12/31/2009

PARA PENSAR COM MARK DRISCOLL e PITÁGORAS

"Somos arrogantes e orgulhosos, que é o pior pecado, a mãe de todos os pecados. E chamamos isso de auto-estima." Mark Driscoll

“Se não tens um amigo para te corrigir os defeitos, paga um inimigo para te prestar este benefício” (Pitágoras).

CONGRESSO NACIONAL 2010 DA MOCIDADE PRESBITERIANA

Em 2010 desembarque no maior evento da juventude presbiteriana e descubra maneiras de mexer nas estruturas do mundo que nos cerca. Serão dias de produção de ideias e projetos para os próximos anos de trabalho com a Mocidade Presbiteriana do Brasil.
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Oficinas

- Evangelização Urbana: Teoria e Prática
- Relacionamentos: Enfrentando Conflitos Familiares
- Empregabilidade sob a ótica cristã
- Homossexualidade: aspectos religiosos, sociais e políticos
Evangelização urbana: Teoria e prática
Rev. Ademir Honorato
Secretário de Missões do Presbitério Cabo Frio; Pastor da IP Silva Jardim/RJ.

Relacionamentos: Enfrentando conflitos familiares
Drª Gláucia Medeiros
Psicóloga; Diretora do Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos do RJ - CPPC; Membro da IPB Tijuca/RJ.

Empregabilidade sob a ótica cristã
Luis Cavalcante
Teólogo, Economista e Consultor de RH; Membro da IPB Osasco/SP.

Homossexualidade: Aspectos religiosos, sociais e políticos
João Luiz Santolim
Presidente do Movimento pela Sexualidade Sadia - MOSES; Membro da IPB da Barra da Tijuca/RJ.

Fonte: http://www.mocidadepresbiteriana.com.br/cn2010/index.php?target=ficha e http://www.vigiai.net/news.php?readmore=500

12/28/2009

CONSELHEIRO CRISTÃO DA INGLATERRA DEMITIDO POR SE OPOR A PARCERIAS DE MESMO SEXO

por Hilary White

LONDRES, Inglaterra, 30 de novembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Um conselheiro cristão de questões matrimoniais na Inglaterra juntou-se às crescentes fileiras de homens e mulheres na Inglaterra que foram demitidos por suas convicções cristãs.

Gary McFarlane, um antigo advogado e conselheiro de tempo parcial de 48 anos que trabalhava para uma instituição beneficente voltada para aconselhamento de relacionamentos, foi demitido quando se recusou a sancionar relacionamentos de mesmo sexo como equivalentes dos relacionamentos dos casais heterossexuais.

Maiores informações, CLIQUE AQUI.

SOLA SCRIPTURA - SOMENTE AS ESCRITURAS - JOÃO CALVINO

SOLA SCRIPTURA - SOMENTE AS ESCRITURAS - JOÃO CALVINO

(As Institutas da Religião Cristã - Livro I, Capítulo 6)

Para que Alguém Possa Chegar a Deus, O Criador,
É Necessário Que Tenha A Escritura Por Guia e Mestra.

O Verdadeiro Conhecimento de Deus está na Bíblia.

Portanto, se bem que o fulgor que se projeta aos olhos de todos, no céu e na terra, retire totalmente toda base para a ingratidão dos homens - e ainda que Deus, para envolver o gênero humano na mesma culpa, mostre a todos esboçada nas criaturas, sua Divina Majestade -, é necessário, contudo, além disso, acrescentar outro recurso melhor, que nos dirija retamente ao próprio Criador do universo. Por isso, não foi em vão que Deus acrescentou a luz de Sua Palavra para fazer-Se conhecido para a salvação do homem. E considerou dignos deste privilégio a todos aqueles aos quais quis trazer, para perto de Si, mais aproximada e intimamente.

Ora, porque Deus via a mente de todos ser arrastada, de um lado para outro, por constante e imutável agitação - depois de escolher os judeus para Si, como povo especial -, cercou-os por todos os lados, para que não se extraviassem com os demais povos. E não é em vão que ele nos mantém, por meio do mesmo remédio, no puro conhecimento de Si próprio, porque, de outra forma, se desfariam bem rapidamente até mesmo os que parecem mais firmes do que os outros. É exatamente como acontece com pessoas idosas ou enfermas dos olhos, e a todos quantos sofre de visão embaraçada: se pusermos diante delas até mesmo um volume vistoso, ainda que reconheçam estar ali algo escrito, mal poderão, contudo, ajuntar duas palavras. Ajudadas, porém, com o auxílio de óculos, essas pessoas começarão a ler de maneira eficiente. Assim a Escritura, reunindo na nossa mente, o conhecimento de Deus - que, de outro modo, seria confuso fazendo desaparecer a escuridão -, mostra-nos, com clareza transparente, o Deus Verdadeiro.

Constitui, pois uma dádiva singular o fato de Deus - para instruir a igreja -, servir-Se não apenas de mestres mudos, mas, ainda, abrir sua boca sacrossanta para não simplesmente proclamar que se deve adorar a Deus, mas também, ao mesmo tempo, declarar que Ele é esse Deus a quem devemos adorar. E não ensina Ele meramente aos eleitos que devem obedecer a Deus, mas mostra-Se como Aquele a Quem eles devem obedecer. Este modo de agir Deus tem mantido para com sua igreja, desde o princípio, de modo que, afora essas evidências comuns, Ele aplicasse também a palavra que é a marca direta e segura para reconhecê-LO.

