7/29/2009

SEM O CRISTIANISMO NÃO SERÍAMOS NADA, E A BARBÁRIE SOBRESSAIRIA...

O espírito cristão no Ocidente*

por Newton de Oliveira Lima - Mestre em Direito UFRN

Maiores informações, clique AQUI.

TJ-SP MANDA SOLTAR DELEGADO QUE COBRAVA PARA INVESTIGAR

Maiores informações, clique AQUI.

CASAR OU MORAR JUNTO?


Maiores informações, clique AQUI.

ESTADO SECULARISTA E ANTITEONÔMICO: O CASAMENTO E A FAMÍLIA DEIXARÃO DE SER ASSUNTOS CRUCIAIS DA CONSTITUIÇÃO.

É tempo de chorar: Deputados "evangélicos" e "cristãos" (grifo do cavalcante) assinam PEC que destruirá proteção ao casamento e à família na Constituição...

Maiores Informações, AQUI.

7/27/2009

A ÉTICA DOS DEZ MANDAMENTOS por Hans Ulrich Reifler

A ÉTICA DOS DEZ MANDAMENTOS - Um modelo de ética para os nossos dias
Hans Ulrich Reifler - Edições Vida Nova

Um livro extremamente importante para aqueles que desejam uma espiritualidade verdadeiramente cristã.

Adotei este livro como estudo para os nossos cultos domésticos, como família, a descoberta da riqueza e profundidade dos DEZ MANDAMENTOS DE DEUS para o homem, família e sociedade.

Sumário/Resumo

Parte I - Questões fundamentais da ética cristã

Parte II - A importância do decálogo para a Ética Cristã

Parte III - A exposição do decálogo

Cap. 1 - O primeiro mandamento ou o testemunho da singularidade e exclusividade de Deus
Cap. 2 - O segundo mandamento ou o testemunho da incomparabilidade de Deus
Cap. 3 - O terceiro mandamento ou o testemunho da santidade de Deus
Cap. 4 - O quarto mandamento ou o testemunho do senhorio de Deus sobre o tempo
Cap. 5 - O quinto mandamento ou o testemunho da proteção à velhice
Cap. 6 - O sexto mandamento ou a proteção da vida e o testemunho da santidade de vida
Cap. 7 - O sétimo mandamento ou a proteção do matrimônio e do corpo
Cap. 8 - O oitavo mandamento ou a proteção da propriedade e do trabalho
Cap. 9 - O nono mandamento ou a proteção da honra
Cap. 10 - O décimo mandamento ou a proteção contra as ambições erradas

Parte IV - O Decálogo como modelo para a Ética Cristã
A. Introdução
B. Um modelo para o exercício das boas obras
C. Um modelo para a vida abundante
D. Um modelo para a transformação da sociedade

UMA DEFESA DO CALVINISMO - Charles Haddon Spurgeon


Maiores informaçoes, AQUI.

7/22/2009

JUIZ DECRETA TOQUE DE RECOLHER PARA PROTEGER JOVENS DE ABUSO SEXUAL NO INTERIOR DE MATO GROSSO.

Maiores informações AQUI.

CRIMINALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DE FUMO

Apoiar todas as iniciativas públicas e particulares contra o fumo.
Estimular todos os que foram prejudicados pelo fumo entrar com ações para exigerem indenizações das empresas direta e indireta:

- Fumo e Cigarros;
- Sindifumo - Sindicato da Indústria do Fumo e similares;
- ABRESI - Associação de Gastronomia, Hospedagem e Turismo;
- Fhoresp - Federação de Hotéis e Restaurantes e similares;

O PROJETO DE LEI Nº 577/2008 e a Lei Antifumo 13.541/09 - é uma grande conquista.

Campanha nacional, jovens inteligentes não fumam...

COMUNIDADE NO ORKUT
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=92336093*

7/19/2009

OMS também passa por Deus para chegar aos pobres


Cité Soleil em Porto Príncipe, Haiti, em 2006: as enfermeiras estão no centro de um sistema de saúde eficaz. (Thomas Kern)

As organizações religiosas garantem 40% dos tratamentos de saúde no mundo.
Centenas de adventistas do 7° dia vieram de 90 países até Genebra para avaliar as possibilidades de parceria com a Organização Mundial de Saúde. A cooperação suíça relativiza.

É um aliança estranha ou uma parceria de razão? O fato é que a Organização Mundial de Saúde (OMS), sediada em Genebra e dirigida por 193 Estados-membros, trabalha intensamente com organismos religiosos para implantar princípios de saúde pública nas regiões mais pobres do mundo. Se a finalidade da parceria parece evidente, algumas questões fundamentais ainda não foram respondidas.

