2/26/2009

NA INGLATERRA, ADOLESCENTE É DESPEDIDA POR FALAR MAL DO EMPREGO EM REDE SOCIAL

NA INGLATERRA, ADOLESCENTE É DESPEDIDA POR FALAR MAL DO EMPREGO EM REDE SOCIAL

Maiores informações leia no blog:
http://adolescentecontraespinha.blogspot.com/

ADOLESCENTE CONTRA ESPINHA

CIENTISTA É ACUSADO DE DESVIAR MILHARES DE DÓLARES DE PROJETO DA NASA

Cientista é acusado de desviar milhares de dólares de projeto da Nasa

Um cientista e professor da Universidade da Flórida (UFA) e vários membros de sua família foram acusados de supostamente terem cometido uma fraude contra a Nasa (agência espacial americana) que chegaria a centenas de milhares de dólares, informaram hoje as autoridades.

Agentes do FBI (Polícia federal dos Estados Unidos) revistaram os escritórios do cientista Samim Anghaie, de 59 anos e professor de engenharia radiológica, acusado de "obter ilegalmente centenas de milhares de dólares de fundos do Governo" da Nasa.

A investigação destaca que o cientista, sua esposa, Sousan, de 54 anos, e os dois filhos são suspeitos de preparar faturas "fraudulentas" através das quais desviaram para si centenas de milhares de dólares.

Na UFA, Anghaie dirigia o Instituto de Propulsão e Poder Nuclear Espacial Inovador na cidade de Gainsville, Flórida. A agência tinha concedido ao cientista duas verbas para estudar o uso do poder nuclear nas viagens espaciais.

A investigação se centra na companhia New Era Technology Inc. (Netech), criada em 1988 como uma empresa de pesquisa de alta tecnologia.

A mulher do cientista presidia a companhia, que, desde 1999, obteve 13 contratos federais no total de US$ 3,4 milhões, dos quais US$ 2,5 milhões procediam da Nasa, segundo os documentos divulgados nos tribunais.

Aparentemente, uma grande parte do dinheiro foi desviada das contas da companhia a outras pessoais para comprar veículos e imóveis, segundo uma declaração juramentada de agentes do FBI e de um inspetor da agência espacial.

Os agentes federais alegaram que a Netech e, "particularmente, Sousan Agnhaie, falsificaram os indicadores de trabalho e informação de orçamentos sobre propostas de contratos certificados enviados à Nasa".


FONTE: 26/02/2009 - 16h19 - (corrige definição da Nasa no lide) Miami, 26 fev (EFE).
http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2009/02/26/ult1807u48807.jhtm


CORRUPÇÃO JURÍDICA
http://corrupcaojuridica.blogspot.com/


BLOG ADMINISTRADO PELO PROF. LUIS CAVALCANTE

2/25/2009

EUA CRITICAM IMPUNIDADE NO BRASIL EM RELATÓRIO SOBRE DIREITOS HUMANOS

EUA criticam impunidade no Brasil em relatório sobre direitos humanos

A impunidade envolvendo casos de abuso de poder cometidos por policiais federais, estaduais e militares é um dos maiores problemas enfrentados em direitos humanos no Brasil, afirmou o Departamento de Estado americano em seu relatório anual.

A violência policial também foi destaque no estudo do Governo americano, que denuncia a existência de "mortes ilegais, força excessiva, agressões, abusos e torturas de detidos e reclusos por parte de policiais e forças de segurança de prisões".

"O Governo ou seus agentes não cometeram assassinatos motivados politicamente, mas as mortes ilegais cometidas por policiais (militares e civis) foram generalizadas", explica o documento.

O relatório destaca ainda que muitos assassinatos foram cometidos por esquadrões da morte ligados às forças de segurança, "em alguns casos com a participação policial".

