as nações, mas o pecado é o opróbrio dos povos. Provérbios 14.34

Quando se multiplicam os justos, o povo se alegra, quando, porém, domina o perverso, o povo suspira. Provérbios 29.2

Contrariando as projeções das pesquisas e as expectativas da candidata Dilma Rousseff as eleições presidenciais de 2010 foram remetidas ao segundo turno, possivelmente até para surpresa do candidato José Serra, o segundo colocado.

Os analistas divergem quanto às causas principais desse resultado. Inicialmente, falou-se bastante na influência da intensa campanha movida pela Internet, por evangélicos, católicos e até espíritas, apontando as posições, do partido da líder nas pesquisas, em favor do aborto, da defesa ao casamento homossexual e da proibição a identificar o homossexualismo como o pecado que é. Essas e outras posições moralmente condenáveis integram tanto o malfadado projeto lei PLC 122/2006, quanto o execrável Plano Nacional dos Direitos Humanos, em sua terceira versão. Estes, sob o suposto manto de oposição à discriminação (atualmente, convicções religiosas estão sendo automaticamente rotuladas pejorativamente de “preconceito” ou de “discriminação”), procuram impingir formas de vidas condenáveis pela Palavra de Deus a todas as famílias brasileiras. Devemos lembrar, também, que o partido da Sra. Dilma suspendeu os direitos partidários de dois dos seus integrantes por manterem convicções contrárias a essas bandeiras defendidas pelos militantes.

Mais recentemente, a imprensa passou a apontar os casos de corrupção na Casa Civil, protagonizados pela família de Erenice Guerra, como sendo o principal fator responsável pela perda de votos da candidata Dilma, frustrando os planos de que a eleição presidencial fosse decidida no primeiro turno.

Qualquer que tenha sido o fator principal, ou, o que é mais realista, a combinação de fatores, a verdade é que ganhamos uma prorrogação na qual podemos refletir adicionalmente em nossas responsabilidades como cristãos. Aproveitando essas “horas extras”, não deveríamos esquecer que:

1. O SENHOR é que governa as nações (Sl 22.8). O Salmo 24.1-2 diz: “Ao SENHOR pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam. Fundou-a ele sobre os mares e sobre as correntes a estabeleceu”. Esse governo inclui a determinação de quem governa, ou não, conforme lemos em Daniel 2.21: “... é ele quem muda o tempo e as estações, remove reis e estabelece reis; ele dá sabedoria aos sábios e entendimento aos inteligentes”. Isso significa que, contrariamente ao que ensinam alguns teólogos contemporâneos, os quais dizem que Deus não interfere nos afazeres dos homens, e até nem teria poder sobre o futuro, pois este ainda não aconteceu, a Bíblia claramente ensina que a regência soberana de Deus é uma realidade. Ela é exercida sobre os governantes e nações, independentemente do sistema de governo encontrados nelas. Para nós, neste momento, significa que qualquer que seja o resultado da eleição, este está debaixo da soberania divina; nada fugiu ao seu controle. Deus tem os seus propósitos e os cumprirá, com certeza. Nunca há lugar para orgulho excessivo, nem para desespero.

2. Pessoas recebem de Deus a delegação de governar sobre outros. A fé reformada reconhece que o governo é dádiva da graça comum de Deus. Qualquer governo é melhor do que anarquia. No pensamento reformado, o governo é uma conseqüência do pecado, fruto da benevolência de Deus (não faz parte da “lei natural”, como afirmam os católicos-romanos). Ele foi especificamente definido a Noé (Gn 9), como representante da humanidade, colocando a força na mão das autoridades, para punir os malfeitores. Detalhamento adicional, no Novo Testamento, temos em Romanos 13.1-7, onde os governantes são chamados de Ministros de Deus, para punição do mal e reconhecimento dos que praticam o bem. Essa é uma tremenda responsabilidade para quem governa, pois mostra que o poder não é absoluto nem divorciado das obrigações para com os absolutos de Deus. Fala-se muito, hoje em dia, do estado laico, como se não houvesse qualquer obrigação estatal de observar princípios universais de justiça e equidade, que procedem de Deus. Enquanto reconhecemos a separação da igreja e do estado, como esferas autônomas; devemos reconhecer, também, que ambos prestam contas a Deus. É inadmissível e é condenável o estado que promove e patrocina atos imorais e de injustiça, e os governantes devem ser relembrados disto.

