3/24/2009

HOMOSSEXUALIDADE MASCULINA – escolha ou destino?

Organize-se para adquirir o livro: “HOMOSSEXUALIDADE MASCULINA – escolha ou destino?”, autor: Claudemiro Soares

AVÓS PERDEM CUSTÓDIA DE NETOS E CASAL HOMOSSEXUAL OS ADOTA

Avós perdem custódia de netos e casal homossexual os adota

Dois avós no Reino Unido de 59 e 46 anos respectivamente foram "informados" de sua incapacidade por idade para cuidarem de seus dois netos, um menino de 5 anos chamado "Josh" e uma menina de quatro chamada "Chloe"; e por esta razão foram entregues em adoção a um casal de homossexuais. (...)

Continuação do texto, clique abaixo:

3/18/2009

REVISTA GAY ENTREVISTA JULIO SEVERO

Revista gay entrevista Julio Severo

Nota importante de Julio Severo: Respondi à solicitação de entrevista de um jornalista de revista gay. Mas como não sei se vão publicá-la ou se vão publicá-la na íntegra, disponibilizo aqui minhas respostas sem cortes.

Pergunta: Chamo-me … e sou jornalista do site e revista …. Estou fazendo uma reportagem sobre o PLC 122/06 e gostaria de lhe fazer algumas perguntas, tudo bem?
Julio Severo: Tudo bem, …. Fico muito feliz de poder expor aos leitores de sua revista minhas convicções cristãs acerca do PLC 122/06, sem nenhum constrangimento.

Vejo hoje homens e mulheres que, em suas convicções pessoais, são movidos por diversos tipos de ideologias: marxista, socialista, feminista, homossexualista. Não existe ser humano conviccionalmente neutro. É dentro dessa realidade humana inescapável que responderei às suas perguntas, basicamente movido pela visão cristã.
Pergunta: Uma das suas afirmações a respeito do movimento homossexual é, “O aumento da promiscuidade sexual provoca diretamente o aumento da violência e da criminalidade na sociedade”. Na sua opinião, a promiscuidade está apenas ligada a homossexualidade?

Julio Severo: A promiscuidade abrange diferentes escolhas e impulsos fora dos padrões da normalidade. O sexo normal existe para a constituição de um lar formado por um homem e uma mulher que se complementam naturalmente para a procriação, criação, educação e desenvolvimento de filhos. A homossexualidade é uma das escolhas e impulsos dentro do universo da promiscuidade que foge a essa realidade, deturpando-a.

Embora a condenação de Deus ao pecado homossexual esteja presente na Bíblia há milhares de anos, as igrejas da sociedade ocidental praticamente não mencionavam a sodomia dos púlpitos. O que era mais focado nas mensagens cristãs era o bem-estar social e familiar, destacando-se os perigos e desvantagens do sexo fora do casamento natural e as vantagens e bênçãos do sexo conjugal natural. No entanto, com a ampla promoção da agenda gay, o assunto homossexual se tornou onipresente e praticamente obrigatório nos meios de comunicação liberais. Tal exposição inescapável e constante da agenda gay fez com que os cristãos não mais pudessem evitar um tema discutido com tanta freqüência, obcecação e exagero na sociedade moderna.

A boa notícia é que diante da imensa crise de sexo loucamente livre na sociedade as igrejas cristãs saudáveis, com base no Evangelho, ministram para pessoas oprimidas pela imoralidade sexual, inclusive adultério, pornografia, homossexualismo, etc.
Pergunta: O senhor é contra o PLC 122 em sua totalidade ou apenas em alguns pontos do projeto de lei?

Julio Severo: O PLC 122/2006 e outros projetos de lei semelhantes são, na totalidade ou não, a legislação do ódio.

Os militantes gays afirmam categoricamente que esses projetos dão apenas igualdade aos homossexuais. Homens e mulheres têm direito a casamento (civil e religioso) e adoção de crianças? Então “privar” indivíduos que praticam o homossexualismo dos mesmos direitos será tratado como preconceito e discriminação?

Além disso, há pessoas que têm opiniões contrárias às práticas homossexuais com base médica, filosófica, científica, moral, cristã, etc. Tanto o PLC 122 quanto outros projetos semelhantes silenciarão legalmente essas opiniões. Antes da aprovação desses projetos, cristãos já têm sido perseguidos por criticarem a agenda gay. Eu mesmo — que nunca matei, nem bati, nem arranhei homossexuais — fui denunciado por “homofobia” ao Ministério Público Federal já em 2006, exclusivamente porque exerço meu direito constitucional de livre expressão de dizer que a conduta homossexual é imoral, contrária a vontade de Deus expressa na Bíblia, nociva à família e à sociedade, etc.

Com a aprovação do PLC 122, o silêncio será obrigatório e pessoas como eu estarão em perigo real de ir para a cadeia apenas por ter posições legitimamente cristãs e bíblicas sobre o homossexualismo e sobre a agenda gay.

Entretanto, o que muitos não percebem é que tanto o PLC 122 quanto outros projetos apresentam, junto com a inventada categoria de “orientação sexual”, categorias oficialmente aceitas de não discriminação, tais como raça e religião.

Seguindo a lógica da igualdade utilizada pelos ativistas homossexuais, os cristãos, os espíritas, os muçulmanos e outros religiosos poderiam também processar para silenciar os promotores da agenda gay de manifestarem seus pensamentos e idéias, atiçando o Estado contra eles e reivindicando muito dinheiro para isso — exatamente como os próprios militantes gays estão fazendo. Igualdade é igualdade.

Tecnicamente, os mesmos abusos e agressões legais que os ativistas gays querem impor por meio do PLC 122 também poderiam ser impostos por religiosos. Tecnicamente, com o PLC 122 os cristãos deveriam sistematicamente usar o Estado e suas leis para silenciar e punir toda opinião homossexual contra o Cristianismo. Mas os ativistas gays sabem que os cristãos não têm essa agressividade. Eles sabem que os cristãos jamais recorrerão ao Ministério Público Federal para fechar sites que contenham promoção da agenda gay e hostilidade anti-cristã. Daí, vê-se que não existe igualdade de agressividade, pois só os ativistas gays é que querem agredir e silenciar.

Diante dessa realidade, para quê aprovar o PLC 122?

Pergunta: A reivindicação do movimento LGBT em prol do PLC 122 não é justa, visto que muitos homossexuais são espancados e assassinados por conta de sua orientação sexual. Gostaria de saber o ponto de vista do senhor a respeito da questão.
Julio Severo: Estão sendo assassinados milhares e milhares de homossexuais e o governo nada faz? Isso não é verdade, pois todos os cidadãos brasileiros, independente de suas opiniões e comportamentos, são igualmente protegidos pela mesma lei brasileira. Todos os assassinatos são punidos pela lei. A impunidade e a criminalidade atingem a todos os brasileiros. Além disso, os homossexuais são bem menos assassinados do que a população geral. Nos últimos 25 anos, mais de 800 mil brasileiros foram assassinados. Desse número, quantos eram gays? Se fossem 10%, o número de homossexuais assassinados seria 80 mil. Se fosse apenas 1%, 8 mil assassinatos homossexuais estariam registrados. Entretanto, nos últimos 25 anos, de acordo com informação do próprio Grupo Gay da Bahia, apenas 2.511 homossexuais foram assassinados. Quem precisa mais de proteção?

Há outros fatores também. Desse número bem pequeno de homossexuais assassinados, muitos estavam em zonas criminais, a altas horas da madrugada, em ambientes de drogas e prostituição. Sem mencionar o fator do crime passional, onde o assassino é muitas vezes amante da vítima, tão homossexual quanto ela.

Já que está comprovado que não há centenas de milhares de homossexuais assassinados no Brasil, torna-se bastante suspeita a argumentação de que é preciso aprovar depressa leis anti-“homofobia” a fim de diminuir o número de assassinatos homossexuais. Qual é então o propósito da aprovação do PLC 122?

Em julho de 2007, quatro dias antes de o meu blog ser censurado por pressão de ativistas homossexuais, o escritor homossexual Fabrício Viana, respondendo a outro ativista que perguntava se dava para me calar agora, disse: “Por enquanto não. Se a lei anti discriminação for aprovada, isso é, homofobia tornar-se crime, aí sim poderemos fazer algo. Por isso todo esse povo ai, religioso, esta fazendo uma muvuca para que a lei anti discriminação não seja aprovada (pois todos eles poderão ser repreendidos).”

Por enquanto, não há no Brasil nenhuma lei federal contra a chamada “homofobia”, mas o Pr. Ademir Kreutzfeld, de Santa Catarina, foi judicialmente perseguido por “homofobia”.

Eu mesmo estou sob várias ameaças oficiais por homofobia. O que será de mim, um cristão que nunca agrediu homossexuais e que tem crianças pequenas para criar e educar, se o PLC 122 for aprovado? É justo que minhas opiniões cristãs sejam rotuladas como criminosas só porque um Estado socialista autoritário quer mudar as leis apenas para satisfazer os caprichos ideológicos de uma minoria birrenta e sedenta de autoritarismo voraz?

Se a causa homossexual fosse realmente justa, não seria necessário inflar estatísticas. Não seria também necessário, como denunciou o Senador Magno Malta, que Fátima Cleide, a relatora petista do PLC 122, o incluísse para votação às 5h30min da madruga, bem às vésperas do feriado de Natal. Malta declarou em denúncia pública: “A manobra sórdida para aprovar o Projeto sem debate de legalidade alvitrando a Constituição Federal, desrespeitando o inalienável direito à opinião da maioria dos outros senhores senadores é, no mínimo repugnante. Ao tentar incluir em pauta, no apagar das luzes, com parlamentares já cansados dos exaustivos últimos dias de trabalho, preparavam o golpe político de votar por acordo de lideranças e sem a presença de quem, de direito, solicitaria verificação de ‘quorum’. A aprovação do projeto visa mudar o comportamento social, eliminando a influência da família e da igreja sobre o indivíduo, ao mesmo tempo que dá ao Estado socialista o poder total sobre o indivíduo, com objetivo de criar uma sociedade coletiva submissa aos interesses estatais. Esse projeto é essencialmente e inconstitucionalmente um atentado violento contra a liberdade de expressão religiosa dos evangélicos, católicos, espíritas, judeus e muçulmanos. Tecnicamente mal elaborado, fere diversos princípios da constituição federal e do código penal. Esta batalha legislativa pretende avançar a qualquer custo a criminalização da homofobia e criar uma grande mordaça gay, para que ninguém possa discordar e expressar opiniões contrárias à opção sexual”.

Pergunta: Outra afirmação que o senhor faz é, “As influências do movimento homossexual estão por toda parte: entram em nossas casas através dos meios de comunicação, nas escolas, no âmbito profissional e até nas igrejas. Meu livro traz um alerta para que os cristãos e a igreja não se calem, mas ofereçam respostas claras e bíblicas para todas as pessoas que desejam conhecer e fazer a vontade de Deus num mundo que está cada vez mais se corrompendo”. Não acredita que com uma afirmação dessa, incita ódio e violência as pessoas homossexuais?

Julio Severo: Incitação de ódio e violência? Tente procurar isso dentro da própria militância gay. O presidente do recém-fundado Partido dos Gays, Lésbicas e Simpatizantes (PGLS), Márcio Antônio Francisco, declarou: “A Gaystapo existe e representa a opinião de uma ala GLS que é radical, violenta, autoritária e nazista”. Francisco, que é militante gay, denunciou: “Eu mesmo, Marcio, fui violentamente espancado tive o nariz quebrado por 8 integrantes da Gaystapo de Ribeirão Preto”. Taí a opinião de um ativista que foi espancado por outros ativistas gays.

Agora, como é que a Bíblia e seus divulgadores incitam esse tipo de ódio e violência? Quando os cristãos promovem alertas e mensagens contra os perigos do vício de drogas ou contra o abuso sexual de crianças, não há um aumento de crimes contra usuários de drogas ou contra pedófilos. Não se conhece um só caso de alguém que tenha dito: “Depois de ouvir o pastor (ou o padre) pregar contra as drogas, resolvi bater e matar um drogado” ou “Depois de ouvir o pastor (ou o padre) pregar contra a pedofilia, resolvi bater e matar um pedófilo”. O homossexualismo, ou sodomia, não é o único tema de alerta nas mensagens cristãs. O homossexualismo é apenas um dos problemas tratados. Se a pregação cristã contra a sodomia provocasse violência contra os homossexuais, haveria um grande número de pedófilos, drogados e adúlteros internados em hospitais — sem contar os mortos.