Nem é para se duvidar de que Adão, Noé, Abraão e os demais patriarcas - em função deste recurso - tenham conseguido mais íntimo conhecimento de Deus, fato que, de certo modo, os destingüe dos incrédulos. Não estou falando ainda da doutrina da fé, pela qual eles haviam sido iluminados para a esperança da vida eterna. Ora, para que pudessem eles passar, da morte para a vida, foi necessário que eles conhecessem a Deus não apenas como Criador, mas também como Redentor, pois eles chegaram a conhecer a Deus desses dois modos, seguramente, através da Palavra.

Ora, pela ordem, veio primeiro aquela modalidade de conhecimento mediante o qual lhes foi dado compreender quem é Deus, por meio de Quem o mundo foi criado e é governado. Em seguida, acrescentou-se, depois, a outra modalidade de conhecimento, interior, porque só esse conhecimento vivifica as almas mortas e só por ele se conhece a Deus não apenas como Criador do universo, Autor e Árbitro único de todas as coisas que existem, mas também na Pessoa do Mediador, como Redentor. Contudo, porque não tratei ainda da queda do mundo e da corrupção da natureza, não apresento ainda, aqui, o remédio.

Devem lembrar-se, portanto, os leitores de que não farei ainda considerações a respeito do pacto, mediante o qual Deus adotou, para Si, os filhos de Abraão, mas tratarei ainda daquela parte da doutrina pela qual os fiéis sempre foram apropriadamente separados das pessoas profanas, por aquela doutrina se fundamenta em Cristo (e, por isso, deve ser abordada na seção Cristológica); Agora, entretanto, só focalizarei como se deve aprender, da Escritura, que Deus como Criador, se distingue - por meio de marcas seguras - de toda a inventada multidão de deuses. Oportunamente depois, a própria seqüência dos fatos conduzirá ao estudo da redenção. Embora devamos derivar muitos testemunhos do Novo Testamento, e outros testemunhos da lei e dos profetas - onde se faz clara referência a Cristo -, sabemos que todos estes testemunhos visam mostrar que Deus, o Artífice do universo, se torna patente na Escritura e nela também se ensina o que devemos pensar a respeito de Deus, para que não busquemos, por caminhos tortuosos, alguma divindade incerta.

A Bíblia é a Palavra de Deus Escrita

Quer Deus Se tenha feito conhecido, aos patriarcas, através de visões ou oráculos, quer tenha dado a conhecer - mediante a obra e ministério de homens -, aquilo que, depois, transmitiria a pósteros pelas próprias mãos, está fora de dúvida que Deus gravou, no coração deles, a firme certeza da doutrina, de modo que fossem convencidos de que procedia de Deus o que haviam aprendido. Por isso Deus, pela Sua Palavra, tornou a fé segura para sempre, fazendo-a superior a toda mera opinião. Finalmente para que em perpétua continuidade de doutrina, a verdade permanecesse no mundo, sobrevivendo a todos os séculos, quis Deus que esses mesmos oráculos - que deixou em depósito com os Patriarcas -, fossem registrados como em públicos instrumentos. Com este propósito foi promulgada a Lei, à qual se acrescentaram, depois, como intérpretes, os Profetas.

Ora, se bem que foi múltiplo o uso da lei - como se verá no lugar mais adequado -, na verdade, foi dada especialmente a Moisés e a todos os profetas (a responsabilidade de) ensinar o modo de reconciliação entre Deus e os homens, fato que levou Paulo a dizer que Cristo é o fim da Lei (Rm.10:4). Contudo, torno a afirmar que, além da apropriada doutrina da fé e do arrependimento - que apresenta Cristo como Mediador -, a Escritura adorna, com sinais e marcas inconfundíveis, o Deus Único e Verdadeiro como Criador e Governador do mundo, para que Ele não seja confundido com a espúria multidão de deuses.

Portanto, por mais que ao homem sério convenha levar em conta as obras de Deus - um vez que foi ele colocado no belíssimo teatro do mundo para ser espectador da obra divina -, contudo, para ele poder aproveitá-la melhor, precisa dar ouvido à Palavra. Por isso, não é de admirar que os que nasceram nas trevas endureçam, mais e mais, a sua sensibilidade, visto que muito poucos se submetem docilmente à Palavra de Deus, de maneira a respeitar os seus limites; ao contrário, antes se gloriam em sua presunção.

Mas, para que a verdadeira religião resplandeça em nós, é preciso que ela seja o ponto de partida da doutrina celeste, pois não pode provar se quer o mais leve gosto da reta e sã doutrina, senão aquele que se tornar discípulo da Escritura. Pois o princípio do verdadeiro entendimento vem do fato de abraçarmos, reverentemente, o Deus testifica de Si mesmo na Escritura. Da obediência à Palavra de Deus nascem não somente a fé consumada e completa, em todos os seus aspectos, mas também todo reto conhecimento de Deus. E neste aspecto, fora de toda dúvida, Deus, com singular providência, levou em conta os mortais em todos os tempos.