3. Temos obrigações para com os governantes. A Bíblia é clara quando aponta o caminhar cristão como o de cidadãos responsáveis e respeitosos das autoridades instituídas. Atos 26.2-3 e 24-25 registram o respeito que Paulo tinha para com as autoridades governamentais, até para com aquelas que procediam injustamente para com ele (veja também 1 Pedro 2.13-15 e 18). E é ele que escreve em sua primeira carta a Timóteo (2.2) que devemos honrá-las e interceder por elas, para que tenhamos uma vida tranqüila (ou seja, para que cumpram a finalidade para a qual existem: garantir o bem-estar e segurança dos cidadãos). Obediência às autoridades é, portanto, esperada dos Cristãos e o limite dessa obediência é estabelecido pela própria Palavra de Deus (Atos 4.19-20 e 5.29). Esse limite é quando o governo procurar legislar CONTRA o que Deus nos comanda em sua palavra; quando ele procurar estabelecer que o que é “mal”, o que é “amargo” e “escuro”, é “bem”, “doce” e “luz” (Is. 5.20-21). Nesses casos, então, “importa obedecer a Deus” e não aos homens. Talvez esse seja um dos grandes testes à igreja nos anos à frente: os cristãos irão afrouxar e diluir os padrões bíblicos, mediante a pressão e a legislação governamental, ou manterão a sua identidade e lealdade à Bíblia?

4. Escolher governantes é um grande privilégio. O povo de Deus subsistiu debaixo dos mais diversos regimes: monarquia, impérios despóticos, regência militar, etc. A obrigação foi sempre de se manter fiel a Deus, e ao testemunho cristão, e respeitoso para com as autoridades, independentemente de como chegaram ao poder. No entanto, indubitavelmente, ter a capacidade de escolher os representantes, como ocorre em uma democracia representativa, é um grande privilégio. Não devemos desprezar essa bênção e essa liberdade recebida de Deus. O voto é também uma maneira de expressar convicções e de defender posições que mais se aproximem das diretrizes divinas. Se a eleição é uma metodologia instituída na Bíblia até para as questões sagradas, na igreja (Atos 6.1-5; 14.23), não há porque disputar a legitimidade dela para escolhas de líderes, na esfera governamental.

Considerando todas essas coisas, não devemos ser ingênuos e achar que a candidata Dilma é do mal, enquanto que o candidato Serra é do bem. Enquanto que as posições partidárias da Sra. Dilma estão bem explicitadas, e elas claramente contradizem o caminhar cristão; além dos seguidos casos de corrupção governamental, aos quais as autoridades têm dado importância mínima; não podemos esquecer que o Sr. Serra tem a infame honra de ser promotor da promiscuidade sexual, sob o suposto manto da prevenção do HIV, com as terríveis campanhas, quando ocupava o ministério da saúde.

De um lado, a Sra. Dilma procura convencer a todos de que suas posições com relação ao aborto mudaram e que ela, agora, é pró-vida. No entanto sua nova argumentação fala do aborto apenas como sendo “violência à mulher” – nenhuma palavra quanto aos direitos da criança, ou quanto à santidade da vida. Além disso, fala constantemente do aborto como sendo uma questão de “saúde pública”, como se fosse comparável a uma estomatite, ou cárie dentária, sem nenhuma implicação moral. Do outro lado, é possível que as recentes posições conservadoras do Sr. Serra, sobre essa questão, sejam mais estratégia eleitoral, do que fruto de convicções éticas profundas(recente pesquisa mostra que 73,5% dos brasileiros são contra o aborto). Afinal, não podemos esperar muito do antigo líder da UNE que vulgarizou o sexo livre, popularizando o “Bráulio”.