Procurar incitação de ódio e violência no meu livro é esticar a imaginação maliciosa ao máximo.

Na questão homossexual, o único tipo de incitação ameaçadora é a promoção do homossexualismo, que vem literalmente incitando jovens desorientados à experimentação homossexual.

Quando não, vemos a mídia liberal literalmente incitando ódio contra a Igreja Católica e outras igrejas por causa do homossexualismo. Apesar de que a mídia prefere colocar os holofotes quase que exclusivamente nos abusos cometidos dentro da Igreja Católica, num sutil esforço de exterminar os valores cristãos da esfera pública, o maior índice de abusos contra as crianças não é cometido em instituições cristãs, mas exatamente em instituições estatais. Entre apenas 1991 e 2000, um número elevadíssimo de 290.000 crianças e adolescentes sofreu abuso sexual físico no ambiente escolar nos EUA. (Veja: http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=83705)

Em matéria de abusos, a Igreja Católica perde de longe para a educação pública. Um estudo feito pela Conferência dos Bispos Católicos dos EUA concluiu que 10.667 jovens foram sexualmente abusados por padres entre 1950 e 2002. A maioria das vítimas era do sexo masculino, comprovando assim o papel dominante do homossexualismo na área da violência sexual contra os meninos.

O mesmo padrão se revela na educação. Um estudo internacional sobre crimes sexuais entre 1980 e 2006 revelou 902 professores abusadores de alunos. Os professores envolvidos no homossexualismo constituíam 63% dos estupradores na Irlanda, 62% na Nova Zelândia, 60% no Canadá, 54% na Escócia, 48% na Austrália, 47% na Inglaterra e 35% nos EUA. As estatísticas são de modo particular assustadoras considerando que os homossexuais perfazem menos de 3% da população. (Veja: http://juliosevero.blogspot.com/2007/10/estudo-revela-que-professores.html)

Assim, enquanto uma centena de homossexuais assassinados anualmente no Brasil (em meio às dezenas de milhares de outros brasileiros assassinados anualmente) recebe atenção politicamente correta e privilegiada, literalmente milhares de meninos anualmente violentados e até assassinados por homossexuais são esquecidos.
Mesmo em ambientes religiosos reprimidos, homens que praticam o homossexualismo têm elevado índice de abuso de meninos. Em ambientes não reprimidos, o índice de abuso é certamente muito maior.

Embora os homossexuais sejam apenas menos de 3% da população, eles são responsáveis por aproximadamente metade de todos os abusos de crianças. E qual é a solução que os cristãos propõem para resolver esses abusos? Matar todos os homossexuais? Claro que não. A proposta é amparar homens que desejam abandonar o homossexualismo.

Entretanto, não seria errado o Estado instituir pena capital para homens culpados de estuprar meninas e homens homossexuais culpados de estuprar meninos. Para homossexuais não envolvidos em crimes de estupro contra crianças, a melhor alternativa é um tratamento. Se há tratamento para se abandonar o vício das drogas, por que não também do vício homossexual?

Nem todo homossexual é pedófilo, mas todo homem que abusa de meninos é homossexual. E estudo após estudo mostra que a maioria absoluta dos homossexuais foi na infância violentada por um homossexual predador adulto. O comportamento homossexual tem tanta ligação com abuso sexual de meninos que os dicionários mais sérios sempre registraram “pederastia” como sinônimo de “homossexualismo.

Quando o cigarro era uma obsessão social, algumas igrejas evangélicas corajosas pregavam contra esse vício. Essa pregação nunca levou a assassinatos de fumantes. Pelo contrário, essa iniciativa evangélica resultou na atual realidade, onde médicos e governo não mais são cegos aos prejuízos do fumo, mas desestimulam sua promoção e vício, principalmente entre os jovens. O problema homossexual não merece a mesma atenção e cuidado?

Assim, muito longe de incitar o ódio, meu livro traz informações sobre os danos que o homossexualismo provoca nos próprios homossexuais e na sociedade e leva os leitores à ação social, para que a sociedade, para o bem-estar das famílias, mantenha distância de todas as práticas homossexuais.

Fonte: www.juliosevero.com

Para ler todos os artigos sobre o PLC 122 neste blog, clique aqui.

INSEGURANÇA NO CAMPO: AGRÔNOMO NÃO CONSEGUE REGISTRAR ARMA PARA SE DEFENDER

Insegurança no campo: agrônomo não consegue registrar arma para se defender

Engenheiro agrônomo, Rafael Salerno mora em Novo Cruzeiro (MG), em uma zona rural. Administra uma fazenda, com cerca de 2,5 mil hectares, o que equivaleria a mais ou menos cinco bairros de qualquer capital brasileira. Recentemente uma mulher foi morta a facadas dentro da propriedade. A região tem menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do sudeste de Minas. Salerno lidera uma equipe de 30 pessoas na fazenda onde mora com mais quatro pessoas.

O agrônomo sofre com a insegurança no campo e reclama o direito de ter uma arma para legítima defesa. “A legislação atual está forçando uma ilegalidade. Quem tem uma arma não tem condições de regularizar. Existe morosidade. Se eu quiser me defender hoje, de imediato, teria que comprar com alguém”, disse ele. E completou: “cumpri com todas as exigências legais e já tenho comprada na loja uma pistola, mas continuo no meio do sertão, no município de pior IDH do sudeste, em uma fazenda com posseiros”.

“Hoje, o Brasil inteiro passa por este constrangimento, especialmente para conseguir o porte de uma arma”, disse o deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), que relatou ano passado a Medida Provisória 417. A matéria estabeleceu uma série de facilidades para o registro e anistiou os proprietários de armas, eximindo o pagamento das taxas de registro e dos testes práticos e psicológicos, antes obrigatório.

De acordo com o deputado, a luta para facilitar a regularização das armas continua dentro da Câmara. “E também para criar um mecanismo objetivo para aquele que precisa de um porte possa, efetivamente, se preparar, e defender o seu patrimônio, a sua propriedade, contra os bandidos”.

http://www.amaisb.com/wp-content/uploads/11-03-09-pompeo-porte-legalizado1.mp3

http://www.amaisb.com/wp-content/uploads/dificila-acesso-a-arma-12-03-09.mp3

TCU APONTA IRREGULARIDADES NO VIVA RIO

Correio Braziliense - 14/03/2009

Contratos irregulares na pasta do Esporte

Na lista de convênios com irregularidades consta um firmado com a ONG Viva Rio. O Ministério do Esporte repassou R$ 6,1 milhões para a entidade, que conseguiu executar menos da metade do que previa a proposta, por falta de estrutura técnica e operacional. Segundo o relatório do TCU, os funcionários do governo federal que autorizaram o convênio o fizeram sem analisar as condições da instituição para cumprir as metas. A incapacidade não seria difícil de ser notada, visto que o maior projeto já realizado pela Viva Rio anteriormente alcançava apenas 10% do total de beneficiários previstos no acordo. Como quase tudo na gestão desses recursos parece ter uma forte influência política, com a Viva Rio não é diferente. O gestor do convênio, Ribamar Pereira, é ligado a pessoas do PCdoB e faz parte dos quadros do PT.

Leia a íntegra desta reportagem em: www.mvb.org.br/noticias

3/16/2009

CONFERÊNCIA DO ÓDIO

A ONU será sede de uma conferência que se realizará no dia 20 de abril, e trata-se de mais um evento para atacar Israel, embora tenha sido rotulada de “conferência contra o racismo”. Desde já, os EUA, o Canadá e a Itália (além de Israel, é claro), já anunciaram que não participarão. Além disso, a Inglaterra, a França, a Alemanha e outros países europeus se manifestaram contra a conferência, mas não informaram se participarão ou não. Se os países democráticos de todo o mundo se recusarem a participar desse evento, o mesmo não terá o impacto que teria se todos viessem. Os países islâmicos esperam aumentar a pressão contra Israel ao tentar persuadir os países a promoverem uma campanha de boicote, sanções e fim de investimentos em Israel de forma que o estrangule economicamente. Como nós sabemos que as forças por trás dessa conferência são demoníacas, vamos orar para que não vingue. Intercedam para que os países democráticos, em especial a Europa, não participem. Se esses países não participarem da conferência, eles não legitimarão a destruição de Israel.

Intercedam para que haja confusão e desarmonia dentre os que estão preparando essa conferência para denegrir Israel, são alguns deles: Líbia, Irã, Cuba, Rússia e Paquistão, todos esses conhecidos por desrespeito aos direitos universais do homem, intolerância religiosa e anti-sionismo.

Deus usará Israel nos últimos dias para trazer um avivamento mundial, o grande avivamento prometido quando Deus disse: “derramarei meu espírito sobre toda a carne...”

No amor de Yeshua,

E.T.Vieira

3/15/2009

PETISTAS TRANSFORMAM LEI SOBRE PEIXES EM MÁQUINA SECRETA PARA EXPANDIR E FORTALECER OS OBJETIVOS DO MOVIMENTO HOMOSSEXUAL EM TODO O BRASIL

O peixe é a isca: projeto de lei sobre pesca vira “peixe-de-tróia” da agenda gay

Petistas transformam lei sobre peixes em máquina secreta para expandir e fortalecer os objetivos do movimento homossexual em todo o Brasil por Julio Severo

Algo está cheirando a peixe podre no governo do rei Lula. Como se já não bastassem os cavalos-de-tróias para promover leis anti-“homofobia”, agora o PT criou o “peixe-de-tróia”. Está tramitando no Congresso Nacional o PL 3960/2008, de autoria do Poder Executivo, o qual dispõe sobre o Ministério da Pesca e Aquicultura.

Aparentemente, a intenção original do projeto era lidar apenas com peixes. Mas então, políticos petistas tiveram a inspiração de sequestrá-lo para outro objetivo. Afinal, quem é que desconfiaria que a agenda gay poderia vir embutida numa legislação sobre peixes? Foi com tal inspiração que a deputada Irini Lopes (do PT do Espírito Santo) apresentou a emenda 34 ao PL 3960/2008.

Normalmente, a emenda de um projeto de peixes deveria tratar apenas de peixes. Contudo, a emenda 34, conforme o Dr. Paulo Fernando de Melo explica, estabelece “o Conselho Nacional com inúmeros cargos para gays, bissexuais, travestis e transexuais, equiparando-o aos Conselhos da Criança e do Adolescente, ao Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência e ao Conselho Nacional dos Direitos do Idoso”.

Em si, a emenda 34, que nada tem a ver com peixes, cria o “Conselho Nacional de Promoção da Cidadania de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais”, com cargos de salários elevados. Além disso, a emenda diz:

Por fim, a alteração proposta altera o atual Conselho Nacional de Combate à Discriminação, que passa a trabalhar com foco e denominação mais específicos, referentes aos direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais — LGBT, uma vez que as demais competências já encontram forum específicos, a saber: o Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial — CNPIR, que tem “por finalidade propor, em âmbito nacional, políticas de promoção da igualdade racial com ênfase na população negra e outros segmentos étnicos da população brasileira, com o objetivo de combater o racismo, o preconceito e a discriminação racial e de reduzir as desigualdades raciais, inclusive no aspecto econômico e financeiro, social, político e cultural, ampliando o processo de controle social sobre as referidas políticas”.

O relator do PL 3960/2008 é o deputado José Cirilo (do PT do Ceará).
O projeto está tramitando em caráter de urgência e, se não houver oposição, o “peixe-de-tróia” vai passar despercebido por uma maioria de deputados habitualmente desatenta às tramas e más intenções do governo.

Depois do “peixe-de-tróia”, o que mais os esquerdistas planejarão? Insinuarão que os peixes são contra a “homofobia”?

Aliás, bem ao estilo comunista que impõe em tudo propaganda enganosa para suas políticas absurdas, a campanha “Brasil Sem Homofobia” quer atingir terra, mar e céu — tendo já inundado o Brasil com panfletagem homossexual, querendo agora usar os peixes do mar e, se Deus deixasse, os petistas pregariam adesivos “Céu sem homofobia” nas asas dos anjos.

Quando o assunto é sodomia, a depravação socialista não tem limites. Se não poupam nem crianças das escolas, como pouparão os peixes?