Higiene de vida exemplar
Enquanto a OMS quer passar uma mensagem estritamente pragmática, certas igrejas não concebem a saúde sem Deus. Centenas de membros da Igreja Adventista do 7° Dia (umas das maiores comunidades protestantes fundada em meados do século 19 nos EUA) estiveram na semana passada em Genebra para avaliar com especialistas da OMS uma forma de colaboração.

"As organizações religiosas de todas as confissões assumem 40% dos cuidados médicos no mundo. Há vários anos elas estão incluídas em nossas estratégias de saúde", afirma Ted Karpf, responsável de parcerias na OMS.

"Nosso projeto com os Adventistas do 7° Dia funciona nessa perspectiva. Eles são 25 milhões de membros e possuem cinco mil hospitais, sobretudo nos países pobres. Com uma higiene de vida exemplar – sem álcool, sem café, sem carne – a mensagem deles sobre a saúde é muito coerente. Além disso, eles desenvolveram um sistema de comunicação muito sofisticado, via satélite, que lhes permite atingir as regiões mais distantes e menos favorecidas. Para nós, uma infraestrutura dessas é muito preciosa", explica Karpf.

Se distanciar do sistema messiânico
Mas como a OMS faz para apoiar programas de saúde e se distanciar do discurso messiânico? Para os adventistas do 7° dia, como para a maioria dos movimentos religiosos, bem-estar físico e espiritual são indissociáveis. Como lembra Allan Nandysides, diretor de saúde nas relações com essa Igreja, a OMS mantém critérios científicos.

"Nossas enquetes de campo demonstraram que eles não utilizam a saúde para fazer proselitismo, garante o funcionário da OMS. Queremos que as Igrejas se desenvolvam segundo as prioridades da ONU, particularmente os objetivos do milênio para o desenvolvimento como o de reduzir a mortalidade infantil, melhorar os cuidados com a mães, combate à AIDS, ao paludismo e outras doenças. Cabe a eles saber até onde estão dispostos a colaborar."

Colaborações mais soltas
Foi esse o objetivo da reunião de Genebra. "Estamos prontos a nos engajar em uma parceria de contrato legal, afirmam Allan Handysikes e Peter Lankless, especialista da Igreja para a prevenção do alcoolismo e das drogas. Esta etapa é prematura e implica concessões incompatíveis para as duas partes. Preferimos elaborar colaborações mais soltas.

Se a OMS pode aproveitar das excelentes infraestruturas dos Adventistas do 7° Dia, estes também reconhecem que precisam, na era da mundialização, das redes e bancos de dados da OMS.

"A OMS pode nos ajudar no diálogo com os governos", confirma Peter Landless. "Além disso, a agência estabelece linhas diretrizes de boas práticas e identificou exatamente as necessidades em todo o mundo. Todos esses dados são indispensáveis para trabalhar de forma eficaz."

Enquadrar
Para Anne-Marie Holenstein, especialista em questões de desenvolvimento e religiões e consultor independente da Direção de Desenvolvimento e Cooperação (DDC, agência do governo suíço), essa colaboração é positiva. "Os adventistas não são uma seita e são interessantes do ponto de vista geográfico. É a Igreja protestante mais implantada no mundo (mais de 200 países)".

A especialista da cooperação suíça, contudo, faz ressalvas. "Seus adeptos aumentam de maneira muito rápida, o que significa que eles são muito ativos na evangelização. Órgãos como a DDC e a OMS devem questionar e impor barreiras. Eles utilizam seus serviços de saúde para fazer proselitismo? Seus hospitais são abertos a todos? Com que critérios eles avaliam a saúde espiritual dos pacientes?

"Trata-se de um conceito filosófico que não implica seletividade nos tratamentos de pacientes", afirma Ansel Oliver, porta-voz da Igreja, acrescentando que o pessoal médico é de várias religiões.

Mas, para Anne-Marie Holenstein, não pode haver colaboração sem acordo sobre os critérios e métodos de gestão. "As partes poderiam se entender sobre os riscos potenciais e sobe uma avaliação comum. É de interesse de todos os parceiros", conclui.