A Bíblia é o Único Escudo que Nos Protege do Erro

De fato, se refletirmos quão acentuado é a tendência da mente humana para esquecer a Deus, quão grande é a inclinação dos homens para com toda espécie de erro e quão pronunciado é o gosto deles para forjar, a cada instante, novas fantasiosas religiões, poderemos perceber como foi necessário a autenticação escrita da doutrina celeste, para que ela não desaparecesse pelo esquecimento, nem se desfizesse pelo erro, nem fosse corrompida pela petulância dos homens.

Deste modo, como está sobejamente demonstrado, Deus providenciou o auxilio de Sua Palavra para todos aqueles aquém quis instruir de maneira eficaz, pois sabia ser insuficiente a impressão de Sua Imagem na estrutura do universo. Portanto, se desejamos, com seriedade, contemplar a Deus de forma genuína, precisamos trilhar a reta vereda indicada na Sua Palavra.

Importa irmos à Palavra na qual, de modo vivo e real, Deus Se apresenta a nós em função de Suas obras, ao mesmo tempo em que essas mesmas obras são apreciadas, não sendo o nosso julgamento corrompido, mas de acordo com a norma da verdade eterna. Se nos desviarmos da Palavra, como ainda há pouco frisei, mesmo que nos esforcemos com grande empenho - pelo fato de a corrida ser fora da pista - jamais conseguiremos atingir a meta. Devemos pensar que o esplendor da face divina, que até mesmo o Apóstolo Paulo reconhece ser inacessível (I Tm.6:16), é para nós um labirinto emaranhado, no qual só podemos entrar se, através dele, formos guiados pelo fio da Palavra. Por isso, é preferível andar mancando, ao longo deste caminho a correr velozmente fora dele!

É por isso que, não poucas vezes, nos Salmos 93, 96, 97 e outros, ensinando que devemos tirar do mundo as superstições, para que floresça a religião pura, Davi representa a Deus como Aquele que reina, dando a entender, pelo termo reinar, não o poder de que Deus está investido e que exerce no governo universal da natureza, mas significando a doutrina pela qual reivindica, para Si, a legítima soberania, visto que jamais se pode arrancar os erros do coração humano, enquanto nele não se implantar o verdadeiro conhecimento de Deus.

A Revelação da Bíblia é Superior a Revelação da Criação

Por isso, onde o mesmo profeta afirma que os céus proclamam a glória de Deus, que o firmamento anuncia as obras das Suas mãos e que a regular seqüência dos dias e das noites apregoa a Sua majestade (Sl19:1-2), em seguida faz menção de Sua Palavra: "A Lei do Senhor" diz ele, "é perfeita e restaura as almas; o testemunho do Senhor é fiel e dá sabedoria aos simples; os mandamentos do Senhor são retos e alegram o coração; o preceito do Senhor é puro e ilumina os olhos" (Sl19:7-8). Ora, ainda que faça referência a outros usos da Lei, assinala ele, contudo, de modo geral, que Deus ainda que em vão convide a Si todos os povos, pela contemplação de Suas obras, oferece a Escritura como a única escola de Seus filhos.

Idêntica é a maneira como o Profeta fala no Sl.29, porque, depois de discursar a respeito da terrível voz de Deus - que sacode a terra com trovões, ventanias, chuvas, furacões e tempestades, fazendo tremer as montanhas e despedaçando os cedros - acrescenta, ao final, que no santuário de Deus se cantam louvores, visto que os incrédulos são surdos a todas as vozes de Deus, que ressoam nos ares! Da mesma maneira conclui ele outro Salmo, onde descreve as espantosas ondas do mar: "Confirmados foram os Teus testemunhos; a santidade é, para sempre, a formosura do Teu templo"(Sl.93:5). Daí vem também o que Cristo disse à mulher samaritana (Jo.4:22): que a gente dela e os outros povos adoravam o que desconheciam; que só os judeus prestavam culto ao Deus verdadeiro!

Ora, já que a mente humana, por causa da sua estupidez, não pode chegar até Deus, a menos que seja guiada e sustentada por Sua Sagrada Palavra, com exceção dos judeus (que eram guiados pela Palavra) todos os mortais - pelo fato de buscarem a Deus sem a Palavra -, tiveram de vagar na astultície e no erro!

Fonte: http://www.ocalvinista.com/2009/12/somente-as-escrituras-jcalvino.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+OCalvinista+%28O+CALVINISTA%29&utm_content=FeedBurner

CALVINISMO E POLÍTICA por Rev. Prof. Dr. Alderi Souza de Matos

Estudiosos de diferentes matrizes têm reconhecido a decidida contribuição prestada pelo movimento calvinista ao aperfeiçoamento das instituições políticas do mundo ocidental. As noções reformadas sobre a ordem política foram inicialmente articuladas por João Calvino e posteriormente aprofundadas em alguns pontos e modificadas em outros pelos seus sucessores.