Fonte: www.juliosevero.com

O BRASIL TEM UMA GUERRILHA COMUNISTA por Bruno Pontes

O MST foi montado, propagandeado e armado com dinheiro público. Significa que o setor produtivo do Brasil está pagando para que essa guerrilha comunista invada fazendas, queime plantações, saqueie armazéns, destrua máquinas, bloqueie rodovias, doutrine crianças dentro da ideologia mais sangrenta da história da humanidade e assassine trabalhadores que tenham a petulância de defender a propriedade privada e trabalhar de acordo com as leis. A intelectualidade de esquerda nas universidades se encarrega de romantizar a coisa toda e apresentar os arruaceiros e assassinos como vítimas da “sociedade”.

Nosso ministro da Justiça declarou que os assassinatos dos vigias em Pernambuco não passaram de uma “ação arrojada” do MST.

“Ação arrojada”.

Tarso Genro é autor de uma apologia de Lênin. Não é preciso dizer mais nada sobre sua concepção de justiça. Estamos vivendo o 1984 de Orwell. Esse é o Brasil do PT.

A guerrilha está seguindo as ordens do barão de dinheiro público João Pedro Stedile:
"A luta camponesa abriga hoje 23 milhões de pessoas. Do outro lado há 27 mil fazendeiros. Essa é a disputa. Será que mil perdem para um? É muito difícil. O que nos falta é nos unirmos, para cada mil pegarem um. Não vamos dormir até acabarmos com eles."

Jaime Amorim, outro chefão do MST, explicou da seguinte maneira o assassinato dos vigias em Pernambuco:

"Os que matamos não foram pessoas comuns. Eles foram contratados para matar, eram pistoleiros violentos".

O MST decide quais são as “pessoas comuns” e quais devem morrer pela causa comunista. É juiz e carrasco. E então persegue os vigias da fazenda por cerca de um quilômetro e os executa com tiros na cabeça.

Atendendo ao pedido de um leitor que prefere não se identificar, divulgo aqui o link para um texto escrito por Klauber Cristofen Pires, Bacharel em Ciências Náuticas no Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar, em Belém, PA. O texto foi publicado no último dia 9 no site Movimento Endireitar. Trechos:

"O que falta para que o MST seja reconhecido como uma Organização Paramilitar?"

"O que falta para entender que o MST já demonstrou que pode ocupar, a uma só ordem, todas as principais rodovias, ferrovias, usinas hidrelétricas e qualquer outra instalação que julguem estratégicas para uma pronta dominação territorial militar? (...)

Numa etapa que podemos chamar de plano superior, em que o MST já abertamente assassina pessoas e os chama de “aquilo”, e é defendido descaradamente pelo ministro da Justiça Tarso Genro, que defende ser isto apenas a realização de uma ação mais arrojada, somente a cumplicidade ou a covardia de quem tem por dever pôr um ponto final a isto podem explicar tal notório silêncio".

Fonte: Bruno Pontes

Divulgação: www.juliosevero.com

TRUQUE BESTA por Olavo de Carvalho

O sr. presidente da República mostra-se escandalizado, chocado, abalado até o fundo de seus sentimentos éticos mais nobres quando a Igreja discorda de sua singela opinião de que para proteger uma criança deve-se matar duas.

Se ele fosse ateu, budista ou membro da Seicho-no-Ie, tudo o que os católicos poderiam fazer diante de seu discurso abortista seria resmungar. Mas ao defender o aborto como dever moral ele insiste em enfatizar que o faz “como cristão e católico”, o que o enquadra, sem a mais mínima possibilidade de dúvida, na categoria dos heresiarcas. Heresia, para quem não sabe, não é qualquer doutrina adversa à da Igreja: é falsa doutrina católica vendida como católica – exatamente como o discurso presidencial contra Dom José Cardoso Sobrinho.

Mas, no fundo, isso não faz a menor diferença. Por seu apoio continuado e impenitente aos regimes e partidos comunistas, Lula já está excomungado latae sententiae faz muito tempo e não precisa ser excomungado de novo. A excomunhão latae sententiae, isto é, “em sentido amplo” decorre automaticamente de ações ou palavras, independentemente de sentença oficial e até mesmo de aviso ao excomungado. Na mesma categoria encontra-se a sra. Dilma Roussef. A presença de qualquer um desses dois num templo católico – quanto mais junto ao altar, na condição de co-celebrantes – é uma ofensa intolerável a todos os fiéis, e só o oportunismo de um clero corrupto até à medula explica que ela seja tolerada e até festejada entre sorrisos de subserviência abjeta. Neste caso, como em todos os similares, a covardia e a omissão não explicam tudo. Alguém manda nos covardes e omissos, e este alguém não é nada disso: é ousado e ativíssimo a serviço do comunismo.

Quanto ao exército inteiro dos que se fingem de indignados junto com o sr. presidente – e ainda o apóiam nesse paroxismo de hipocrisia que é o “Dia Nacional de Luta contra a Hipocrisia” –, seu papel no caso é dos mais evidentes. Os estupros de crianças, cujo número crescente escandaliza e choca a população, são constantemente alegados por essa gente como pretextos para debilitar a autoridade dos pais e submeter as famílias a controles governamentais cada vez mais invasivos. A ONU, os partidos de esquerda, a mídia iluminada, os educadores progressistas e uma infinidade de ONGs – as mesmas entidades que promoveram o feminismo, o divórcio, o gayzismo e todos os demais movimentos que destruíram a integridade das famílias – posam hoje como os heróicos defensores das crianças contra o risco permanente de ser estupradas por seus próprios pais. Toda a credibilidade dessas campanhas advém da ocultação sistemática de um dado estatístico inúmeras vezes comprovado: a quase totalidade dos casos de abuso sexual de crianças acontecem em casas de mães solteiras, cujo namorado – ou namorada – é o autor preferencial desse tipo de delitos. Na Inglaterra, os filhos de mães solteiras sofrem 73 vezes mais abusos fatais – e 33 vezes mais abusos sérios sem morte – do que as crianças criadas em famílias completas. Nos EUA, 55 por cento dos assassinatos de menores de idade acontecem em casas de mães solteiras. Raríssimos casos de abusos de menores acontecem em lares íntegros, com um pai e uma mãe regularmente casados. A presença de um pai é, hoje como sempre, a maior garantia de segurança física para as crianças. Aqueles que removeram esse pai, entregando as crianças à mercê dos amantes de suas mães, são diretamente culpados pela epidemia crescente de violência contra crianças, e são eles mesmos que tiram proveito dela, arrogando-se cada vez mais autoridade para solapar a da família constituída e colocar um número cada vez maior de crianças sob a guarda de assistentes sociais politicamente corretos.

A seqüência dialética é de uma nitidez impressionante. Tese: a pretexto de proteger mulheres e crianças, procede-se à demolição da autoridade paterna, bem como dos princípios morais que a sustentam; antítese: nas famílias desfeitas – surpresa! –, proliferam os estupros e a gravidez infantil; síntese: o aborto é elevado à categoria de obrigação moral, e em seu nome o Estado condena a religião como imoral e desumana e se autoconstitui em guia espiritual da sociedade.

Pensando bem, é um truque simples, até besta. Mas o tempo decorrido entre a tese e a síntese torna invisível a continuidade do processo aos olhos da multidão.

Fonte: Diário do Comércio, 10 de março de 2009

Divulgação: www.juliosevero.com

Governo está colaborando para o aumento da pedofilia?

O preço da desintegração do casamento tradicional

3/14/2009

O PASTOR REFORMADO



O pastor reformado (e aprovado)

posted by Sandroin Uncategorized

Acho que foi em 2002 que ouvi o Mark Driscoll da Mars Hill Church em Seattle, EUA, recomendar um livro chamado The Reformed Pastor (título em português, O Pastor Aprovado, pela editora PES) que eu comprei na época, mas acabou ficando na estante todos esses anos. Nas últimas semanas decidi tirá-lo da prateleira e dar uma lida em alguns parágrafos. O texto é bem antigo, escrito em 1656 (isso mesmo!) pelo pastor puritano Richard Baxter. Transcrevo abaixo um breve trecho que me confortou (Ufa! Não estou só!) e me exortou (preciso da ajuda do Espírito para ser paciente e perseverante no serviço aos santos). Este post vai especialmente para todos os pastores, practitioners e obreiros cristãos que acompanham esse blog.

Temos que suportar muitos abusos e ofensas daqueles a quem estamos fazendo o bem. Depois de termos dado bastante atenção à situação deles, depois de termos orado e suplicado com eles e por eles, depois de os termos elevado e de nos termos desgastado por eles, ainda precisamos ter mais paciência com eles. Ainda podemos esperar que, depois de termos olhado por eles como se fossem os nossos próprios filhos, alguns nos rejeitem com escárnio e até nos odeiem e nos desprezem. Lançar-nos-ão desdenhosamente em rosto a nossa bondade e nos verão como seus inimigos. Farão isso simplesmente porque lhes dissemos a verdade. Sim, quanto mais os amarmos, mais nos odiarão.

Tudo isso tem que ser aceito por nós, e ainda precisamos desejar inabalável e infatigavelmente fazer tudo o que for bom para eles. Precisamos persistir em instruir com mansidão os que se opõem (…). Deus poderá levá-los ao arrependimento. Mesmo quando eles menosprezarem e rejeitarem o nosso ministério e nos mandarem cuidar da nossa própria vida, devemos continuar cuidando deles com perseverança, desde que estamos tratando de pessoas desnorteadas que rejeitam o seu médico. Não obstante, devemos persistir na busca da sua cura. É deveras indigno o médico que se retira apenas por causa do linguajar tolo do paciente.(…)

Não esperemos que os estultos reajam agradecidamente como sábios. Nem todos podemos dizer estas coisas, porém talvez tenhamos que enfrentar más reações dirigidas a nós. Pode suceder que sejamos censurados e caluniados por nosso amor. Pode haver gente disposta a cuspir em nossos rostos, em vez de ser-nos grata por nosso conselho.
Todavia, estas são as espécies de provações que temos de aceitar como bons pastores. Servirão para testar-nos e para mostrar-nos se os restos do velho Adão ainda são bastante fortes em nós para fazer que nossos corações reajam com orgulho e raiva. É o novo homem em Cristo que pode reagir com mansidão e paciência. Como é triste, porém, quando muitos ministros do evangelho fracassam nesta prova!

So help me God!

FONTE: http://www.sandrobaggio.com/?p=141

3/13/2009

PESQUISA CONTEXTA CRÍTICOS DA DISCIPLINA FÍSICA DE CRIANÇAS

Pesquisa contesta críticos da disciplina física de crianças

Dr. Den Trumbull e Dr. S. DuBose Ravenel

Durante os anos, vem crescendo de modo significativo a oposição das elites ao direito de os pais disciplinarem fisicamente seus filhos. Não há dúvida de que boa parte dessa oposição está brotando de uma preocupação sincera pelo bem-estar das crianças. O abuso de crianças é uma realidade, e casos de abuso infantil são horríveis. Mas embora a disciplina física eficaz e amorosa não seja absolutamente crueldade e abuso, não é também fraca e ineficaz. Aliás, surras disciplinares podem se enquadrar bem nos limites da disciplina amorosa e não precisam ser rotuladas de violência e abuso.

Os críticos alegam que surrar uma criança é abuso e contribui para disfunções na vida adulta. Essas alegações surgem a partir de estudos que não conseguem distinguir entre disciplina adequada e outras formas de castigo. Formas abusivas de punição física como chutar, dar soco e espancar são comumente agrupadas junto com surras leves. Além do mais, os estudos geralmente incluem, e até enfatizam, o castigo físico de adolescentes, em vez de focarem em crianças em idade pré-escolar, onde surras são mais eficazes. Essa obliteração das distinções entre surra e abuso físico, e entre crianças de diferentes idades, dá aos críticos a ilusão de que eles têm dados suficientes para condenar todas as surras disciplinares.

Há vários argumentos comumente apontados contra a surra disciplinar. É interessante que dá para usar a maioria desses argumentos contra outras formas de disciplina. Qualquer forma de disciplina (suspensão de brincadeiras, restrições, etc.), quando usada de forma inapropriada e irada, pode resultar na distorção da percepção da criança acerca da justiça e prejudicar seu desenvolvimento emocional. À luz disso, vamos examinar alguns dos argumentos infundados promovidos pelo que se opõem às surras disciplinares.

Argumento 1: Muitos estudos psicológicos mostram que surrar é uma forma imprópria de disciplina.