Alguém pode dizer: “não há saída – somente anulando o voto”! . Não acredito na promoção do voto nulo, pois ele deveria somente ser fruto de erro de votação e não de uma ação racional. Quem tiver fortes convicções de abstenção, resta a alternativa do voto em branco – esse , sim, é uma expressão de uma decisão consciente. No entanto, deve haver a percepção de que assim se abdica de um privilégio (mais que um direito) de pontuar uma escolha. Essa raramente será uma escolha sem qualificações, ou com a expectativa de um governante e um governo ideal, mas é sempre uma alternativa para barrar um caminho pior à nação (o que o voto em branco ou nulo não conseguirá).

No entanto, sem a ingenuidade de achar que uma eventual eleição do Sr. Serra venha a representar a resolução de todos os problemas e a restauração plena da ética ao governo, vou dar a ele o meu voto. Farei isso apesar de discordar dele em outras questões não morais, mas administrativas, como, por exemplo, sua defesa, idêntica à da oponente, de um estado gigante, paternalista e suas posições contra privatizações, ignorando o benefício dessas no Brasil e no mundo, mas considero ele o menor dos males, na conjuntura atual. Creio também que ele chegou à percepção de que os governantes não podem tripudiar impunes às questões morais universais, impressas por Deus até na consciência dos ímpios (Romanos 2.14-15) e assim trará um melhor governo ao Brasil. Creio, em adição, que as sandices verbais, que hoje são proferidas em aura de impunidade e bajulação, serão melhor controladas. Acredito que, com o Sr. Serra, teremos uma política externa mais coerente e menos aventureira do que a atual, que corteja e engrandece déspotas, assassinos e tiranos. Estarei com a esperança de que o Sr. Serra, se eleito, não apenas lembre a "voz do povo" que o elegeu, sobre essas questões de moral e ética tão importantes ao bem estar da nossa nação, mas que também a respeite, juntamente com seus ministros e equipe. Isto é plausível, pois ele não estará tão amarrado a certas aberrações de uma plataforma oficial de partido quanto está, de certo, a outra candidata.

Em paralelo, espero manter minhas convicções cristãs, independentemente de quem ganhe, suplicando que Deus me ajude a, em intercessão, poder expressar as críticas, quando pertinentes, sempre de maneira respeitosa e fiel à Palavra.

Solano Portela
Fonte: http://tempora-mores.blogspot.com/2010/10/chegou-o-segundo-turno-e-agora-hora-da.html

Associação em defesa dos homossexuais critica Dilma e Serra por pauta religiosa

Estejamos alerta! Muitos têm uma visão reducionista do Estado, e em nome de um "Estado Laico" acham que o Estado não deve ter princípios e moralidade. Para eles, moralidade é moralismo, princípios e valoers são questões religiosas. Não existe neutralidade (ideológica) na ciência, e também não existe um Estado ausente de princípios e valores. Não existe um "Estado Neutro em valores". Muitos querem princípios e moralismos dentro de suas cosmovisões naturalistas que é essencialmente anti-teísta e anti-cristã. Porém, os cristãos ainda são maioria em muitos Estados, por isso, merecem respeitos.

O Estado que é verdadeiramente Laico (Republicano do Ocidente Cristão) não é amordaçamento pelo reducionismo do naturalismo científico e com todas as suas variáveis relativistas morais. O Estado Laico não significa ausência de valores. Colocar o aborto como questão de saúde pública e a questão do homossexualismo como homofobia é fazer religião e apologia contrária as ensinos bíblicos, cristãos e teístas. Infelizmente, a maioria do PT e grande parte do PSDB e seus respectivos aliados já foram tragados pelo relativismo moral e ético.