Para continuar ler clique AQUI:

Calvinismo Versus Modernismo - A. Kuyper

Fonte: http://iber-ipo.blogspot.com/2009/12/calvinismo-versus-modernismo-kuyper.html

CARTA A BULTMANN

Conheça alguns sofismas da teologia liberal
http://tempora-mores.blogspot.com/2009/11/carta-bultmann.html

O Calvinismo e a Atividade Cultural



Calvino viveu num tempo de fermentação e mudanças, numa época que ele mesmo descreveu em termos ou mais elogiosos. Foi um tempo de renovação do pensamento, de profundos transtornos sociais e de conflitos religiosos. Tanto em relação aoRenascimento quanto à Reforma havia não apenas uma vívida consciência de retorno àquilo que, durante longo tempo, tinha ficado obscurecido – um retorno às fontes (= ad fontes) -, mas também havia a consciência de que esse retorno era o março de um novo começo, a emergência de uma nova idade que seria diferente, em grau marcante, daquela que a precedia imediatamente.

No meio de uma tal fermentação, não surpreende o fato de ter surgido, também, um sentido de transformação histórica. Esta consciência dominou também a Calvino. Seu ponto de vista a respeita da Lei Natural não o impediu de ser flexível com respeito às mudanças que tinham lugar por toda parte, ao redor dele. Ele sabia que era impossível associar a vontade de Deus com a ordem existente, pois fazer isto significaria sancionar as forças do conservantismo e da reação. A investida característica do seu tempo, contra as idéias e costumes bem estabelecidos, não era simplesmente destrutiva e destituída de sentido. Contudo, é claro que Calvino não abandonou tudo às formas da história, como já nos mostrou a discussão a respeito da Lei. Quando ele abraçou a doutrina da Lei Natural, ela mesma estava num tal abandono. Ele não repudiou seu ponto de vista de mudança - de Deus ou de Sua Lei – de forma a ser conduzido derrotando a trilha da revolução. Ainda que fosse mais controlado do que Lutero, em sua atitude para com essas forças, Calvino desprezou aqueles que, à margem da Reforma, combatiam com fervor revolucionário aquilo que estava estabelecido.

Não obstante, é verdade que Calvino tinha uma visão aguçada para (compreender) o papel da história. Além do mais, ele foi um homem moderno no sentido de não considerar a história simplesmente como um movimento de imagem de eternidade. Sua recusa em limitar a vontade soberana do Deus criador não poderia obstruir a história. Para Calvino, o sentido da história reside nela mesma. A história e as mudanças históricas estão incluídas na esfera da atividade soberana de Deus e realizam os propósitos de Sua vontade.

Possuiria então, Calvino, um princípio bem elaborado de mudanças históricas, princípio que favorecia a proeminência que ele dava à história sem cair, por um lado, no conservadorismo e, por outro, sem cair numa posição revolucionária? Teria ele uma clara noção daquilo que constitui a cultura, de modo a poder ver com clareza como a história e a formação da cultura histórica têm seu lugar dentro da ordem do cosmo, como Deus o criou? Na verdade, ele estava plenamente ciente daquilo que tinha sido feito no passado para a construção de um ponto de vista cristão a respeito da história pois lera os Pais da Igreja, inclusive Agostinho, que foi o primeiro a desenvolver aquilo que poderia ser chamado uma filosofia cristã da história. De fato, ele mesmo desenvolveu um ponto de vista a respeito da história. Contudo, a resposta às questões acima deve ser negativa. Calvino não desenvolveu uma filosofia da história, no sentido técnico desta palavra.

É melhor dizer que Calvino possuía um sentido sumamente afinado de atitude que o cristão deve ter com respeito à mudança histórica, um sentido que foi desenvolvido por seu estudo da história, na sua instrução e, especialmente, na sua profunda compreensão do ensino bíblico.

É significativo a esse respeito que, antes de sua conversão à fé evangélica, Calvino já estava plenamente envolvido naquilo que foi uma das mais poderosas forças modernizantes de seu tempo: o Renascimento humanístico. Isto já tinha produzido poderoso impacto nos círculos católico-romanos. Dá testemunho disto o fato de o líder do humanismo francês, Budé, ser um católico romano e ter influenciado alguns dos mais chegados companheiros de Calvino. Calvino firma-se primeiro como um humanista. Só depois alcançou ele o desenvolvimento que o transformou no maior sistematizador da Reforma. Tendo já colocado seus pés no mundo moderno, o problema de Calvino não seria o de como entrar na modernidade, mas o de como relacionar-se, ele mesmo e a nova cultura, com as velhas verdades do Evangelho, verdades que tinham sido outra vez trazidas à luz pela Reforma, e de como interpretar o mundo moderno à luz dessas verdades.

Não se deve também esquecer que Calvino, no interesse de aplicar as verdades do Evangelho à vida, foi levado à arena da vida prática. Seus princípios não tiveram, a respeito dessas verdades, aquele ar de irrealismo que caracteriza os esquemas ideais que têm pouco ou nenhum contato com a vida real. Há em Calvino um saudável realismo. Tem sido sugerido que seus princípios tiveram efeito porque ele estava em contato com as situações reais da vida e estava em condições de mudar essas situações.