Resposta: Os pesquisadores John Lyons, Rachel Anderson e David Larson do Instituto Nacional de Pesquisa de Saúde conduziram uma análise sistemática da literatura de pesquisa acerca do castigo físico.[1] Eles constataram que 83 por cento dos 132 artigos identificados publicados em revistas clínicas e psicossociais eram meramente editoriais, críticas ou comentários movidos por opiniões pessoais, desprovidos de novas descobertas empíricas. Além disso, a maioria dos estudos empíricos tinha falhas de metodologia ao agrupar o impacto do abuso com surras disciplinares. Os melhores estudos demonstraram efeitos benéficos, não prejudiciais, das surras em determinadas situações. Claramente, há evidência insuficiente para condenar surras disciplinares aplicadas pelos pais. Contudo, há evidências suficientes para justificar o uso adequado da surra disciplinar.

Argumento 2: O castigo físico estabelece uma moralidade de justificar o ato de bater em outras pessoas que fazem algo que é considerado errado.

Resposta: A idéia de que “surrar ensina a bater” ganhou popularidade durante a década passada, mas as evidências objetivas não apóiam essa idéia. Deve-se fazer distinção entre espancamento abusivo e surra não abusiva. A capacidade de a criança discernir espancamento de surra disciplinar depende em grande parte da atitude dos pais para com a surra e com o procedimento de surra dos pais. Não há evidência na literatura médica de que uma surra leve nas nádegas de uma criança desobediente aplicada por um pai ou mãe amorosa ensina conduta agressiva à criança.

A questão crítica não é se devemos ou não usar a surra disciplinar (ou, aliás, qualquer castigo), mas de que maneira usá-la. Abuso físico praticado por pais irados e descontrolados deixará feridas emocionais permanentes e cultivará amargura e ressentimento dentro de uma criança. O uso equilibrado e prudente de surras disciplinares, porém, é um método eficaz para desestimular condutas agressivas de algumas crianças.

Um estudo longitudinal de seis anos de uma população racialmente mista de 1.112 crianças entre 4 e 11 anos nos Archives of Pediatric and Adolescent Medicine [Arquivos de Medicina Pediátrica e Adolescente] concluiu: “Uma análise de regressão dentro de subgrupos não rendeu nenhuma evidência de que a surra disciplinar promove agressão em crianças antes da idade de 6, apoiando afirmações de maior agressividade em apenas 1 subgrupo: meninos brancos de 8 a 11 anos em lares de mães solteiras”. Para esse subgrupo de risco mais elevado, especulou-se que a surra disciplinar pode servir como “um substituto para problemas familiares tais como perda da autoridade paterna, péssima administração, estresse ou falta de apoio”. Nesses casos, os autores do estudo indicam que “para famílias que estão experimentando graves problemas na administração da família, surrar não é uma solução viável para esses problemas e pode agravá-los”. Mais uma vez, o ambiente familiar tem um efeito profundo no resultado da medida disciplinar. [2] O que é surpreendente é que a agressividade infantil está mais ligada intimamente à permissividade das mães e críticas negativas do que disciplina física abusiva.[3]

É irreal achar que quando os pais excluem apenas as surras de suas opções de disciplina, as crianças jamais baterão nos outros. A maioria das crianças de um a três anos (muito antes de receberem suas primeiras surras) tentam naturalmente bater nos outros quando surge um conflito ou frustração. A continuação dessa conduta é em grande parte determinada pela reação dos pais ou babás. Quando há disciplina correta, a agressividade se tornará menos frequente. Quando ignorada ou disciplinada de forma ineficaz, a agressividade provavelmente persistirá e até se expandirá. Assim, em vez de contribuir para violência maior, a surra disciplinar pode ser um componente útil num plano abrangente para ensinar eficazmente a criança a parar de bater nos outros.

Argumento 3: Já que os pais muitas vezes deixam de bater até a ira ou frustração alcançar certo ponto, a criança aprende que a ira e a frustração justificam o uso da força física.

Resposta: Um estudo publicado na revista Pediatrics indica que a maioria dos pais que surram não surra por impulso, mas surra seus filhos com um propósito, crendo em sua eficácia. [4] Além disso, o estudo não revelou nenhuma correlação significativa entre a frequência das surras e a ira relatada pelas mães. De fato, as mães que relataram estar iradas não eram as mesmas mães que deram a surra. Bater por reação e impulso depois de perder o controle devido à ira é inquestionavelmente o modo errado de os pais usarem disciplina física. Contudo, eliminar todo castigo físico no lar não remediaria tais cenários explosivos. Poderia aumentá-los.

Quando surras eficazes são removidas do repertório disciplinar dos pais, eles acabam passando sermão incessantemente, implorando, desdenhando e gritando, pois as principais medidas disciplinares — tais como suspensão de brincadeiras e conseqüências lógicas — fracassaram. Em contraste, se uma surra disciplinar adequada é preventivamente usada em conjunção com outras medidas disciplinares, pode-se alcançar melhor controle de uma criança particularmente desobediente, e haverá menos probabilidade de ocorrerem momentos de exaspero.

Argumento 4: O castigo físico é prejudicial às crianças.

Resposta: Qualquer medida disciplinar—física, verbal ou emocional — levada a um extremo pode prejudicar uma criança. Repreensões e broncas excessivas de uma criança por parte dos pais provocam danos emocionais. O uso excessivo de isolamento (suspensão de brincadeiras) por períodos irracionais de tempo pode humilhar uma criança e arruinar a eficácia da medida. Obviamente, castigos físicos excessivos e indiscriminados são prejudiciais e abusivos. Contudo, uma surra administrada de forma adequada numa criança desobediente que já foi avisada de antemão não é prejudicial quando administrada de uma forma controlada e amorosa.

Sem o uso prudente da surra para uma criança particularmente desobediente, os pais correm o risco de serem incoerentes e desculparem a conduta da criança. Essa maneira incoerente de desempenhar o papel de pais confunde e prejudica as crianças e danifica o relacionamento entre pais e filhos. Não há evidência de que uma surra disciplinar adequada seja prejudicial à criança.

Argumento 5: O castigo físico deixa a criança revoltada contra os pais.

Resposta: Todas as formas de castigo inicialmente produzem uma reação frustrada e irada da criança. O avanço dessa ira depende principalmente da atitude dos pais durante e depois do momento da disciplina, e o modo de sua aplicação. Qualquer forma de castigo administrado iradamente com o propósito de retribuição, em vez de uma aplicação calma com o propósito de corrigir, pode criar ira e ressentimento numa criança. Aliás, uma surra pode quebrar a ira crescente de uma criança rebelde e mais rapidamente restaurar o relacionamento entre pais e filhos.

Argumento 6: A surra disciplinar ensina a criança “a lei da força”, que o poder e a força são os mais importantes e que os fortes podem forçar sua vontade sobre os fracos.

Resposta: A autoridade dos pais é comumente exercida na educação rotineira da criança e a surra disciplinar é apenas um exemplo. Outras situações em que poder e controle são exercidos pela maioria dos pais incluem:

A criança nova que insiste em correr de seus pais num shopping lotado ou num estacionamento.

A criança nova que recusa ficar sentada no assento de bebê do carro.
O jovem paciente que recusa ficar quieto durante o cuidado de um machucado.
Poder e controle sobre uma criança são necessários em determinadas ocasiões a fim de garantir segurança, saúde e conduta adequada. Estudos acerca de criação clássica de crianças mostram que para que se consiga uma ótima criação de filhos é necessário algum poder, insistência[5] e firme controle[6]. Quando se exerce o poder no contexto do amor e para o benefício da criança, a criança não o verá como intimidação ou humilhação.

Argumento 7: Surra é violência.

Resposta: A surra disciplinar, conforme recomendada pela maioria dos médicos[7], não é violência por definição (“o uso de força física a fim de ferir ou abusar”).[8] Os pais que surram de forma adequada não ferem ou abusam de seus filhos. O uso do termo “violência” no debate sobre surra só serve para aprofundar a confusão. Por que os escritores anti-surras frequentemente deixam de distinguir entre violência abusiva e surra leve? A distinção é tão fundamental e óbvia que sua omissão indica que esses autores usam tal terminologia por seu valor de propaganda, não para esclarecer as questões.

Argumento 8: A surra disciplinar é uma solução ineficiente para os comportamentos errados.

Resposta: Embora o uso específico de surra disciplinar adequada seja raramente estudado, há evidências de sua eficácia a curto e longo prazo. Quando combinado com raciocínio, o uso de consequências negativas (inclusive surras) diminui eficazmente a frequência da repetição de comportamentos errados em crianças em idade pré-escolar.[9] Em testes clínicos de campo em que se estudou surra disciplinar usada pelos pais, constatou-se que reduz a freqüência subseqüente de desobediência com suspensão de brincadeiras.[10] A surra, como reforço eficaz da suspensão de brincadeiras, é um componente de vários programas bem pesquisados de treinamento de pais[11] e textos populares de criação de filhos.[12]

A Dra. Diana Baumrind do Instituto de Desenvolvimento Humano da Universidade de California-Berkeley, conduziu um estudo de uma década de famílias com crianças de 3 a 9 anos de idade.[13] Baumrind constatou que os pais que empregavam um estilo equilibrado de firme controle (inclusive surras) e incentivos positivos foram os que mais experimentaram resultados favoráveis em seus filhos. Os pais que adotavam abordagens extremas de disciplina (tipos autoritários usando castigos excessivos com menos incentivo ou tipos permissivos usando poucos castigos e nenhuma surra) alcançaram menos êxito.

Baumrind concluiu que a evidência desse estudo “não indicou que reforços negativos ou castigo físico eram procedimentos em si prejudiciais ou ineficazes, mas em vez disso que os modelos totais de controle dos pais determinavam os efeitos desses procedimentos na criança.

Essa abordagem de criação equilibrada de filhos, empregando uso ocasional de surras, é defendida por vários especialistas em criação de filhos.[14] Nas mãos de pais amorosos, uma surra no traseiro de uma criança que teima em não obedecer em ambientes apropriados é um motivador poderoso para corrigir condutas e uma meio eficiente para desestimular a desobediência.

Argumento 9: Adultos que foram surrados quando crianças correm risco de usar a violência como meio de resolver conflitos como adultos.

Resposta: Essa teoria tem origem na obra de Murray Straus do Laboratório de Pesquisa de Família na Universidade de New Hampshire. As conclusões de Straus são baseadas em modelos teóricos e em resultados de pesquisas de adultos relembrando surras na adolescência. A obra dele não é pesquisa clínica, e muitos especialistas crêem que suas conclusões vão muito além de seus dados. Como ocorre com todas as pesquisas de Straus, o foco é surras na adolescência, não o uso seletivo de surras disciplinares em crianças novas aplicadas por pais ajuizados. A evidência para suas conclusões desaparece quando são medidas surras entre as idades de 2 e 8 anos, e quando se mede a agressão na infância mais tarde.

Numa avaliação de castigos físicos, o Dr. Robert E. Larzelere, psicólogo de pesquisas na Universidade Estadual de Oklahoma, apresenta evidência que apóia o uso seletivo por parte dos pais da surra corretiva, principalmente para crianças de 2 a 6 de idade.[15] Depois de analisar detalhadamente a literatura, Larzelere conclui que qualquer associação entre surra e agressividade anti-social em crianças é insignificante.

Depois de uma década de estudo longitudinal de crianças começando na terceira série, o Dr. Leonard Eron não constatou nenhuma associação entre castigo (inclusive surra) e agressão posterior. Eron, psicólogo de pesquisas clínicas, concluiu: “Dez anos depois da coleta original de dados, constatamos que castigos aplicados a atos agressivos em crianças novas não mais estavam relacionados a agressões no presente, e em vez disso, outras variáveis como cuidados paternais e a identificação das crianças com seus pais eram mais importantes na predição de agressões posteriores”.[16] De novo, é o modelo total de criação de filhos praticada por pais que determina o resultado dos esforços deles.

Argumento 10: A surra corretiva leva os pais a formas prejudiciais de castigo físico que levam ao abuso físico de crianças.

Resposta: O potencial abuso quando pais amorosos usam surras disciplinares adequadas é muito baixo. Já que os pais têm uma afeição natural por seus filhos, eles são mais propensos a utilizar menos, do que utilizar mais, surras. Tanto dados empíricos quanto opiniões profissionais se opõem ao conceito de um relacionamento causal entre surras e abuso infantil.