Cuba e Venezuela também foram alvo das críticas dos EUA sobre a situação dos direitos humanos, mas, este ano, a Nicarágua foi incluída nesse grupo, enquanto Colômbia e Guatemala receberam a aprovação do Governo americano.

Em Havana e Caracas, o documento constata a existência de ameaças à liberdade de imprensa, e, em certos casos, intimidações e fraude e violência em processos eleitorais, e destaca ainda a utilização de referendos constitucionais para reduzir a liberdade democrática, entre outros abusos.

No entanto, destaca alguns avanços em determinados países latino-americanos.

Em geral, Estados Unidos creem que as instituições eleitorais na região mantiveram "a independência e o rigor" adquiridos nos últimos anos, já que vários processos, como as eleições presidenciais no Paraguai, as primárias em Honduras e referendos na Bolívia e Equador se desenvolveram de maneira livre e justa.

No entanto, afirma que houve exceções no caso da Nicarágua, onde as eleições municipais estiveram "infestadas de fraude generalizada, intimidação e violência", e no da Venezuela, que inabilitou quase 300 candidatos, a maioria da oposição, para as eleições municipais e regionais.

Em alguns casos, houve Governos que usaram processos democráticos, como referendos constitucionais, para "perseguir políticas que ameaçaram prejudicar as liberdades e instituições democráticas, reduzir os controles, ou se consolidar no poder Executivo".

Os EUA citam o Equador, onde a nova Constituição contém dispositivos que obrigam as emissoras a fornecer ao Executivo tempo em programas, e a Venezuela, onde 26 leis foram aprovadas por decreto, algumas das quais refletem aspectos de normas propostas no referendo de 2007, que foi rejeitado.

O Governo americano também constata "ameaças" à liberdade de imprensa, principalmente na Venezuela e na Nicarágua.

Além disso, o Departamento de Estado indica que, na Nicarágua, continuou havendo uma falta de respeito ao Estado de direito, corrupção sistemática, e uma politização dos órgãos judiciais.

Por outro lado, destaca que a Bolívia "geralmente" respeitou a liberdade de imprensa, mas seguiu mantendo uma relação "antagônica" com os veículos de comunicação, e lembrou os episódios de violência que antecederam o referendo sobre a nova Constituição.

Os Estados Unidos destacam que o regime cubano, que continua sendo o único Estado totalitário da região, segue "negando a seus cidadãos os direitos humanos básicos", entre eles o poder de uma mudança de Governo, e cometeu "muitos e sérios" abusos.

Para contrabalançar as críticas, o relatório avalia os esforços do Governo colombiano para melhorar o respeito aos direitos humanos, mas adverte de que "persistem muitos problemas sociais e abusos governamentais de direitos humanos".

Os EUA elogiam a Guatemala, sobre a qual afirma ter se esforçado para melhorar nesses aspectos, mas destaca a persistência da violência, da impunidade e da corrupção.

Por sua parte, Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai respeitaram, em termos gerais, os direitos humanos, apesar de ter havido casos de abusos em matéria de violência doméstica e exploração infantil.

A violência doméstica contra mulheres, os abusos contra a infância, os crimes sexuais, assim como a corrupção de forças de segurança e de funcionários governamentais são as principais pragas que afetam os países latino-americanos.


Fonte: 25/02/2009 - 18h46 - Celine Caemisegger - Em Washington
http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2009/02/25/ult1766u29940.jhtm

2/24/2009

CARTAS QUE A VEJA NÃO PUBLICA (SOLIDARIEDADE AO AMIGO SOLANO PORTELA - www.solanoportela.net)

Cartas que a VEJA não publica...