Vemos Calvino, por exemplo, tentando, tanto quanto possível, repor as Leis Canônicas em Genebra, juntamente com os princípios da Lei Romana. Vemo-lo em cooperação comMarot, elevando o nível de apreciação pela música no culto. Vemo-lo entrando no campo da educação, com a fundação da Academia de Genebra, e tentando desenvolver uma verdadeira concepção cristã da cultura. Encontramo-lo, através de sua intensa atividade literária, elevando a alturas inabituais, o nível da Língua francesa. Na introdução de suasInstitutas da Religião Cristã, ele dirige ao rei de uma forma que lembra os antigos apologistas, pleiteando o bem-estar dos verdadeiros seguidores do Evangelho, mas afirmando, também, de uma forma que evidencia o mais profundo interesse pela situação política corrente, que os verdadeiros interesses do Estado só alcançam o progresso quando há verdadeira obediência a Cristo e às verdades de Sua Palavra. Na verdade, para Calvino, a Palavra de Deus não devia permanecer enclausurada no coração humano. Suas energias deviam irradiar-se por todo o mundo, em toda vida, incluindo o domínio da cultura.

No fundo, contudo, foi pelo fato de Calvino ter penetrado tão profundamente na concepção do mundo, que ele foi capaz de desenvolver um sentido próprio da história e da sua dinâmica. Foi por ter entendido, como Agostinho antes dele, o significado reprodutivo da doutrina bíblica da criação, que ele reconheceu a soberania e a providência de Deus sobre todas as coisas, de modo que coisa alguma escapa à vontade criadora de Deus. Isto tornou possível, para ele, ver que esta vontade se estende a toda história e àquilo que é central à história ou, seja, à atividade formadora do homem, que é o coração do desenvolvimento cultural.

Quem se coloca na posição de Calvino, não tem necessidade de conceber a atividade cultural humana como contrastada com a presumida esfera da atividade divina. A cultura pode ser concebida como um aspecto da atividade humana distinta da natureza, mas não como independente da Lei divina, do plano divino e da divina vocação. A atividade cultural humana pode ser concebida como uma resposta à chamada de Deus, do mesmo modo como o é toda a vida, e pode ser julgada quanto a se é ou não levada a efeito de acordo com a vontade do Deus criador. O que se exige é uma reconstrução da idéia de cultura, idéia concebida dentro do contexto da revelação divina, contexto dentro do qual a cultura se torna plena de sentido. A atividade cultural humana, levada a efeito em obediência à Lei de Deus, é uma expressão da Sua vontade. Está na linha do pensamento de Calvino dizer que aquilo que flui da cultura, tem um lugar no plano de Deus, enquanto se relaciona com o fim desta era e com a vida de um novo céu e de uma nova terra.

Fonte: http://www.ocalvinista.com/2009/12/o-calvinismo-e-atividade-cultural-do.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+OCalvinista+%28O+CALVINISTA%29&utm_content=FeedBurner

SOLI DEO GLORIA

Soli Deo gloria (Do Latim: Glória somente a Deus) é o princípio segundo o qual toda a glória é devida a Deus por si só Durante todo o desenrolar histórico do relacionamento de Deus com Seu povo, um alerta tem sido notório e reincidente: Deus deseja ser glorificado em, por e através de nós e de nossa instrumentalidade.

Deus não precisa receber a glória dos homens para ser completo ou sentir-se realizado. Pois, como disse o próprio Cristo Jesus, Ele já possuía toda glória antes que o mundo existisse (João 17.5). Mas, então, por que Deus deseja ser glorificado pelos homens? Por que os fez para a Sua própria glória?

Na resposta a essas questões, está um dos pontos focais da teologia reformada. Pois, entre os conceitos básicos da Reforma Protestante figura a resposta mais profunda à inquietante questão da razão da existência humana: Por que e para que existe o homem? Os reformados responderam: o homem existe porque Deus o criou e o criou para a sua própria glória.

Essa postura reformada é a mais simples análise do ensino bíblico sobre a existência do homem; basta uma olhadela do texto bíblico e logo descobriremos isso (Isaías 43.7). Desde a meninice, os filhos dos crentes reformados aprendem: qual é o fim principal do homem? Glorificar a Deus e gozá-Lo para sempre. Isso é o que diz o Breve Catecismo de Westminster.

Soli Deo Gloria foi um lema reformado que derivava do entendimento de que, assim como o homem, tudo o que ele faz deve se destinar à glória de Deus. Essa deve ser a mola motora que nos estimule a viver neste mundo.

Um dos maiores problemas do homem, em todos os tempos e sobretudo nos dias atuais, é a questão do seu próprio significado. O que significa viver? Muitas pessoas não querem mais viver, pois perderam o rumo, não encontram razão para estarem vivas amanhã.

Nos tempos modernos, os homens descobriram o consumismo, e isto tornou-se o seu fator motivador - depois do primeiro carro, vem o segundo, aquele novo televisor com mais polegadas que a própria estante, a estante maior vem em seguida... E todos esperam que a economia melhore, para poderem consumir mais.