Pesquisas indicam que 70 a 90 por cento dos pais de crianças em idade pré-escolar usam surras,[17] mas a incidência do abuso físico contra crianças nos EUA é menos do que 5 por cento. Estatisticamente, as duas práticas são bem distantes. Além disso, durante a década passada registros de abuso de crianças estão aumento ao mesmo tempo em que a aplicação de surras corretivas está diminuindo.[18]

Mais de 70 por cento dos pediatras rejeitam a idéia de que surras corretivas predispõem os pais a se engajar em formas de abuso físico.[19] Ensinar os pais acerca de surras apropriadas pode realmente reduzir os abusos infantis, de acordo com Larzelere, em seu artigo que analisa castigos físicos.[20] Os pais são mal equipados para controlar a conduta de seus filhos, e os pais que adotam uma abordagem mais permissiva (se recusando a usar surras corretivas) podem ser mais propensos à ira [21] e ataques explosivos sobre seus filhos.[22]

O abuso contra filhos cometido pelos próprios pais é um processo interativo envolvendo a competência dos pais, o temperamento de pais e filhos e as exigências da situação.[23] Pais abusivos são mais irados, deprimidos e impulsivos, e enfatizam castigos como o meio predominante de disciplina. Crianças abusadas são mais agressivas e menos submissas do que crianças de famílias não abusadoras. Há menos interação entre membros da família em famílias abusivas e mães abusivas demonstram condutas mais negativas do que positivas. A etiologia da criação abusiva de filhos é multifatorial com ênfase nas personalidades envolvidas, não dando para explicá-la
simplesmente pelo uso de surras por parte dos pais.

Finalmente, o experimento sueco de reduzir abusos contra crianças proibindo surras parece estar falhando. Em 1980, um ano depois que essa proibição foi adotada, o índice de crianças com marcas pelo corpo era o dobro do índice nos Estados Unidos.[24] De acordo com um relatório da organização governamental Estatísticas Suécia, ocorrências policiais de abuso de crianças por parte de membros da família aumentaram quatro vezes mais de 1984 a 1994, enquanto ocorrências de violência praticada por adolescentes aumentaram praticamente seis vezes mais.[25]
A maioria dos especialistas concorda que surras corretivas e abuso de crianças não são uma sequência contínua, mas são coisas bem diferentes. Quando o assunto é criação de filhos, o que determina o resultado da iniciativa corretiva não é a medida usada, mas quem a usa e como ele a usa. É claro que surras disciplinares podem ser usadas com segurança na disciplina de crianças novas com um resultado excelente. O uso apropriado de surras pode realmente reduzir o risco de os pais abusarem dos filhos.

Argumento 11: Surras corretivas jamais são necessárias.

Resposta: Todas as crianças precisam de uma combinação de encorajamento e correção à medida que elas são disciplinadas, para se tornarem indivíduos socialmente responsáveis. A fim de que a correção detenha a conduta desobediente, a conseqüência imposta sobre a criança tem de prevalecer sobre o prazer do ato desobediente. Para crianças muito submissas, formas mais leves de correção serão suficientes e surras corretivas jamais serão necessárias. Para crianças mais obstinadas que se recusam a obedecer ou que não são persuadidas por conseqüências mais leves tais como suspensão do tempo de brincadeiras, a surra corretiva é útil, eficaz e adequada.

Conclusão

O assunto da surra disciplinar tem de ser avaliado a partir de uma perspectiva fatual e filosófica. É preciso fazer uma distinção entre formas abusivas e prejudiciais de castigo físico. Surras disciplinares adequadas podem desempenhar um papel importante para um excelente desenvolvimento da criança, e de acordo com estudos é parte do estilo de criação de filhos que está associado aos melhores resultados. Não há evidência de que surras disciplinares leves por parte de pais amorosos sejam prejudiciais. Aliás, surras corretivas têm o apoio da história, pesquisas e a maioria dos médicos que lidam diretamente com crianças.

***

O Dr. Den A. Trumbull é um pediatra particular credenciado em Montgomery, Alabama. O Dr. Trumbull é vice-presidente do Conselho Federal de Pediatria (American College of Pediatricians) dos Estados Unidos. O Dr. S. DuBose Ravenel é um pediatra particular credenciado em High Point, Carolina do Norte, EUA. Ele trabalhou durante 11 anos na faculdade de pediatria da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte antes de abrir um consultório particular.
Notas finais

[1] Lyons, Dr. John S., Anderson, Rachel L., and Larson, Dr. David B., "The Use and Effects of Physical Punishment in the Home: A Systematic Review." Presentation to the Section on Bio-Ethics of the American Academy of Pediatrics at annual meeting, Nov. 2, 1993.
[2] Gunnoe, M. L. and Mariner C. L., “Toward a developmental-contextual model of the effects of parental spanking on children's aggression,” Archives of Pediatric & Adolescent Medicine 151 (1997): 768-775.
[3] Olweus, Dan, “Familial and Tempermental Determinants of Aggressive Behavior in Adolescent Boys: A Causal Analysis,” Developmental Psychology 16 (1980): 644-660.
[4] Socolar, Rebecca R. S., M.D. and Stein, Ruth E.K., M.D., “Spanking Infants and Toddlers: Maternal Belief and Practice,” Pediatrics 95 (1995): 105-111.
[5] Hoffman, Martin, “Parental Discipline and Child’s Moral Development” Journal of Personal Social Psychology 5 (1967): 45-57.
[6] Baumrind, Diana, Ph.D. “Rearing Competent Children” Damon, W. (Ed.) Child Development Today and Tomorrow (San Francisco: Jossey-Bass, 1989); pp.349-378.
[7] McCormick, Kenelm F., M.D., “Attitudes of Primary Care Physicians toward Corporal Punishment” Journal of the American Medical Association 267 (1992): 3161-3165.
[8] Webste’s Ninth New Collegiate Dictionary (Massachusetts: Merriam-Webster Inc., 1987); p. 1316.
[9] Larzelere, Dr. Robert E. and Merenda, Dr. J.A., “The Effectiveness of Parental Discipline for Toddler Misbehavior at Different Levels of Child Distress” Family Relations 43 (1994): 4.
[10] Roberts, Mark W. and Powers, Scott W. “Adjusting Chair Time-out Enforcement Procedures for Oppositional Children.” Behavioral Therapy 21 (1990): 257-271, and Bean, Arthur W. and Roberts, Mark W., “The Effect of Time-out Release Contingencies on Changes in Child Noncompliance” Journal of Abnormal Child Psychology 9 (1981): 95-105.
[11] Forehand, R. L. and McMahon, R. J. Helping the Noncompliant Child (New York: Guilford Press, 1981); pp. 79-80.
[12] Clark, Lynn C., SOS! Help for Parents (Kentucky: Parents Press, 1985); pp. 181-185.
[13] Baumrind, Dr. Diana, “The Development of Instrumental Competence through Socialization,” Minnesota Symposia on Child Psychology 7 (1973): 3-46.
[14]Austin, Glenn, Love and Power: How to Raise Competent, Confident Children (California: Robert Erdmann Publishing, 1988). Also, Dobson, Dr. James, The Strong-Willed Child (Illinois: Tyndale House Publishers, 1985), and Coopersmith, Stanley, The Antecedents of Self-Esteem, (New York: W.H. Freeman & Co, 1967). Reprinted 1981. California: Consulting Psychologists Press, Inc.
[15] Larzelere, Dr. Robert E., “Should the Use of Corporal Punishment by Parents be Considered Child Abuse?” Mason, M., Gambrill, E. (Eds.) Debating Children's Lives, (California: SAGE Publications, 1994); pp. 204-209.
[16] Eron, Dr. Leonard D., “Theories of Aggression: From Drives to Cognitions.” Huesmann, L. R. (Ed.), Aggressive Behavior, Current Perspectives, (New York: Plenum Press, 1994); pp. 3-11.
[17] Straus, Murray A., “Discipline and Deviance: Physical Punishment of Children and Violence and Other Crime in Adulthood,” Social Problems 38 (1991): 133-152.
[18] National Committee to Prevent Child Abuse. Memorandum. May 1995; 2(5).
[19] White, Kristin, “Where Pediatricians Stand on Spanking,” Pediatric Management (September 1993): 11-15.
[20] Larzelere, Dr. Robert E., op. cit.
[21]Socolar, Rebecca R. S., M.D. and Stein, Ruth E. K., M.D., op. cit.
[22] Baumrind, Dr. Diana, op. cit.
[23] Wolfe, David A, “Child-Abusive Parents: An Empirical Review and Analysis” Psychological Bulletin. 97 (1985)): 462-482.
[24] Larzelere, Dr. Robert E., op. cit.
[25] Statistics Sweden. K R Info, May 1995; pp. 1-6. Stockholm, Sweden.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: Family Research Council

Federação Americana de Pediatras: “É certo os pais darem surras”

Não use a vara e estrague a criança

Quando um pai não disciplina o próprio filho

Poupe a vara e estrague a criança

Dr. James Dobson responde a uma pergunta sobre disciplina de crianças

Distorções e abusos do Estado voraz gerando caos às famílias

Suécia: o exemplo “perfeito”

A Disciplina Física Deve Ser Proibida?


Prof. Luis Cavalcante
Fones: (11) 3448-3124 / 9675-4019

E-mail: cavalcante@luiscavalcante.com
Site: www.luiscavalcante.com

http://sabedoriaverdadeira.blogspot.com

http://direitoreformacional.blogspot.com

http://economiareformacional.blogspot.com

http://iber-ipo.blogspot.com

http://luis-cavalcante.blogspot.com

Faça os cursos gratuitos, com certificados e pela internet de "Filosofia Reformacional”, “Administração Reformacional”, “Economia Reformacional” “Pedagogia Reformacional”, “Educação Infantil Reformada" e "Direito Reformacional" (vários outros temas), todos focado em Aprender a Pensar com Excelência - Superando os Reducionismos do Naturalismo, Deísmo, Niilismo, Existencialismo, Securalismo, Positivismo, Panteísmo-Orientalista e Pós-Modernismo) - Solicite gratuitamente o formulário de inscrição.


SOLI DEO GLORIA / SOLA SCRIPTURA / SOLA GRATIA / SOLA FIDE / SOLUS CHRISTUS

3/11/2009

GOVERNO ESTÁ COLABORANDO PARA O AUMENTO DA PEDOFILIA?

Governo está colaborando para o aumento da pedofilia?

Casos de pedofilia têm índices mais elevados em estruturas familiares desajustadas, onde um padrasto ou amante da mãe substitui o pai legítimo
por Julio Severo

Há casos de pais biológicos que estupram as próprias filhas? Sem dúvida. Mas esses casos raríssimos estão muito longe de ser padrão.

A pedofilia é muito mais comum em lares sem a proteção do pai biológico, que é o maior e mais ferrenho defensor de sua família. Os estupradores de meninas dentro de famílias são geralmente padrastos, homens que não têm nenhuma ligação biológica com as filhas da mulher com a qual estão.

Os exemplos são inúmeros. Quem é que conseguirá tão cedo esquecer a menina de 9 anos que, estuprada pelo padrasto em Pernambuco, ficou grávida de gêmeos? O padrasto, que vivia com a mãe dela, acabou se aproveitando da menina de 9 anos e de sua irmã um pouco mais velha.

Ele é o único padrasto do mundo a ficar interessado nas filhas da mulher? Infelizmente, não.

A partir do momento em que uma criança fica longe de seu pai e mãe biológicos, os riscos aumentam. Podem ocorrer vários tipos de abusos. Há o caso em que um conselho tutelar tirou os filhos de uma família, por uma questão do método de disciplina dos pais, e entregou as crianças para um casal adotivo, que acabou abusando sexualmente delas. Há também os famosos casos de orfanatos estatais, onde crianças eram abusadas aos milhares. E quem não se lembra da menina de quatro anos que o Estado entregou a um “casal” homossexual? A menina encontra-se agora traumatizada por abusos sexuais. Esses são apenas três exemplos onde a participação do Estado em crimes contra as crianças é direta e inegável.

O Estado não consegue proteger tão bem as crianças quanto seus pais legítimos. Se a família não tiver condições de proteger seus próprios filhos, então muito menos o Estado. Por isso, é fundamental que, em vez de tentar substituí-las em suas importantes funções, o Estado fortaleça e proteja as famílias.

A família natural — que é composta por um homem e uma mulher unidos em compromisso conjugal — é o único lugar certo para a criação e proteção de crianças. O divórcio e a promiscuidade sexual destroem a estrutura da família, expondo os adultos a problemas físicos e emocionais e expondo as crianças aos mesmos problemas, com a adição do risco do abuso sexual.

A estrutura da família natural, que precisa ser conservada intacta, é semelhante ao corpo humano. Quando um membro fica doente e é amputado, o corpo nunca mais funcionará de forma saudável e normal. Quando há um divórcio e o pai biológico é substituído por um padrasto ou amante, a família deixa de ser natural e intacta e nunca mais será normal. Pode haver exceções raríssimas, mas os exemplos negativos são abundantes.