A revista VEJA desta semana (No. 2099, 11.02.09) trouxe matéria de capa em várias reportagens internas sobre darwinismo e a teoria da evolução (veja o hábil comentário do Michelson Borges, aqui). O magazine deu seguimento, assim, ao assunto trazido pelo Sr. André Petry no número anterior (vide item 12, no "Breve Histórico" do nosso post prévio - de 04.02.09). Na matéria do No. 2098 ("Lembra-te de Darwin"), o Sr. Petry me citou, em um contexto eivado de distorções e ironias, procurando apresentar criacionistas à luz do ridículo. Enviei correspondência à revista, procurando restaurar a verdade. Esperava-se publicação da carta nesse número, mas, mais uma vez, uma carta minha, reclamando contra a postura do jornalista, não foi publicada (vide ocasião anterior, aqui). Normalmente as principais matérias que suscitam "cartas ao leitor", tabuladas pela própria revista, são em número de 30 a 40correspondências por matéria. Tragédias e fofocas ensejam mais cartas (Santa Catarina - 105 cartas; a entrevista de Suzana Vieira - 259). A coluna do Petry produziu 129 cartas (a matéria de capa - Robinho - teve apenas 38 cartas), das quais VEJA, neste número 2099, publicou 3: uma defendendo evolução, outra a favor do criacionismo - com uma fraca argumentação, e a última "em cima do muro" - dizendo, mais ou menos, "não sou parte deles, mas deixa o pessoal falar".

O critério de seletividade das correspondências, é uma caixa preta. Esperar-se-ia que, primariamente, o que foi citado, até em respeito ao direito de resposta, fosse ouvido; além disso, várias cartas pertinentes, das quais recebi algumas cópias, foram enviadas e recebidas em tempo hábil à publicação. É claro que a revista não quer questionamentos maiores aos seus colunistas e à sua linha editorial, preserva o monopólio do ataque, sem chance de defesa ou de esclarecimento.

Vou postar, abaixo, algumas dessas cartas não publicadas, começando com a minha, dando os nomes dos autores, mas omitindo os demais dados dos mesmos (documentos e endereços), por segurança:

São Paulo, 02 de fevereiro de 2009

________

Senhores:

Fui citado na coluna do Sr. André Petry (“Lembra-te de Darwin” – No. 2098) por ter a educação de atendê-lo em um telefonema na sexta, 30.01.2009. O Sr. Petry é conhecido por sua aversão aos evangélicos (vide VEJA No. 2083, de 22.10.2008) e não perde a oportunidade de atacar mais uma vez a liberdade de expressão, distorcendo fatos nesse artigo. Mesmo sabendo da possibilidade que nada de objetivo e veraz iria vir de seus escritos, esclareci que o os Colégios Mackenzie ensinavam, sim, criacionismo, em paralelo ao evolucionismo e não acreditam em sonegar quaisquer ângulos do conhecimento aos seus alunos. Como instituições confessionais, estão abrigadas na Lei de Diretrizes e Bases e reforçam a pluralidade educacional brasileira, objetivada pela lei. Nada disso é novidade, o Mackenzie faz isso desde 1870, com um ensino pautado pelos princípios e valores das Escrituras Sagradas, contabilizando uma imensa contribuição à sociedade desde os tempos do império. Essa avidez pela excelência de ensino está sendo ampliada, nos últimos anos, com a produção de materiais didáticos próprios.

O Sr. Petry, que na ligação se dizia tão interessado na apuração dos fatos, preferiu me citar seletivamente, omitindo a cobertura global da questão das origens realizada pela Instituição. Além disso, revela sua deficiente pesquisa, não apontando que no próximo mês de abril o Mackenzie apresenta o 2º Simpósio Internacional sobre Darwinismo, ao qual estarão presentes, além de expoentes internacionais da séria escola do Design Inteligente, renomados evolucionistas. Com isso demonstra o acato à pluralidade de idéias e o estímulo ao debate construtivo e saudável, e não a caricatura mal feita que o articulista esboçou em sua coluna. O artigo está muito longe de ser jornalismo saudável e esclarecedor.