Nos dias dos Reformadores, as mesmas questões estavam fervilhando, mas eram respondidas de outra forma. De uma maneira geral, as pessoas comuns e muitos “incomuns” viviam para a Igreja. Isso aparentemente era muito bom, pois havia um sentimento religioso e uma busca pelo divino. No entanto, a Igreja havia tomado o lugar central da vida das pessoas; elas estavam dependentes da igreja como uma instituição. Definitivamente, o romanismo havia destruído o catolicismo (conforme foi dito por um sacerdote católico-romano em durante a reunião do conselho de padres casados - Goiás).

O Império, o governo local, o comércio, o latifúndio, a extração mineral, o conhecimento, a arte, a filosofia e toda e qualquer outra riqueza estava atrelada à igreja. Onde está o mal disso? Reside no fato de que a igreja pensava em sua própria glória e grandiosidade.

Lutero vivia para a Igreja até que descobriu que a igreja não estava mais vivendo para Cristo e sim para o papado e para si mesma. Não somente ele; Calvino, Zwínglio, Farel, J.Knox..., todos afirmaram com suas palavras e atos que iriam viver para Deus. Como Calvino comentou: “... Deus deseja que a Sua glória seja manifesta no seu povo”. (Calvin Commentaries on the Isaiah 43.7).

Hoje, corremos o risco perigoso de viver para a nossa própria glória. Isso fará, aos poucos, com que as pessoas que estão na igreja percam o sentido real de sua existência, quando outras coisas tomam a frente dAquele que deve ser o nosso único motivo para termos sido feitos “Igreja de Deus”: viver somente para a glória de Deus.

O homem somente encontra o seu significado quando consegue cumprir com o propósito para o qual foi criado. Mas, isso só alcança o homem redimido em Cristo, pois este é recriado por Deus para viver essa realidade.

Ser um reformado implica em viver somente para Ele e para a Sua glória. Por isso, é necessário sempre reformar, para que, em todas as coisas que fazemos, Deus seja glorifcado. Pois, corremos hoje atrás de muitas coisas, visando quase sempre o nosso bem- estar. Não que seja pecado em si o ato de buscar o próprio progresso, mas isso não pode tornar-se o motivo de nossa existência. Descubra a vida gloriosa que há em viver e fazer tudo somente para a glória de Deus. Soli Deo Gloria! Amém!

Fonte: http://www.ocalvinista.com/2009/12/soli-deo-gloria-gloria-somente-deus-e-o.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+OCalvinista+%28O+CALVINISTA%29&utm_content=FeedBurner

12/23/2009

PRESENTE DAS TREVAS

PRESENTE DAS TREVAS

Programa de “Direitos Humanos” de Lula traz aborto e “casamento” gay às vésperas do Natal por Julio Severo

Enquanto a população e o Congresso Nacional estão ocupados e distraídos com a estação do Natal e reuniões de família, governo Lula dá um presente para o Brasil.
Em 21 de dezembro de 2009, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, um documento de 121 páginas que faz as seguintes recomendações:

* Criação de mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos — como o crucifixo ou a Bíblia — em estabelecimentos públicos.

* Inclusão no currículo escolar do ensino da “diversidade religiosa”, com destaque especial para as religiões afro-brasileiras como o candomblé.

* Criação de uma comissão para investigar os “crimes” cometidos durante a ditadura militar, transformando comunistas armados e mortos em “heróis” e transformando os militares em “criminosos”.

* Modificação do Código Penal para garantir a “descriminalização do aborto”.

* Defesa de projeto de lei que regulariza o “casamento” de casais homossexuais.

Grupos homossexuais, abortistas, comunistas e religiosos afro-brasileiros estão comemorando o lançamento do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos.

Com o aborto e o “casamento” homossexual sendo tratados oficialmente como “direitos humanos”, a população tem o que para comemorar?

Numa sociedade ideal, a defesa da vida dos bebês em gestação seria considerada fundamental. A proteção ao casamento natural contra ameaças à sua existência seria igualmente vista como vital.

Contudo, um governo pervertido insiste em inverter tudo.

Direitos humanos agora viraram desculpa para matar bebês inocentes por meio de leis de aborto.

Direitos humanos agora viraram desculpa para permitir o casamento de dois seres cuja sexualidade não tem nenhuma função e valor para a família e para a sociedade. Pelo contrário, com o reconhecimento da disfunção homossexual como merecedora de “casamento”, crianças serão entregues em adoção diretamente na boca dos leões.

Direitos humanos agora viraram desculpa para apoiar, defender e promover o crime e os criminosos.

No Reino Animal, os animais protegem seus filhotes dos predadores. No mundo humano, as crianças estão sendo entregues ao aborto e as que sobreviverem serão entregues aos predadores homossexuais, com as desculpas mais elegantes do governo de Herodes, que tem sede de sangue.

Na calada da noite, o criminoso de máscara tira vantagem da desatenção da vítima, pegando-a de surpresa e dando-lhe pouca oportunidade de reação. Na euforia dos feriados, bem às vésperas da comemoração do nascimento do Salvador Jesus Cristo, o governo Lula entrega para a desprevenida população brasileira seu presente de aborto e “casamento” homossexual.

Verdadeiramente, um presente de Herodes.

Verdadeiramente, um Presente das Trevas.