É claro que, com relação ao corpo, o governo não cria leis e políticas que facilitam a amputação dos membros do corpo. Pelo contrário, o que existe é uma preocupação para que iniciativas de prevenção médica evitem tanto quanto possível a dolorosa e extrema solução da amputação.

Um governo saudável criaria incentivos para o casamento e penalidades para os que fazem escolhas moralmente nocivas e prejudiciais à ordem familiar. Entretanto, é o próprio governo que vem facilitando os divórcios e tornando o casamento quase que obsoleto.

Com o descaso estatal para com a estrutura familiar e para com o casamento, as pessoas entram hoje em vários relacionamentos sexuais, onde as mulheres têm às vezes um filho de cada amante, e o resultado são justamente os casos de abuso infantil.

A mulher de hoje, que está liberada – pelo Estado – da estrutura familiar tradicional, pode livremente se envolver sexualmente com um homem, ter uma filha com ele e depois se envolver com outros homens. As chances de sua filha não ser abusada num desses relacionamentos não são pequenas. O governo e a mídia chamam tudo isso de “liberação” da mulher.

Em vez de proteger as mulheres e suas filhas desses riscos, aplicando penalidades para a irresponsabilidade sexual de homens e mulheres e criando incentivos para o casamento e família natural, o governo realiza imensas campanhas de contracepção, onde a mensagem clara é: “Não se preocupe com casamento nem com filhos. Faça sexo à vontade!”

Homens, totalmente despreocupados com casamento, fazem sexo com uma multidão de mulheres, sem se importarem com os filhos que são gerados. Sexualmente, eles são os grandes beneficiários das políticas governamentais que promovem a irresponsabilidade sexual. Mulheres fazem sexo à vontade sem se preocuparem com o futuro e a segurança dos filhos que lhes são gerados. É um jogo de poder onde o Estado sai fortalecido, à custa do bem-estar das crianças e suas mães.

Desde que parou de cumprir sua função principal de punir criminosos – os mais de 50 mil brasileiros assassinados por ano são um poderoso atestado da total incompetência do Estado brasileiro – e passou a querer substituir à força o papel do pai na família, o papel de Deus na sociedade e o papel das igrejas nas comunidades, o Estado vem representando ameaça tão grande quanto a ameaça dos próprios criminosos que era sua função castigar.

O Estado, que devia castigar estupradores de crianças com pena capital, dá educação sexual pornográfica nas escolas e a pena capital do aborto para as meninas estupradas. O Estado, que não consegue impor a lei e a ordem diante do elevadíssimo número de assassinos no Brasil, impõe verdadeira ditadura nos relacionamentos da família, facilitando divórcios, adultérios, promiscuidade sexual, nascimentos ilegítimos, etc. O Estado, que se diz tão anti-pedofilia, fomenta e apóia a mídia pornográfica do Brasil.

Tragédias estão no encalço das ações governamentais que interferem na estrutura da família intacta. Uma das tragédias é justamente o aumento da violência doméstica, cujas estatísticas, ao contrário do que pensa a maioria das pessoas, não envolve exclusivamente os membros da família natural. Quando vêem notícias sobre violência doméstica pela TV, as pessoas imaginam que é assunto ligado diretamente à família natural.

No entanto, a violência doméstica, quando apresentada pelo Estado e por sua mídia comprada, engloba, muito além da família normal, casais amigados, casais divorciados, casais promíscuos, mães solteiras, etc. Se o governo separasse as famílias normais nos resultados finais dessas estatísticas, ficaria muito óbvio que o foco do problema são as “famílias” onde não há a presença do pai biológico.
Mas o governo não faz essa importante distinção e ainda usa as estatísticas de violência doméstica para justificar maior intrusão nas famílias intactas.
Em vez de dar soluções, o Estado gera problemas para as famílias. Se impusesse restrições ao divórcio e promiscuidade sexual e proteção para a família intacta, a menina de 9 anos e muitas outras meninas não estariam sendo criadas por padrastos, mas pelo pai legítimo.

Depois que cria seus próprios problemas, o Estado propõe mais “soluções”. Depois que a menina de 9 anos engravidou de gêmeos, o Estado, com a cumplicidade da mídia esquerdista, explicou para a população que matar os gêmeos estava nos melhores interesses da menina. O Estado lhe deu aborto como solução.

O Estado, que está abortando milhões de famílias naturais com suas políticas insanas de divórcio fácil e sexo fácil, agora traz o aborto diretamente no colo de meninas novas. É o governo especialista na destruição de valores morais, famílias e meninas.
Políticas governamentais que afastam as crianças de seus pais biológicos são ou não uma forma de entregá-las de bandeja para situações de risco sexual?
Políticas governamentais que priorizam o sexo fácil, mas não a sacralidade do casamento e da família natural intacta, expõem ou não crianças a situações de abuso sexual?

Políticas governamentais que impõem a pornografia dentro da sala de aula e através da TV como educação sexual e entretenimento são ou não uma forma de abuso sexual, preparando as crianças para muitos outros abusos?

É quase impossível ver tais indagações na TV, que é hoje cúmplice das intrusivas políticas governamentais voltadas para a sexualização precoce das crianças.
Mas na hora em que surgem os problemas que eles próprios cultivaram, eles têm a cara de pau de aparecer para apontar para o público suas soluções, que mais tarde trarão mais problemas, que mais tarde trarão mais de suas soluções, etc.

É um infindável círculo vicioso, onde o Estado pró-pornografia escolar incha e se fortalece, onde a mídia pornográfica incha e se fortalece, porém onde as famílias sofrem e as crianças gemem.

O Estado está ilegalmente ocupando o lugar central de Deus na vida das pessoas, substituindo o papel de liderança dos pais nas famílias e substituindo o papel de reabilitação das igrejas. Mas quando as famílias colocarem suas esperanças em Jesus Cristo, o Rei do universo, haverá solução para tudo, pois Jesus é a única solução. Enquanto confiarem no governo para tudo, as famílias continuarão a viver muitos problemas, pois o maior problema do Brasil é o próprio governo do Brasil.
Eu tenho esperança. Um dia, o Estado opressor gemerá e a mídia totalitária chorará, mas as famílias e as crianças se alegrarão.

Fonte: www.juliosevero.com

Distorções e abusos do Estado voraz gerando caos às famílias

Família: beneficiária, refém ou vítima de políticas públicas?

Outros artigos que falam de pedofilia:

Menina de 4 anos que vivia com “casal” gay é violentada

Grupo Gay da Bahia premia colaboracionistas da agenda gay no Brasil

Safernet de olho nos “criminosos” que não aceitam a agenda gay

Combate à pedofilia: cavalo-de-tróia estatal contra a “homofobia” e a “intolerância religiosa”?

Lula culpa hipocrisia religiosa por abusos sexuais a menores

CPI da Pedofilia de Magno Malta ajuda governo e ONGs radicais a tirar vantagem do
combate à pedofilia

3/09/2009

CARTA A UM PASTOR ABERTO AO TEÍSMO RELACIONAL

Por Jorge Fernandes

Sinceramente, não gosto da sua "teologia relacional", pois não há traços bíblicos nela mas essencialmente humanísticos, travestidos de cristianismo simplesmente pelo (pouco) hábito de citar Cristo, diferentemente da forma que cita, em profusão, os filósofos existencialistas e teólogos modernosos adeptos do marxismo/teologia da libertação (e Deus nem mesmo chega a ser uma inferência, visto que a sua base doutrinária é antropocêntrica). A sua arrogância e desprezo para com as outras "teologias", em especial à ortodoxia (e o tom pejorativo e muitas vezes jocoso com que as repele; o mesmo tom pelo qual se julga perseguido), mostra o quão distante está do amor de Cristo que diz buscar. Não há como ser igual a Cristo, excluíndo-O; não há como segui-lO sem negar a si mesmo e tomar a sua cruz; nem pregar o Seu Evangelho sem crer que é a infalível palavra de Deus.

Creio que o grande erro dos cristãos liberais (?), dos modernos e pós-modernos evangelicalismos é o desprezo pelas coisas de Deus, o desprezo pela Sua Palavra, é não aceitar a Sua imutabilidade, e crer que Ele se parece conosco, ou podemos ser como Ele. A menos que nos despojemos da nossa natureza (inclusive intelectual: "Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, e aniquilarei a inteligência dos inteligentes. Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?" - 1Co 1.18-20), e oremos pedindo-lhE que o caráter do Seu Filho seja forjado em nós, do contrário, não estaremos de forma alguma servindo-O como é o Seu desejo. Biblicamente, é possivel Cristo viver em mim sem que a minha natureza morra? (2Co 5.17; Gl.2:20). Não. Para que Cristo viva é preciso eu estar sepultado, e então, seja ressuscitado e tornado participante da vida eterna pelo Filho de Deus.

Entristece-me ver em que estágio um pastor se encontra e pode encontrar-se, como lobo cruel a não poupar o rebanho (Atos 20.29 - e são muitos os que estão doentes, infectados pelo vírus diabólico da negação da Palavra de Deus). Não intento desmerecê-lo mas alertá-lo no amor do Senhor (sei que pareço pretensioso; mas é no amor de Jesus Cristo que lhe escrevo, ainda que não creia, ainda que não o aceite); suas aflições, inquirições e dúvidas apenas subsistem no homem natural, não em Deus ou na Sua Palavra, a qual é a ÚNICA VERDADE, bastando que se creia ("o que não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece" - Rm 9.16). O seu agir está muito próximo de uma zombaria, desrespeito e irreverência para com Ele. Se olhasse mais para o Senhor e menos para si mesmo, creio que a grande maioria (desculpe a redundância) dos seus problemas e dilemas estariam resolvidos. Quando o homem quer se fazer diferente ao buscar os "louros" para si, achando que pode tirar de Deus a glória que lhE pertence, tece uma teia na qual a presa é o próprio homem.

Quando não O aceitamos como Ele é, revelado nas Escrituras, e conjecturamos sobre Sua vontade, caráter e pessoa humanisticamente, usando critérios extrabíblicos (muitas vezes blasfemos, céticos e místicos), erramos duplamente: ao não reconhecê-lO através da Sua revelação (especialmente em Cristo e Sua obra salvadora e redentora), e ao não considerá-lO o Criador soberano, reto, santo e justo que é, e que desta forma revelou-Se nas Escrituras. Então vive-se nessa roda, um círculo maligno que o levará à perdição, a criar um deus factual, tangível... um molde de gesso, capaz de se quebrar à simples pressão dos dedos.

Orei muitas vezes por você, pedindo a Deus que lhe revelasse a Sua santa vontade, que os seus olhos fossem abertos para a Verdade; contudo, cada vez mais o vejo obstinado em salvaguardar os seus interesses (ainda que mascarados, pretensamente solidários, éticos, morais e justos; mas que levam ao engano, à crença em um deus fora da Escritura, um deus revelado pela nossa natureza débil, inconstante, pecadora e maléfica), e a expô-los de forma virulenta, ainda que com disfarces líricos e poéticos; uma estampa aparentemente bonita para algo efêmero, mas ainda assim, extremamente nocivo, perigosamente letal. Pense no que diz Paulo em Romanos 1:24-25: "Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém!".

A quem sirvo? Ao Criador Eterno e Senhor da história? Ou à criatura (ao forjar um deus à imagem e semelhança do homem caído)?

Que Deus tenha misericórdia de você, e leve-o ao arrependimento.

Originalmente publicado em http://apologhetica.blogspot.com/2008/08/carta-um-pastor-aberto-ao-tesmo.html

Texto original minimanente alterado.

Postado por Jorge Fernandes às 9:46 AM

Marcadores: Ceticismo, Heresia, Teologia Relacional, Teísmo Aberto

GUIA BIBLIOGRÁFICO PARA EXEGESE DO NOVO TESTAMENTO

Guia Bibliográfico para Exegese do Novo Testamento

Prof. Isaías Lobão Pereira Júnior



Este pequeno guia tem como objetivo, apresentar ao estudante orientação bibliográfica para o estudo exegético do Novo Testamento. Sabemos que o teólogo brasileiro tem que adquirir seus livros, visto ser difícil encontrar em bibliotecas todos os títulos que ele precisa para o bom estudo.


Eu dei prioridade para os títulos publicados em português. Os estudantes que dominam outras línguas podem encontrar guias semelhantes a este, com as devidas referências. Porém, como ainda não somos pródigos em publicações exegéticas, em alguns casos, tive que me reportar a títulos em outras línguas.