Prefere, o Sr. Petry, ridicularizar, classificando em irônica ilação como “macacos tolos” aos que procuram enxergar um pouco mais além e dar continuidade ao ímpeto investigativo. Nunca chamaríamos Darwin de tal, pois foi um ser humano com inteligência, criado à imagem e semelhança de Deus. Petry prefere que a comunidade acadêmica e científica permaneça acorrentada a postulados anacrônicos de 150 anos atrás. Quer o conforto da ignorância de uma era na qual ainda não existiam quaisquer pesquisas possíveis na área de microbiologia, as quais têm exposto um número nada desprezível de fragilidades na teoria da evolução. Demonstra sua ignorância dos diferentes pontos de vista que existem no campo criacionista, com sua definição simplista e monolítica, gerada por ele próprio, e que não foi obtida através desta fonte. Ridicularizar pessoas e instituições é o seu estilo. Pena que uma revista tão séria, como VEJA, que tantas informações valiosas nos fornece a cada semana, o acolha impunemente em suas páginas. Ele diz que o criacionismo assusta. Ter fé em Darwin é o seu direito. Ter carta branca para difamar, isso sim, é assustador.

Francisco Solano Portela Neto

PARA CONTINUAR CLIQUE ABAIXO:
http://tempora-mores.blogspot.com/2009/02/cartas-que-veja-nao-publica.html


*

INDICAÇÃO DE LEITURA
Darwin no banco dos réus. (Phillip Johnson)
O polêmico livro que mexeu com os fundamentos científicos

Por quê? Ele demonstra que a teoria da evolução não tem sua base em fatos, mas na fé – fé no naturalismo filosófico. Phillip Johnson argumenta corajosamente que simplesmente não há um vasto corpo de dados que dêem suporte à teoria.

Com o clima intrigante de um mistério e detalhes que nos prendem como ao assistirmos a um julgamento, Johnson conduz o leitor através das evidências com a perícia de um advogado, a qual ele adquiriu como professor de Direito em Berkeley, especializando-se na lógica dos argumentos.

“Qual a razão pela qual uma editora cristã lança no mercado a tradução de uma obra contra o evolucionismo escrita em 1993, portanto com 15 anos de atraso? A principal razão é a sua pujança e relevância. Apesar dos 15 anos de idade, o livro de Phillip Johnson continua atualíssimo. Pouca coisa surgiu nesse período que inovou a apologética antievolucionista além do que Johnson tem feito”. (Da apresentação feita pelo Rev. Augustus Nicodemus Lopes)

II SIMPÓSIO INTERNACIONAL DARWINISMO HOJE

II Simpósio Internacional Darwinismo Hoje

13 a 16/04/2009

INSTITUTO PRESBITERIANO MACKENZIE

Adilson Vieira
Diretor-Presidente

Gilson Alberto Novaes
Diretor de Administração e Gestão de Pessoas

Solano Portela
Diretor de Planejamento e Finanças

Cleverson Pereira de Almeida
Diretor de Ensino e Desenvolvimento

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Augustus Nicodemus Gomes Lopes
Chanceler

Manasses Claudino Fonteles
Reitor

Pedro Ronzelli Júnior
Vice-Reitor

Ademar Pereira
Decano Acadêmico

Helena Bonito Couto Pereira
Decano de Extensão

Sandra Maria Dotto Stump
Decano de Pesquisa

Apresentação

A realização da segunda edição do Simpósio Internacional “Darwinismo Hoje” se justifica, não somente por causa do 150º. aniversário da publicação do livro de Darwin “A Origem das Espécies” em 2009, como também por causa do sucesso do I Simpósio.

Realizado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie com o objetivo de promover um amplo debate sobre as interpretações do Darwinismo, do Design Inteligente e do Criacionismo, o I Simpósio atraiu a atenção da mídia, dos estudiosos do assunto e de todos os interessados em questões como a origem da vida e o seu funcionamento. Não podíamos parar por ali.