Todo Estado precisa decidir se quer caminhar nas Leis de Deus com toda a sua dimensão moral e ética ou o Estado estará opoiando, estimulando, incentivando e regulamento posturas e comportamentos contrários ao Teísmo histórico. O Estado deve na sua essência reconhecer que Deus está acima de todas coisas e tudo o que ele fizer de contrário aos princípios e valores cristãos ele prestará conta já e no futuro das suas ações.

Prof. Luis Cavalcante - http://luis-cavalcante.blogspot.com/

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DE SÃO PAULO

A ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) divulgou nesta sexta-feira uma carta na qual critica os presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) por conta da pauta religiosa que domina o debate na segundo turno.

"Não é aceitável que o preconceito, o machismo e a homofobia sejam estimulados por discursos de alguns grupos fundamentalistas e ganhem espaço privilegiado em plena campanha presidencial", afirma a associação, que diz reunir 237 entidades.

O grupo lembra que o Estado brasileiro é laico. "O avanço da democracia brasileira é que tem nos permitido pautar, nos últimos anos, os direitos civis dos homossexuais e combater a homofobia."

Para a associação, é preocupante o uso da fé para influir no resultado das eleições.

"Nos últimos dias, ficou clara a inescrupulosa disposição de determinados grupos conservadores da sociedade a disseminar o ódio na política em nome de supostos valores religiosos."

A carta cita projetos de combate a homofobia que Serra participou como ministro, prefeito e governador de São Paulo e Dilma como ministra.

"Candidatos, não maculem suas biografias e trajetórias. Não neguem seu passado de luta contra o obscurantismo", diz a carta.

Nesta sexta-feira, pressionada pelos segmentos religiosos, Dilma assinou nesta sexta-feira uma carta em que afirma ser "pessoalmente contra o aborto".

O documento não cita diretamente a polêmica em torno da união civil entre homossexuais.

No entanto, Dilma afirma que se o projeto que criminaliza a homofobia, o chamado PLC 122, for aprovado no Senado, o "texto será sancionado nos artigos que não violem liberdade de crença, culto e expressão". O temor dos cristãos é que o projeto impeça sermões e pregações contra homossexuais.

Já Serra afirmou ontem que é a favor da união civil das pessoas do mesmo sexo. No entanto, disse que o casamento é uma questão ligada à religião.

"Acho que a questão do casamento propriamente dito está ligada às igrejas. A união em torno dos direitos civis já existe, inclusive, na prática, no Judiciário. Eu sou a favor do efeito do direito. Outra coisa é o casamento, que tem o componente religioso. Cabe a igreja decidir sua posição", afirmou o tucano.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/815214-associacao-em-defesa-dos-homossexuais-critica-dilma-e-serra-por-pauta-religiosa.shtml

10/11/2010

PT + Dilma + as FARC + CUBA e Cia = ???

O filósofo Olavo de Carvalho fala sobre PT, parada gay, narcotráfico e destruição da família!

Abra o Olho - Brasil, cuidado com o histórico político!

Lula e Dilma no Foro de São Paulo - Atrasos & Esquerdas

John Piper, o pastor batista calvinista fala com amor aos homossexuais!

ES: evangélicos vão fazer campanha contra Dilma Rousseff

Alex Cavalcanti Direto de Vitória

O coordenador de comunicação do Fórum Político Evangélico do Espírito Santo e presidente da Associação dos Pastores Evangélicos da Grande Vitória, Enoque de Castro, anunciou nesta quarta-feira (6) que as duas entidades vão fazer campanha contra a candidata Dilma Roussef (PT) à presidência da República.

Segundo Castro, a decisão foi tomada em consulta às igrejas associadas, em resposta às propostas da candidata e do PT para temas como aborto e união civil homossexual, entre outros. "Há o risco de vermos alguns princípios religiosos afetados. Há uma posição da Dilma e do PT em defesa do aborto, da união civil entre pessoas do mesmo sexo", afirmou.