A disposição dos títulos deste guia, segue a estrutura de uma importante obra norte-americana [1], de autoria do Dr. David M. Scholer, publicado pela primeira vez em 1970, na época, professor do departamento de Novo Testamento do Seminário Teológico Gordon-Conwell.

Dei preferência a títulos de orientação evangélica conservadora, que defendem a metodologia exegética histórico-gramatical. No entanto, tive que me reportar a títulos que seguem a metodologia histórico-crítica. O estudante deve tomar cuidado com algumas conclusões destes títulos, que geralmente enfraquecem a autoridade do texto bíblico.

(...) CLIQUE ABAIXO PARA CONTINUAR:


FONTE:
http://www.monergismo.com/teologia-exegetica/idiomas-biblicos/guia-bibliografico-para-exegese-do-novo-testamento/

3/07/2009

O pastor brasileiro e a “direita religiosa fundamentalista”

por Norma Braga

Pastor brasileiro é mais um exemplo de esquerdista arrogante opinando sobre algo que não conhece como se fosse o maior especialista no assunto.

Chegou-me às mãos, ou melhor, à tela do meu computador, um artigo de autoria de um conhecido pastor brasileiro sobre Pat Robertson, aquele (também) pastor americano que sugeriu à CIA que assassinassem Hugo Chávez, para horror de muitos por estas plagas. Certo, o assunto já criou alguma rugas, mas o horror está bem vivo na mente de boa parte dos líderes evangélicos. O pastor brasileiro o expressa iniciando seu texto com exclamações indignadas – Horroroso! Patético! Vergonhoso! – e finalmente diz a que veio, ao concluir atribuindo pesados adjetivos ao que desdenhosamente chama de “direita religiosa fundamentalista” dos Estados Unidos.

Não sei se ele conhece o suficiente sobre aqueles a quem devota tanto desdém. Ouso arriscar que não. Mas vamos por partes.

Confesso que, como cristã, gosto, e muito, do termo “fundamentalista”. Lembra-me “fundamentos”, “raízes”. Somos mais cristãos na medida em que voltamos, sem cessar, aos fundamentos da nossa fé, que transcendem a todo modismo e se alicerçam no conhecimento de Deus que nos é transmitido biblicamente. Mas o pastor brasileiro não gosta do termo. Ao utilizá-lo de forma pejorativa, ele se alia, não sei quão conscientemente, aos opostos naturais dos fundamentalistas: os adeptos da teologia liberal. Afinal, o termo ganhou um tom de mofa desde a época em que cristãos se uniram para lutar contra o liberalismo nas igrejas, quando ser “fundamentalista” passou a ser sinônimo de caretice, breguice, anti-intelectualismo, fervor cego – na visão dos tão descrentes liberais.

Mas prossigamos. O autor do artigo não se refere somente a “fundamentalistas” para caracterizar uma determinada classe famigerada, em sua opinião, de evangélicos americanos, mas sim – e em primeiro lugar – ao tenebroso e odiento grupo que chama de “direita religiosa”. Engraçado não ter utilizado o termo “direita cristã” ou semelhante. Deve ser porque “religioso”, em nossa sociedade secular (que se gaba mais que nunca de não precisar de religiões), virou insulto mesmo, ou no mínimo a expressão de algo gasto, não mais digno de existência significativa na modernidade de que tantos se orgulham. Novamente, ao utilizar o par de palavras dessa forma, o pastor brasileiro se alia, não sei quão conscientemente, a um secularismo que se livra de tudo o que lhe parece ter o rótulo de “religião”, assim como quem tira a lama dos pés com uma displicente esfregadela.

Devo confessar também que o termo “religioso” me agrada. A palavra “religião” favorece em muito a doutrina cristã, pois vem do latim religare (ligar de novo), sugerindo a volta dos laços que nos uniam a Deus antes do pecado original. É uma pena que, no Brasil, tantos pastores tenham brigado com ela.

Retomo a escolha nada casual das três palavrinhas. Finalmente, direita religiosa fundamentalista. Direita. Com essa, o autor tem plena adesão da platéia. Afinal, “direita” virou xingamento há muito no Brasil, onde as pessoas nem sabem mais o que é ser de direita – só sabem que é ruim – , assim como não sabem mais o que é ser de esquerda – só sabem que é bom. Tenho escrito incessantemente em meu mundial contra o “imperialismo”, pregou a tomada do controle em todos os níveis pelo “poder popular” (o bom conhecedor dos processos revolucionários lerá adequadamente: poder estatal) e reafirmou a velha sede esquerdista por sangue com gritos de guerra como a revolução bolivariana está armada e o assustador socialismo ou morte. Em pleno século XXI, depois de quase 200 milhões de mortos, essa sede não está satisfeita.

Por isso tudo afirmo, sim, que diante das evidências o mundo estaria bem melhor sem Hugo Chávez! Mas duvido que o autor do texto aplique a Chávez ou ao ideário socialista as palavras horroroso, patético, vergonhoso usadas para o conservador americano. Afinal, parece andar em afinada sintonia com os consensos deste mundo. Junto com todos os outros que se regozijam em uma ativa propaganda contra a “direita religiosa fundamentalista”, levará um susto, tal como aqueles que ignoraram ou subestimaram Adolf Hitler.

http://www.midiasemmascara.org/?p=4858

*

SOU solidário ao sofrimento do escritor cristão JULIO SEVERO pela perseguição dos "militantes gays" e do "Estado esquerdista-evolucionista-gay".

Os “gays militantes” e o atual “Estado Político são extremamente Naturalista, Secularista, Evolucionista, Anti-Criacionista, Construtivista, Imoral”; gerenciados por discípulos esquerdistas de Sodoma e Gomorra”, com o intuito de destruir os valores cristãos da família.

Meu amado irmão, você tem o meu apoio e suporte em Osasco/SP, e com certeza, o Instituto de Educação e Cultura Reformada estará trabalhando para espalhar e divulgar a “PERSEGUIÇÃO BRANCA” aos cristãos que são escrituralistas e fiéis aos mandamentos de santidade e pureza sexual conforme o padrão bíblico.

Uma das formas de evitarmos a perseguição aos cristãos por parte dos “militantes gays” será barrar o avanço da “esquerda política” através do crescimento e penetração de teologias liberais (nas igrejas históricas) e neo-liberais, (nas igrejas carismáticas e neo-pentecostais); criando uma força política e jurídica alternativa com fundamentos reformados, reformacionais e teonômicos .

Não existe Estado “laico”. Estado Naturalista e Secularista já é em si uma opção “religiosa”. Não existe Estado “Neutro”. O Verdadeiro Estado Laico significa que nenhuma “religião-denominacional” terá “controle-político-jurídico”, ou seja, o verdadeiro Estado Laico é Separado da Religião-Denominação e não dos valores éticos e morais da Religião. A desgraça é um Estado Autonômo na sua onipotência evolucionista e arrogante como divindade absoluta.

A esquerda política está usando o dinheiro público para financiar, estimular, apoiar e divulgar o naturalismo, secularismo, marxismo, socialismo, evolucionismo, materialismo, anti-criacionismo, niilismo, existencialismo, construtivismo, mazelas do panteísmo-orientalista pós-moderno, e acima de tudo, a imoralidade, assassinato e a normalização do aborto e a destruição da família e dos valores cristãos que tem sustentado o ocidente desde a sua origem. O atual Estado Esquerdista-Lulista quer implantar o Estado Gay, renegando a herança e os valores cristãos sustentadores da comunidade social.

Site: www.juliosevero.com

Fonte: http://luis-cavalcante.blogspot.com

O CRISTÃO MAIS PERSEGUIDO DO BRASIL - JÚLIO SEVERO

O CRISTÃO MAIS PERSEGUIDO DO BRASIL - JÚLIO SEVERO

A tão propalada Democracia do PT e do governo Lula está perseguindo e ameaçando até de morte um lutador pela causa do cristianismo e dos valores familiares e morais. O perseguidor é o governo Lula, o PT e seus aliados, dentre os quais ONGs, movimentos populares e sociais ligados ao governo que defendem o Aborto e os homossexuais principalmente.

Ainda não existe uma Lei contra homofobia e o projeto que está tramitando no congresso é o mais anacrônico possível, que tira direitos de religiosos e de gente que é à favor dos valores familiares e cristãos.

Não somos à favor de discriminação aos homossexuais, mas não podemos permitir que por falta de uma lei, esta Lei absurda (PLc 122/2006), seja aprovada pelo Senado. É isso que os homossexuais querem, e o governo do PT, que quer fechar as igrejas, perseguir pastores e padres que não se alinharem; está aproveitando a aportunidade para usar os GLBTs para jogar os religiosos e conservadores contra a sociedade, rotulando-os de "homofóbicos", só porque se posicionam contra esse projeto de lei que é um dos maiores absurdos jurídicos dos últimos 100 anos de República.

Os grupos GBLTs apoiados e financiados pelo des-governo do PT, estão ameaçando o Júlio Severo, na tentativa de intimidá-lo e porque até agora não conseguiram, estão partindo para táticas terroristas.

O sr. Luiz Motti ameaça divulgar o endereço do Júlio Luiz Mott quer publicar o endereço residencial de Julio Severo, pra que, senão pra ameaçá-lo, ele e sua esposa que está grávida? Também o presidente de nove dedos fez a seguinte declaração: Lula: “Opor-se ao homossexualismo faz de você um doente”, isso estimula a perseguição ainda mais. Grupos de ativistas gays estão com ações na justiça contra o Júlio Grupo gay entra com ações legais por crime de ódio contra Julio Severo. Há muito se bate na mesma tecla e parece que os líderes evangélicos não se dão conta, de que o PT e o governo Lula tem um projeto de dominação "esquerdista" que não conta com Igrejas e não reconhece Deus como Soberano das nossas vidas e tira direitos religiosos de reunião para adoração e trata evangelismo como crime. Basta ver o que Evo Morales fez na Bolívia: Rasgou a Constituição, fez uma nova onde tira a liberdade religiosa e introduz um novo "deus" chamado "pachamama", ou seja para Evo Morales, Deus é a "mão terra". É exatamente isso que o PT e Lula querem para o Brasil.

CONTINUA....

A tão propalada Democracia do PT e do governo Lula está perseguindo e ameaçando até de morte um lutador pela causa do cristianismo e dos valores familiares e morais. O perseguidor é o governo Lula, o PT e seus aliados, dentre os quais ONGs, movimentos populares e sociais ligados ao governo que defendem o Aborto e os homossexuais principalmente.

Ainda não existe uma Lei contra homofobia e o projeto que está tramitando no congresso é o mais anacrônico possível, que tira direitos de religiosos e de gente que é à favor dos valores familiares e cristãos.

Não somos à favor de discriminação aos homossexuais, mas não podemos permitir que por falta de uma lei, esta Lei absurda (PLc 122/2006), seja aprovada pelo Senado. É isso que os homossexuais querem, e o governo do PT, que quer fechar as igrejas, perseguir pastores e padres que não se alinharem; está aproveitando a aportunidade para usar os GLBTs para jogar os religiosos e conservadores contra a sociedade, rotulando-os de "homofóbicos", só porque se posicionam contra esse projeto de lei que é um dos maiores absurdos jurídicos dos últimos 100 anos de República.
Os grupos GBLTs apoiados e financiados pelo des-governo do PT, estão ameaçando o Júlio Severo, na tentativa de intimidá-lo e porque até agora não conseguiram, estão partindo para táticas terroristas.

O sr. Luiz Motti ameaça divulgar o endereço do Júlio Luiz Mott quer publicar o endereço residencial de Julio Severo, pra que, senão pra ameaçá-lo, ele e sua esposa que está grávida? Também o presidente de nove dedos fez a seguinte declaração: Lula: “Opor-se ao homossexualismo faz de você um doente”, isso estimula a perseguição ainda mais. Grupos de ativistas gays estão com ações na justiça contra o Júlio Grupo gay entra com ações legais por crime de ódio contra Julio Severo. Há muito se bate na mesma tecla e parece que os líderes evangélicos não se dão conta, de que o PT e o governo Lula tem um projeto de dominação "esquerdista" que não conta com Igrejas e não reconhece Deus como Soberano das nossas vidas e tira direitos religiosos de reunião para adoração e trata evangelismo como crime. Basta ver o que Evo Morales fez na Bolívia: Rasgou a Constituição, fez uma nova onde tira a liberdade religiosa e introduz um novo "deus" chamado "pachamama", ou seja para Evo Morales, Deus é a "mão terra". É exatamente isso que o PT e Lula querem para o Brasil.