O II Simpósio trata basicamente dos mesmos temas, mas avança um pouco, ao ampliar o número de palestrantes e debatedores representantes do Darwinismo, do Design inteligente e do Criacionismo. Dessa forma, o Mackenzie procura manter o espírito da Academia como o local adequado para o debate, para o contraditório.

Não se pode mais, diante do avanço científico e das recentes descobertas da bioquímica, insistir-se numa única teoria como a explicação exclusiva da realidade. É necessário que todas as vozes sejam ouvidas nessas questões fundamentais, que tocam praticamente em todas as áreas do conhecimento e nos mais diversos setores da nossa vida.

Sejam todos bem vindos ao II Simpósio Internacional “Darwinismo Hoje”.

O evento realizar-se-á nos dias 13 a 16 de abril de 2009, nos campi São Paulo da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

As inscrições para participação estarão abertas a partir de 20/01/2009 até a data do Evento. Os participantes receberão certificados de participação

Sobre os Palestrantes

Prof. Dr. Paul Nelson – Paul Nelson é filósofo da Biologia, especializado em biologia do desenvolvimento. Tem um PhD em Filosofia pela Universidade de Chicago. Sua tese, publicada sob a forma de livro pela Universidade de Chicago, oferece uma crítica a aspectos da teoria da macroevolução à luz dos desenvolvimentos mais recentes na embriologia e da biologia do desenvolvimento. É da International Society for Complexity, Information and Design (Sociedade Internacional para a Complexidade, Informação e Design) e do Centro de Ciências e Cultura do Discovery Institute. Autor de vários artigos científicos em revistas especializadas.

Prof. Dr. Aldo Mellender de Araújo – (IB-UFRS, evolucionista). Possui graduação em História Natural (1967) e doutorado em Genética e Biologia Molecular pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1973). Realizou estágios na University of Liverpool (1975) e na Cornell University (1976), sobre história da genética e evolução. Atualmente é professor titular do Instituto de Biociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IB - UFRS), atuando na área de história e epistemologia das idéias sobre evolução biológica.

Prof. Dr. John Lennox – Doutor em Matemática Pura (1970) e licenciado em Bioética, sendo natural da Irlanda. Professor e pesquisador em Matemática e Filosofia da Ciência. Autor de vários livros sobre as relações da ciência com a religião e ética e publicou mais de setenta artigos sobre matemática. Professor da Universidade de Oxford.

Prof. Dr. Gustavo Caponi – Formado em Filosofia na Universidad Nacional de Rosario (Argentina) em 1984, recebeu o grau de Doutor em Lógica e Filosofia da Ciência na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em 1992. Desde 1993 é Professor na Universidade Federal de Santa Catarina. Suas áreas de pesquisa são a Filosofia e a Historia da Biologia; tendo desenvolvido pesquisas, neste último caso, sobre os trabalhos de Buffon, Lamarck, Cuvier, Darwin e Claude Bernard.

- Prof. Dr. Marcos Nogueira Eberlin – (Design Inteligente). Graduação (1982), Mestrado (1984) e Doutorado (1988) em Química pela Universidade Estadual de Campinas e pós-doutorado no Laboratório Aston de Espectrometria de Massas da Universidade de Purdue, USA (1989-1991). Atualmente é professor titular da Universidade Estadual de Campinas. É membro da Acadêmia Brasileira de Ciências (2002) e comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico (2005). É vice-presidente da Sociedade Brasileira (BrMASS) e Internacional (IMSS) de Espectrometria de Massas. Estuda a arquitetura química dos seres vivos, o que, objetivamente, significa buscar explicações científicas para a origem da vida. Já publicou mais de 350 artigos científicos com mais de 4 mil citações. Coordena uma equipe de diversos pesquisadores do Laboratório ThoMSon no Instituto de Química da UNICAMP e é hoje um dos cientistas brasileiros de maior destaque e produtividade (Prêmio Scopus-Capes 2008). A sua grande motivação para fazer ciência é ver nela uma oportunidade única de acesso, ao nível molecular, à mente do Criador; aos conceitos supremos de lógica e inteligência química que Ele utilizou para criar a Vida e o Universo.