Fonte: www.juliosevero.com

HOMOSSEXUALISMO ALÉM DE SER UMA PERVERSÃO MORAL, É ANTES DE TUDO UM CRIME CONTRA A NATUREZA HUMANA.

Maiores informações, CLIQUE AQUI.

IRMÃ SABRINA - AJUDANDO CRISTÃOS A PENSAR DE FORMA CRISTÃ SOBRE O HOMOSSEXUALISMO

Maiores informações, CLIQUE AQUI.

PALESTRA PARA DESENVOLVER CAPACIDADE DE RELACIONAMENTOS INTELIGENTES E LUCRAR MUITO E COM ÉTICA.

Maiores Informações, CLIQUE AQUI.

A QUESTÃO HOMOSSEXUAL E A FÉ CRISTÃ CONFORME O TEXTO DE 1 CORÍNTIOS 6.9-11

Maiores informações, CLIQUE no PSICOLOGIA REFORMACIONAL ou PEDOFILIA NA UNIVERSIDADE ou INTOLERÂNCIA HOMOSSEXUAL

12/19/2009

VIRTUDE OU VENENO

REFLEXÃO: Virtude ou veneno por Rodolfo Garcia Montosa

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12/03/2009

UM MUNDO SEM ESCOLAS PÚBLICAS

Sam Blumenfeld

Como membro da Separation of School and State Alliance (Aliança Pela Separação entre Escola e Estado), que defende a revogação das leis de comparecimento obrigatório à escola e do financiamento público da educação, às vezes me pergunto como os Estados Unidos seriam se as leis de freqüência obrigatória fossem abolidas e o governo saísse do negócio e do ensino.

Minha resposta é que nós provavelmente poderíamos nos tornar a nação mais educada do mundo. Por quê? Porque quando você está no controle de sua própria educação, você dá o melhor de si e, nesses tempos de alta tecnologia e recursos infindáveis, o que há de melhor está disponível para quem quer se interesse.

Vamos encarar o problema. As escolas públicas usam os livros didáticos mais maçantes para ensinar o que as crianças já enfadadas não se importam em saber. Na verdade, a maioria das escolas públicas nem sequer ensinam as crianças a ler satisfatoriamente. Eles usam métodos de ensino que criam uma leitura deficiente. Agora, se você estiver encarregado de ensinar seus filhos a ler, você usaria um método de alfabetização que produziria uma leitura deficiente? Claro que não. Você iria procurar um programa que produziria o sucesso na aprendizagem. Tais programas existem, não obstante o fato de muitas escolas públicas se recusarem a usá-los.

Nós tendemos a esquecer que os pais dos Founding Fathers (Fundadores da nação norte-americana) não eram obrigados a enviar seus filhos às escolas públicas do Rei George (monarca inglês cujo governo abrangia as colônias americanas). Havia total liberdade de ensino nas colônias, e é por isso que foi possível obter a melhor educação disponível — seja em casa ou em uma academia de propriedade de um indivíduo cujo trabalho era oferecer a melhor educação possível. E naquela época se entendia bem o que realmente significava educação. Primeiramente, é necessária uma base na Bíblia e a aprendizagem das línguas em que a Sagrada Escritura e a literatura teológica estavam escritas: latim, grego e hebraico. Significava o desenvolvimento das faculdades intelectuais, a capacidade de ler e de usar a linguagem. Entendia-se que o domínio da linguagem, que é a ferramenta básica do pensamento, seria a chave para o desenvolvimento intelectual.

Nas escolas públicas de hoje, os cérebros das crianças são embrutecidos pela utilização de métodos de ensino que parecem mais uma lobotomia pré-frontal não-cirúrgica. Crianças brilhantes e inteligentes são deliberadamente transformadas em idiotas mediantes métodos de ensinos calculados para fazer exatamente isso. Sabemos que as crianças são, por natureza, inteligentes, pois elas começam a aprender a sua língua materna pouco após o nascimento. Até o momento que elas estão prontas para ir à escola, elas dominam um vocabulário de milhares de palavras. Fazem tudo isso por si só, ouvindo e imitando as pessoas à sua volta, sem a ajuda de professores e escolas certificados pelo governo.

Todas as crianças, salvo aquelas com graves deficiências, nascem com uma faculdade natural de linguagem. Todas as crianças são, portanto, dínamos da aprendizagem de línguas, e a Bíblia nos diz o motivo. Deus nos deu o poder da fala, porque Ele queria se comunicar com aqueles que Ele tinha criado. Na verdade, a função primordial da linguagem foi a de permitir ao homem conhecer a Deus. Em outras palavras, o conhecimento de Deus foi o primeiro passo na educação de Adão. A segunda função da linguagem era permitir a Adão conhecer o mundo. É o que a Bíblia diz em Gênesis 2:19:

“Da terra formou, pois, o Senhor Deus todos os animais, o campo e todas as aves do céu, e os trouxe ao homem, para ver como lhes chamaria; e tudo o que o homem chamou a todo ser vivente, isso foi o seu nome.”