Segundo o pastor, a estimativa é de que haja no Espírito Santo cerca de 1,35 milhão de evangélicos. Castro é enfático ao criticar a mudança de posição da candidata Dilma em relação ao aborto. "Eu tenho várias matérias de jornais em que a ex-ministra Dilma se posiciona a favor do aborto. Essa mudança de opinião é eleitoreira, é de conveniência. A comunidade evangélica não vai cair nessa", afirma o pastor.

Castro explica ainda que a decisão de apoiar José Serra (PSDB) foi tomada após consulta à principais lideranças evangélicas do Estado. "No primeiro turno, nós decidimos apoiar a Marina Silva (PV) e isso é nítido, diante da expressiva votação que ela teve no Estado. Agora, no segundo turno, vamos apoiar o Serra", explica o pastor.

No Espírito Santo, a disputa entre os três principais candidatos à presidência foi apertada. Dilma conquistou 37,25% dos votos válidos; Serra, 35,44%; e Marina Silva, 26,26%.

Fonte: TERRA

Evangélicos crescem no Congresso; PSC tem mais representantes

A Bancada Evangélica eleita em 2010 cresceu em relação à representação atual. Tomarão posse, em 2 fevereiro de 2011, 63 deputados e três senadores evangélicos. Com este número, os evangélicos se aproximam da sua maior bancada no Legislativo Federal, registrada em 2003/07.
Na 53ª legislatura (2007-2011) foram eleitos apenas 43 deputados e senadores de um total de 594 congressistas - 513 deputados e 81 senadores. Nesta eleição estavam em disputa 2/3 das cadeiras do Senado ou 54 vagas.

A Bancada Evangélica tem forte atuação no Congresso quando estão em pauta temas como a legalização do aborto ou a união civil, que permite que pessoas do mesmo sexo consumem relacionamento afetivo reconhecido pelo Estado, com direitos como os concedidos aos casais heterosexuais.

Foram eleitos 34 novos congressistas com orientação religiosa evangélica. Os reeleitos foram 32.

O Senado receberá um reforço, na próxima legislatura, do deputado Walter Pinheiro (PT/BA), eleito para a Câmara alta, que se unirá aos já veteranos Magno Malta (PR-ES) e Marcelo Crivella (PRB-RJ), reeleitos para à Casa para um mandato de mais oito anos.

Partidos
Entre os partidos, o PSC é o que mais representantes da corrente terá no Parlamento. São 11 nomes, seguidos de perto pelo PR, com 10 e PRB, com 9.

Entre os destaques da bancada, a cantora gospel Lauriete (PSC-ES). Ela é casada com o presidente da legenda no estado e deputado estadual, Reginaldo Almeida. Eleita com 70 mil votos, essa será a sua primeira experiência política.

Anthony Garotinho (PR) também reforçará a bancada evangélica no Congresso. Com mais de 500 mil votos, o deputado carioca chega com a experiência de ex-governador do Rio e ex-prefeito de Campos. Exercerá o primeiro mandato de deputado federal.

Veja, na tabela abaixo, a composição da Bancada Evangélica:



Fonte: DIAP

Paul Washer - O que é Salvação (Em Dois Minutos)

Association of Biblical Counselors - http://christiancounseling.com

Narth - National Association For Research & Therapy of Homosexuality

The Association of Christian Therapists - www.ACTheals.org

Christian Counseling & Educational Foundation - http://www.ccef.org

Society for Christian Psychology - http://christianpsych.org

Pela Proibição Urgente da Droga Cigarro no Brasil

História da música "Amazing Grace (Maravilhosa Graça)"

ANTES DE QUALQUER COISA, OUÇA ESTE VÍDEO E MEDITE!

OS PURITANOS

IPB

APMT

Plantango Igrejas Presbiterianas pelo Brasil