Carole Vann, InfoSud/swissinfo.ch

Fonte: http://www.swissinfo.ch/por/capa/OMS_tambem_passa_por_Deus_para_chegar_aos_pobres.html?siteSect=105&sid=10954768&cKey=1247812852000&ty=st&ref=nl

7/07/2009

OBAMA ESTÁ LEVANDO OS EUA À QUEDA NO MARXISMO, DIZ EX-JORNAL OFICIAL DA UNIÃO SOVIÉTICA

Obama está levando os EUA à queda no marxismo, diz ex-jornal oficial da União Soviética

Fred Lucas

(CNSNews.com) — Um comentário publicado no jornal que outrora foi o jornal oficia da União Soviética anunciou a “descida dos EUA no marxismo” citando os baixos padrões educacionais, a eleição de Barack Obama como presidente e como o governo americano assumiu o controle da General Motors.

O artigo de opinião no Pravda, um dos jornais da era soviética ainda publicados na Rússia, levava a manchete “Capitalismo americano foi-se com um leve gemido”, e foi escrito por Stanislav Mishin, que dirige o blog “Mat Rodina”.

“Como o romper de uma grande represa, a queda dos EUA no marxismo está acontecendo numa velocidade espantosa, diante de um cenário de ovelhas (isto é, pessoas) passivas e desanimadas”, escreveu Mishin.

O artigo afirma que a queda dos EUA ocorreu em três fases:

“Primeira, a população foi idiotizada por meio de um sistema educacional politizado e de baixo nível baseado na cultura popular, em vez da educação clássica. Os americanos sabem mais sobre seus dramas de TV favoritos do que os dramas do governo federal que afetam diretamente a vida deles”.

Segunda, “a fé deles em Deus foi destruída, ao ponto em que suas igrejas — dezenas de milhares de diferentes ‘vertentes e denominações’ — se tornaram na maior parte pouco melhores do que circos de domingo e seus televangelistas e mega-igrejas protestantes mais importantes ficaram mais do que felizes de vender suas almas e rebanhos a preço de banana, a fim de estarem do lado ‘vencedor’ de um ou outro político pseudo-marxista”.

O artigo também disse: “Os rebanhos americanos rejeitaram Cristo na esperança de obter poder terreno. Até mesmo nossas igrejas ortodoxas nos EUA são escandalosamente liberais”.

“O colapso final”, disse o artigo do Pravda, “ocorreu com a eleição de Barack Obama.

A pressa com que ele tem feito as coisas nos últimos três meses é realmente impressionante. Seus gastos e emissão de moeda estão batendo recordes, não só na curta história dos EUA, mas também do mundo. Se a situação continuar desse jeito por mais de um ano, e não há nenhum sinal de que não continuará, na melhor das hipóteses os EUA ficarão semelhantes à República de Weimer e na pior como o Zimbábue”.

Dando detalhes sobre o controle agora dominante do governo de Obama sobre a General Motors, Mishin mencionou como o governo americano demitiu o diretor executivo da GM e a “ousadia” de Obama de declarar que ele e outro grupo de palhaços nomeados por ele e que não foram eleitos agora reestruturarão a indústria automobilística inteira e até serão a garantia das políticas automobilísticas”.

O “primeiro-ministro russo Putin, menos de dois meses atrás, avisou Obama e Tony Blair da Inglaterra, para não seguirem a rota do marxismo, pois só leva ao desastre”, disse o artigo.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: CNSNews

Para ler tudo sobre Obama neste blog, clique aqui.

Postado por Julio Severo às 6:06 AM 3 comentários Link para esta postagem
5 de Julho de 2009

Genocídio Homossexual, ou Heterofobia Estatal? A arte de distorcer estatísticas

Genocídio Homossexual, ou Heterofobia Estatal? A arte de distorcer estatísticas

Solano Portela

Em 14 de junho de 2009 São Paulo apresenta o que está sendo considerado como o maior evento da cidade, superando, mesmo, a anual corrida de Fórmula 1: A Parada do Orgulho Gay. A aferição de importância é feita não somente pelo número de pessoas trazidas à cidade, e conseqüente receita contabilizada pela rede de serviços, comércio e cofres públicos, mas também, como divulgou a Globo no Jornal Hoje de 13.06.2009, pela imensa infra-estrutura de organização, apoio e “segurança” — tudo pago, compulsoriamente, com a arrecadação do meu e do seu dinheiro, quer concordemos ou não com a prática.

Há muito estamos observando a imposição do estilo gay de vida sobre a sociedade, que cria não apenas uma classe de intocáveis e “não-criticáveis”, mas um segmento subsidiado, fomentado e imposto pela máquina governamental. A pressão se demonstra, como exemplo, pela legislação (Projeto de Lei 122/2006, que tramita no Senado Federal e que tem como relatora a Senadora Fátima Cleide) cujo nascimento se avizinha, tendo como parteiros os nossos legisladores; mas também pelo silenciar, quase compulsório, de qualquer oposição. Hoje em dia quase que não há voz que arrisque o seu pescoço político e se oponha às pressões heterofóbicas.