Em outras palavras, Deus fez de Adão um observador do mundo natural à sua volta, um cientista e um lexicógrafo — um expandidor da linguagem e um fabricante de dicionários. Então Deus deu Eva a Adão. A Bíblia diz: “Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra.” Portanto, a linguagem agora deveria ser utilizada para conhecer aos outros, explorar, descobrir, cultivar, conservar e conquistar. E, finalmente, Adão usou a linguagem para conhecer a si mesmo, porque a linguagem é a ferramenta do pensamento, e usamo-la para o nosso diálogo interior, na solidão do nosso ser.

Educadores de verdade, com conhecimento bíblico avançado, sempre souberam que o desenvolvimento da linguagem e o seu uso são o propósito inicial da educação. Em Deuteronômio nós aprendemos as funções religiosas e sociais da educação: conhecer a Deus e transmitir às gerações futuras esse conhecimento, esse amor, essa admoestação. A língua é o que media a transmissão cultural e religiosa. A Bíblia, passada de geração a geração, é um testemunho do valor eterno da Palavra de Deus. Um sistema de ensino que nega essa verdade patente não pode ser aceito por um povo temente a Deus.

Lemos no Evangelho de João: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus." Assim, a palavra é a chave para tudo o que é de grande importância em nossas vidas. Mas a freqüência escolar obrigatória destruiu esse conhecimento fundamental e essa apreciação. Você não pode sequer mencionar a Palavra de Deus em uma escola pública. Se tivéssemos a liberdade de ensino, a Palavra de Deus poderia mais uma vez se tornar o centro da vida do povo americano.

Não há dúvida de que nos tornaríamos as pessoas mais educadas do mundo, porque deveríamos saber o que realmente é a educação e escolher os melhores meios para alcançá-la. Deveríamos reconhecer a nossa dependência de Deus para a sabedoria suprema. Deveríamos orientar as mentes de nossas crianças para que este mundo dado por Deus de incrível beleza, variedades e mistérios esteja aberto às suas curiosidades e interesses.

As escolas públicas de hoje privam as crianças do seu direito de ser aquilo que Deus as fez para ser. Esse é o pecado deles. Charlotte Iserbyt, em sua magnum opus, The Deliberate Dumbing Down of America, prova através de documentação exaustiva que os educadores seculares estão utilizando técnicas de adestramento animal desenvolvidas por cientistas comportamentais, as quais transformam as crianças americanas em estúpidos robôs, que respondem por reflexos a estímulos apresentados por uma autoridade imposta e atéia. As crianças estão sendo condicionadas a responder através de uma coerção, do mesmo modo previsto pelos seus treinadores. Assim como os animais treinados, elas não podem ter domínio sobre qualquer coisa.
Educação não é a mesma coisa que treinamento. Os animais podem ser treinados. Mas não podem ser educados.

O atual sistema de educação reduz o homem ao estado de animal para que lhe seja negado o conhecimento de que ele foi feito à imagem de Deus. Quando os seres humanos, especialmente as crianças, são treinados como animais, eles estão sendo negado o que é verdadeiramente humano sobre eles: sua capacidade de usar suas mentes independentemente de qualquer treinador. É crime privar as crianças de suas qualidades e capacidades humanas. Mas é isso o que está sendo feito em nome da School-to-work (Educação profissionalizante), Outcome Based Education (Educação baseada em resultados) e outros programas mais.

Agora, nossas escolas ensinam às crianças a educação para a morte, para o suicídio, para o sexo e para as drogas. Charlotte Iserbyt observou que tudo o que é ensinado antecedido da palavra "educação" não é realmente educação. Você não chama a leitura de educação para a leitura. Você não chama a aritmética de educação para a matemática. Você não chama a ortografia de educação ortográfica. Em outras palavras, o que eles estão realmente ensinando é morte, suicídio, sexo e drogas. Ao adicionar a palavra educação para estes assuntos, os educadores enganam os pais fazendo-os pensar que o que as escolas estão fazendo não é subversivo à saúde e ao bem-estar de seus filhos, mas sim algo benéfico. Entretanto, sabemos que não é.

Até quando os americanos vão permitir que seus filhos sejam privados de seus mais preciosos valores humanos? As famílias que educam os filhos em casa já não permitem, porém, essas famílias representam um percentual muito pequeno de famílias dos Estados Unidos. Mas seus números estão crescendo. Pouco a pouco, a educação escolar em casa está sendo divulgada.

Graças a Deus por isso!

Tradução: Mirna Santos Stival

Revisão: Rafael Resende Stival

Postado no Blog Salmo 12
Divulgação: www.juliosevero.com

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12/01/2009

EVANGELICOS GANHAM ENQUETE CONTRA A APROVAÇÃO DO HOMOSSEXUALISMO

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Do total, 51,54% foram contrários a aprovação do projeto

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Paul Washer - O que é Salvação (Em Dois Minutos)

Association of Biblical Counselors - http://christiancounseling.com

Narth - National Association For Research & Therapy of Homosexuality

The Association of Christian Therapists - www.ACTheals.org

Christian Counseling & Educational Foundation - http://www.ccef.org

Society for Christian Psychology - http://christianpsych.org

Pela Proibição Urgente da Droga Cigarro no Brasil

História da música "Amazing Grace (Maravilhosa Graça)"

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