CONTINUA....

Grupo Gay da Bahia premia colaboracionistas da agenda gay no Brasil

Prêmio Triângulo Rosa é concedido anualmente por grupo fundado por líder homossexual acusado de apoiar a pedofilia, conforme denúncia de Jael Savelli

por Julio Severo

De acordo com o noticiário homossexual MixBrasil, o Grupo Gay da Bahia, fundado por Luiz Mott, concedeu o prêmio Triângulo Rosa para pessoas e instituições que mais se destacaram no apoio à homossexualização do Brasil em 2008.

Além de ser denunciado por Jael Savelli por defender a pedofilia, Mott ficou ainda mais conhecido ao publicar em seu site os endereços de várias pessoas que são contra a agenda gay (veja aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2008/05/lder-homossexual-publica-os-endereos.html).

Para ver a grave denúncia contra Mott, siga este link: http://juliosevero.blogspot.com/2007/08/luiz-mott-pedofilia-j.html

É importante conhecer a lista dos homenageados com o prêmio Triângulo Rosa, para que não cometamos o erro de apoiá-los. A seguir, a lista completa elaborada pelo Grupo Gay da Bahia, conforme consta no site MixBrasil:

— Cantora Marina Lima, por revelar que sua primeira relação homossexual foi com a cantora Gal Costa aos 17 anos e atriz Cláudia Jimenez, por ter assumido relação lésbica em entrevista à revista Veja

— Primeira-dama do Estado da Bahia, Fátima Mendonça, por suas declarações simpatizantes ao movimento GLBT e postura anti-homofóbica

— Atores Guilherme Weber e Bruno Garcia, por protagonizarem o primeiro beijo gay em TV aberta, na minissérie Queridos Amigos, na Rede Globo

— Bayer do Brasil, por incluir parceiros de funcionários homossexuais em união estável como dependentes nos planos de saúde; Nycomed, Industria Farmacêutica, por mostrar uma família formada por casal homossexual com um filho, na propaganda de sua pomada Nebacetin

— Programa Fantástico, da Rede Globo de Televisão, pela matéria sobre o preconceito sofrido por mulheres amigas de gays e lésbicas; Programa Mosaico, da TV Bahia, afiliada da Rede Globo em Salvador, pela simpatia e atenção na cobertura de eventos relativos ao público translesbigay; UPTV, TV sem Fronteiras, do ABCD paulista, pela veiculação de programa voltado para o público GLBT

— Embaixada do Reino Unido em Brasilia, por hastear a bandeira do arco-íris, ao lado da bandeira inglesa, no dia mundial do orgulho GLBT

— José Gomes Temporão, Ministro da Saúde, pela regulamentação da cirurgia transexual pelo SUS e por ter recebido representantes do Coletivo Nacional de Transexuais

— Ministro Paulo Vanucchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos, por declarar: “a união civil entre homossexuais tem amplo apoio do Governo"

— Caixa Econômica Federal, Sindicato dos Enfermeiros e a Federação dos Químicos de São Paulo, pela inclusão de parceiros de funcionários homossexuais em união estável como dependentes nos planos de saúde

— Embratur, pela criação do site de esclarecimento para fomento de turismo GLBT no Brasil

— Conselho Regional de Psicologia da Bahia e de São Paulo, pela criação do grupo de trabalho "Psicologia e Questões GLBT”; Centro Cultural da Justiça Federal, do Rio de Janeiro, por acolher a exposição multimídia "Entre Amigos & Amores - espaços de socialização GLS do Rio”

— Fundação Nogueira Tapety, de Oeiras, Piauí, por outorgar ao homossexual José de Helena a "Medalha do Mérito Renascença"; Escola de Samba Unidos de Fátima, de São Luis do Maranhão, por abordar o tema respeito à diversidade sexual

— Ministério da Justiça, por negar que a exibição de beijo entre homossexuais justificasse a alteração na classificação indicativa etária de filmes e programas de tv; Agência Nacional de Saúde (ANS), por estudar formas de tornar obrigatória a extensão da dependência do plano de saúde em casos de uniões do mesmo sexo; Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados, pela aprovação de lei proibindo a discriminação no emprego por orientação sexual; Conselho Nacional de Imigração, por autorizar a estrangeiros casados com brasileiros no exterior, tenham visto de dois anos de permanência no Brasil

— Universidade Federal da Bahia e Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, por incluir as uniões homoafetivas e homofobia como tema de redação no vestibular

— Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, por aplicar multas a agressores de homossexuais; Secretaria de Habitação de São Paulo e Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano, pela inclusão de casais homossexuais a candidatos de moradia; Assembléia Legislativa do Mato Grosso do Sul, pela aprovação da emenda previdenciária reconhecendo casais do mesmo sexo; Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, pela aprovação do Dia do Orgulho Gay, Dia de Combate a Homofobia e Dia da Visibilidade Lésbica; Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, por oferecer curso de capacitação sobre diversidade sexual aos seus integrantes; Polícia Militar do Rio de Janeiro e Superintendência de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos, por garantir a pronta denúncia a agressores de homossexuais

— Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo, por oferecer bolsa de estudo a travestis para frequentar cursos profissionalizantes; Prefeitura Municipal e Secretaria de Saúde de São José do Rio Preto, SP, por criar ambulatório especializado em saúde da comunidade transexual; Prefeitura Municipal de Diadema, SP, por conceder "licença de casamento" a servidora lésbica; Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá MT, por orientar jovens e adultos homossexuais, a como enfrentar a homofobia e prevenir as DSTs e Aids; Câmara Municipal de Campinas, SP, pela aprovação do projeto que instituiu 17 de Maio como Dia de Luta contra a Homofobia; Conselho Municipal de Saúde de Campinas, pela eleição como conselheiro de um militante gay, Deco Ribeiro; Previdência Municipal de Feira de Santana, BA, por conceder pensão por morte a companheira lésbica de servidora municipal falecida sem necessidade de litígio judicial; Câmara Municipal de São Carlos, SP, pela aprovação do "Dia Municipal Contra a Homofobia", com unanimidade no plenário.

— Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, pela punição ao juiz Manoel Maximiano Junqueira Filho, da 9ª Vara Criminal de São Paulo, com pena de censura, pela sua conduta homofóbica na discriminação contra o futebolista Richarlyson; Emília Neiva de Oliveira, Juíza da 1ª Vara Cível de Campina Grande, PB, por ordenar entidade evangélica retirar outdoors com mensagem homofóbica; Emanuel Leite Albuquerque, Juiz da 17ª Zona Eleitoral, por condenar a Assembléia de Deus por ataques contra Luizianne Lins, Prefeita de Fortaleza, com outdoors e cartazes que acusavam-na de fazer apologia da homossexualidade e prostituição.

— Corregedor-Geral de Justiça do Piauí, Desembargador Raimundo Nonato Alencar, por obrigar os cartórios de Teresina a aceitar registros de contrato de união estável entre casais homossexuais

— José Antônio Dias Toffoli, Advogado-Geral da União, por julgar procedente ação proposta pelo Governador Sérgio Cabral Filho, do RJ, propondo a "contemplação nos conceitos de cônjuge e de família, os companheiros de união homoafetiva";

— Aida Oliveira Ribeiro, Juíza da 2ª Vara Cível de Belo Horizonte, por reconhecer o direito de um cabeleireiro casado com uma vítima de um acidente da TAM a receber 50% do seu patrimônio, depois de litígio com a família do falecido.

— Roberto Arriada Lorea, Juiz da 2ª Vara de Família e Sucessões de Porto Alegre, por reconhecer a união estável entre duas lésbicas, afirmando que "o casamento civil é um direito humano - não um privilégio heterossexual"; Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, por considerar uniões homoafetivas como entidades familiares e determinar a competência de julgá-las nas varas de família, e ao Desembargador Mário Raul, do mesmo Tribunal, por declarar em seu parecer que "não há como não reconhecer que as uniões afetivas entre pessoas do mesmo sexo são uma realidade nos dias atuais"; Desembargador Rui Portanova, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, pela sua atuação na defesa da união estável de pessoas do mesmo sexo; Luciana Maria Pimentel Garcia, Juíza da 1ª Vara de Família do Gama, DF, por condenar o Exército Brasileiro a pagar pensão ao viuvo Jubton César, que manteve relação estável com o soldado José Roberto da Silva por 13 anos; Ministros Luís Filipe Salomão, Pádua Ribeiro e Massami Uyeda, da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), por reconhecer a possibilidade jurídica do reconhecimento da união estável entre homossexuais, no caso do brasileiro Antônio Carlos Silva e do canadense Brent James Townsend; Tribunal de Justiça de Rondônia, por determinar ao Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Rondônia (IPERON) que pagasse a pensão vitálicia por morte a ex-companheiro de professor do Estado.

— Por permitirem a transexuais a retificação de nome no registro civil, inclusive sem precisar fazer a cirurgia de adequação sexual: Paulo Sérgio Rodrigues, Juiz da 4ª Vara Cível de São José do Rio Preto, SP, Fernando Swain Ganem, Juiz 1ª Vara de Registros Públicos de Cartas Precatórias da Comarca de Curitiba, PR, Antônio Carlos Nascimento Silva, Juiz da Vara de Registros Públicos de Porto Alegre, Desembargador José Ataídes Siqueira Trindade, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul; Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, por conceder a guarda de irmãos gêmeos a travesti.

— Miriam Villamil Balestro Floriano, Promotora de Justiça de Defesa dos Direitos Humanos do Ministério Público do RS, por determinar que tradicional escola de Porto Alegre se comprometesse a respeitar a livre orientação sexual de seus alunos e incluir na sua grade curricular disciplina sobre sexualidade.

— Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, por ter reconhecido união estável e partilha de bens entre jovem brasileiro e advogado americano casado nos Estados Unidos; OAB, seção de Sorocaba, SP, por considerar que o parceiro viúvo de uma relação estável homoafetiva tem direito a pensão por morte; Cíntia Menezes Brunetta, Juíza-presidente do Juizado Especial Federal II, Alagoas, e Ricardo Patriota Carvalho, Procurador do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), por considerarem procedentes a união estável homoafetiva e concederem pensão por morte a companheira de segurada do INSS em Alagoas; Maria Lídia Andrade Conceição, Juíza da 5ª Vara de Família e Sucessões do Foro Regional de Santo Amaro, SP, por reconhecer status de família a um casal homossexual, durante separação litigiosa, dissolvendo a união reconhecida e determinando a partilha dos bens; Tribunal de Justiça de Minas Gerais, por julgar procedente ação proposta por casal homossexual em separação, considerando em seu despacho a "união homoafetiva" e solicitando a divisão de 50% dos bens materiais adquiridos pelo casal

— Governador Sérgio Cabral Filho, do Rio de Janeiro, por pleitear junto ao Supremo Tribunal Federal a concessão de direitos previdenciários às uniões estáveis de funcionários homossexuais e criar o Conselho da População GLBT

— Governador José Roberto Arruda, do Distrito Federal, por encaminhar projeto de lei à Câmara Legislativa dando direito a pensão por morte a parceiros de homossexuais

— Gilberto Kassab, Prefeito de São Paulo, pela criação do Centro de Referência da Diversidade; Prefeito de S.João del Rei, MG, Sidney de Sousa, por sancionar lei declarando o Movimento Gay da Região das Vertentes órgão de utilidade pública municipal; Vitor Lippi, Prefeito de Sorocaba, SP, por permitir a transexual em serviço público o uso de nome social e banheiro feminino.

— Deputado Federal Maurício Rands (PT/PE), pelo projeto de lei permitindo a inclusão do parceiro homossexual como dependente na declaração do imposto de renda.

Fonte: MixBrasil

Divulgação: www.juliosevero.com

Paul Washer - O que é Salvação (Em Dois Minutos)

Association of Biblical Counselors - http://christiancounseling.com

Narth - National Association For Research & Therapy of Homosexuality

The Association of Christian Therapists - www.ACTheals.org

Christian Counseling & Educational Foundation - http://www.ccef.org

Society for Christian Psychology - http://christianpsych.org

Pela Proibição Urgente da Droga Cigarro no Brasil

História da música "Amazing Grace (Maravilhosa Graça)"

ANTES DE QUALQUER COISA, OUÇA ESTE VÍDEO E MEDITE!

OS PURITANOS

IPB

APMT

Plantango Igrejas Presbiterianas pelo Brasil