Alguns, como o Deputado Henrique Afonso, são alvo de processo de expulsão do partido (PT), porque suas convicções pessoais falaram mais alto do que a ditadura do partido, que aprisiona a consciência dos seus membros em causas abortistas e heterofóbicas (veja: “Dinheiro Público Desviado para Causa Abortista”, neste site).

A sociedade, narcotizada, vai sendo levada não apenas à deriva, mas navegando a um destino que resultará em sua própria extinção, pelo menos por falta de descendentes, a prevalecer a idéia de que podemos brincar impunemente com a estrutura básica biológica e metafísica dos seres humanos, implantada pelo Criador em suas criaturas.

Como se não bastasse essa via governamental, que contraria gritantemente, o art. 5º, da nossa Constituição (“todos são iguais perante a lei...”), querem nos enganar com estatísticas falsas, não substanciadas, e com distorções de notícias procedentes do universo gay. Em 09 de dezembro de 2008 a Folha de São Paulo trouxe uma carta, no “Painel do Leitor” discutindo notícias recentes sobre assassinatos de homossexuais em uma praça de São Paulo, que eram investigados pela polícia. Nela, o missivista, o conhecido defensor da causa gay, recebedor de constante apoio governamental (deste e do governo anterior): Luiz Mott. Na carta, ele falava de um “genocídio de homossexuais” que estaria ocorrendo no Brasil. Obviamente, como cristãos e cidadãos ordeiros dessa nação brasileira, somos contra qualquer assassinato. Acreditamos até que a punição corrente para esses crimes seja por demais suave, no entanto, esse rótulo de “genocídio homossexual” é curioso, estranho e intrigante. A expressão não pode ser pacificamente aceita, sem análise maior.

Uma das estatísticas mais utilizadas é a de que “a cada três dias um homossexual é assassinado no Brasil”. Essa tem sido a principal bandeira para promover o malfadado PL 122/2006, e a cobertura de inúmeras medidas supostamente contra a homofobia. Recentemente, estive em um evento e ouvi um Ministro de Estado repetir essa mesma estatística, sem pestanejar, nem ponderar. A inferência desse número, é que isso retrataria uma brutalidade e ataque intenso aos homossexuais em nosso país. Os gays necessitariam, portanto, da proteção dessa lei contra tal intolerância. Para chegar a esses números, e afirmar que, no Brasil, “tivemos 122 mortes, neste ano, superando o México e os Estados Unidos”, Mott compilou os seus dados através do método duvidoso e não científico de referir-se às notícias dos jornais, por inexistência de “estatísticas oficiais”. Segundo Mott, o Brasil atravessa um “homocausto” (trocadilho que procura associar a morte de homossexuais ao Holocausto)!

Repetindo, repudio qualquer tipo de assassinato ou crueldade contra qualquer pessoa. Mas sobre essas estatísticas e terminologia que está sendo utilizada pondero o seguinte:

1. Em primeiro lugar, a utilização da expressão “genocídio” é curiosa e contraditória. A palavra tem a sua origem com o trabalho do judeu polonês, Raphael Lemkin, que protestava as ações dos "atos bárbaros" da Alemanha nazista. Em 1944, ele cunhou o termo em seu livro “O Domínio do Eixo na Europa Ocupada”. Lemkim pegou a palavra grega “genos”, que significa “raça”, “tribo”, “grupo étnico”, unindo-a ao sufixo latino “cidium”, que significa “ato de matar”, “assassinato” — resultando na palavra genocídio, ou seja, o assassinato de uma raça ou de um grupo étnico. Quando um homossexual se refere aos assassinatos de homossexuais como sendo “genocídio homossexual”, está atribuindo um determinismo genético ao homossexualismo (equacionando a prática com “raça”, “tribo”, “grupo étnico”). Ocorre que, curiosamente, eles próprios têm se posicionado contra a noção de que existe uma inclinação biológica ou genética à prática. Afinal, uma das grandes bandeiras do movimento gay é sobre “o direito de opção sexual”: ser-se aquilo que se quer ser, em vez de procurar ser aquilo que biologicamente são. Rebelam-se contra a noção de que Deus criou dois sexos, e não três ou quatro. Colocam na pessoa a definição de sua sexualidade, e não no Criador. Pois bem, ao clamar “genocídio”, contradizem-se em sua própria argumentação.

2. Segundo, alguma coisa está sendo perdida nessa estatística. A cada ano, 50.000 brasileiros são assassinados, o que dá 138 brasileiros por dia, ou 414 a cada três dias. Se a questão é que, como afirmam os gays, “um homossexual é assassinado a cada três dias”, isso dá 1 a cada 414 pessoas. Ou seja, 0,25% dos assassinatos totais. Ocorre que o próprio movimento gay declara que o número de homossexuais na população brasileira atinge o percentual de 10%. Juntando essas duas afirmações, se verídicas (procedem, ambas dos grupos gays) chega-se à conclusão que morrem menos homossexuais do que o restante da população (414 x 10% = 41). Isto é, morrem 40 vezes menos homossexuais do que heterossexuais. De acordo com essas estatísticas distorcidas, a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay.

3. A questão, que essa discussão evita, é que mata-se indiscriminadamente no Brasil e isso não é restrito a um segmento ou grupo em particular. É verdade que falar genericamente dos assassinatos, da falta de lei, da violência contra os cidadãos, não “dá mídia” nem impressiona tanto quanto as estatísticas do Mott.

4. É curioso, portanto, que um grupo específico, manipule dados e formule estatísticas enganosas. É intrigante, que na contabilidade do Sr. Mott, homossexuais só morrem — eles não matam. É surpreendente como realidades são ignoradas, como no caso dos assassinatos de homossexuais ocorridos no Parque dos Paturis, em Carapicuíba. Nenhum grupo gay deu importância ao fato de que o principal suspeito, preso em 10 de dezembro de 2008, um ex-PM, era igualmente homossexual. Ele procurava encontros naquela localidade (uma das testemunhas informou que esteve com ele em um motel, nas vizinhanças).

A mídia esquece que os “ativos” são igualmente homossexuais; eles não são contabilizados nas estatísticas de violência da classe. E assim, com essas frases e “estatísticas” de efeito, contando com apoio e projeção governamental, os gays e simpatizantes procuram impor uma lei da mordaça heterofóbica, sob o suposto manto de uma pretensa proteção à violência social que impera em nossas plagas; quando a violência não enxerga cor, raça ou sexo. Pior, ainda, é que essa lei é voltada contra as convicções e liberdades religiosas; contra princípios de acato à instituição da família, em vez de contra criminosos de verdade e assassinos de fato.

A triste realidade é a de que o governo tem abdicado de suas responsabilidades de proteção à vida, como sendo a prioridade número um de suas funções. Sofrer violência não é característica de um grupo específico, mas é conseqüência da impunidade e da omissão do estado. Além disso, as forças estatais alinham-se na imposição de uma onda heterofóbica, aceitando e promulgando estatísticas distorcidas, para substanciar ações e projetos que resultarão na destruição da frágil estrutura social, com um mínimo de ordem e decência — situação quase extinta em nossos dias.

Fonte: Mídia Sem Máscara

Divulgação: www.juliosevero.com

A Sangue Frio: O que Truman Capote não queria que você soubesse

Onde estão os espancadores e assassinos homossexuais?

Gays, perseguição e mentiras: a novela de sempre

UM VERMELHO-E-AZUL PARA DISSECAR UMA NOTÍCIA. OU COMO LER UMA FARSA ESTATÍSTICA. OU AINDA: TODO BRASILEIRO MERECE SER GAY

Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia: Pedofilia já!

Propaganda e mentira na defesa das leis anti-homofobia

PLC 122: propaganda, fantasia e farsa na promoção do homossexualismo

Parada gay de São Paulo: a maior propaganda gay do mundo

Parada gay: fazendo farra com os números

Mídia exagera os números da Parada Gay do Brasil e minimiza os números da Marcha para Jesus

Marcha para Jesus ou Parada Gay: Quem é realmente vítima de preconceito?

Parada gay de São Paulo teve 3 milhões e meio de participantes?

Paul Washer - O que é Salvação (Em Dois Minutos)

Association of Biblical Counselors - http://christiancounseling.com

Narth - National Association For Research & Therapy of Homosexuality

The Association of Christian Therapists - www.ACTheals.org

Christian Counseling & Educational Foundation - http://www.ccef.org

Society for Christian Psychology - http://christianpsych.org

Pela Proibição Urgente da Droga Cigarro no Brasil

História da música "Amazing Grace (Maravilhosa Graça)"

ANTES DE QUALQUER COISA, OUÇA ESTE VÍDEO E MEDITE!

OS PURITANOS

IPB

APMT

Plantango Igrejas Presbiterianas pelo Brasil