Prof. Maurício Tuffani – Jornalista especializado em ciência e meio ambiente, é editor do blog "Laudas Críticas" e assessor-chefe da Assessoria de Comunicação e Imprensa da Reitoria da Unesp Universidade Estadual Paulista). Foi editor-executivo dos sites "PNUD Brasil" (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) e "Nações Unidas no Brasil", editor-chefe e redator-chefe da revista "Galileu", editor de ciência e repórter da "Folha de S. Paulo". Foi professor convidado do Labjor (Laboratório de Estudos Avançados de Jornalismo Científico da Unicamp), atuou em diversos veículos de comunicação, editou revistas científicas da área médica. Trabalhou no Instituto Florestal da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, na Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembléia Nacional Constituinte e na Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados. Sua carreira jornalística teve início em 1978, como revisor do "Jornal da Tarde" e de "O Estado de S. Paulo". Estudou Matemática e Filosofia na Universidade de São Paulo e foi professor de Matemática e Física no ensino médio.

Prof. Ms. Adauto J. B. Lourenço – (Criacionista). Graduado em Física pela Bob Jones University, USA e em Teologia pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida. Mestrado em Física Nuclear pela Clemson University, USA. Pesquisador responsável em Sistemas de Imagem de Estruturas Atômicas (Oak Ridge National Laboratory), membro da American Physics Society-EUA e pesquisador em Trocas de Energia em Nível Atômico (Max Planck Institut für Stromunsgsforchung, Alemanha).

INSCRIÇÕES
http://www.mackenzie.br/2_darwinismo_inscricoes.html


Organização
Comissão Organizadora

Presidente
Augustus Nicodemus Gomes Lopes

Secretária Executiva
Terezinha Jocelen Masson

Comissão Executiva

Beatriz Regina Pereira Saeta
David Charles Gomes
Fernando de Almeida
Francisco Solano Portela Neto
Gustavo Augusto Schmidt de Melo Filho
Hermisten Maia Pereira da Costa
Jedeías de Almeida Duarte
Marcel Mendes
Mauro Meister

Comissão Consultiva

Adilson Vieira
Ademar Pereira
Cleverson Pereira de Almeida
Gilson Alberto Novaes
Helena Bonito Couto Pereira
Manassés Claudino Fontelles
Pedro Ronzelli Jr.
Sandra Maria Dotto Stump
Solano Portela
Sueli Galego de Carvalho

Unidades Universitárias

Centro de Ciências Biológicas e da Saúde - CCBS
Centro de Ciências e Humanidades – CCH
Centro de Comunicação e Letras - CCL
Escola de Engenharia – EE
Escola de Teologia - EST

Conferencistas

Dr. Aldo Mellender de Araújo
Ms. Adauto J. B. Lourenço
Dr. Gustavo Caponi
Dr. John Lennox
Dr. Marcos Nogueira Eberlin
Dr. Paul Nelson

Apoio Logístico

Agenor Braga Nascimento - Gerência do CRT
Cláudio Guimarães - Gerência de Desenvolvimento de Sistemas
José Augusto Pereira Brito - Gerência de Desenvolvimento de Informática
Pedro Clarindo Junior - Gerência de Tecnologia em Internet
Valdomiro da Silva Lopes - Gerência de Suporte Técnico

Secretaria

Universidade Presbiteriana Mackenzie
e-mail: simposio.darwinismo@mackenzie.br

Fones:(011) 2114-8345 / 2114-8754

Secretárias:
Mariana Minguini Rodrigues
Susana Cristina de Araújo
Daniela Domarascki
Juliana Rocha

INSCRIÇÕES
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INSCRIÇÕES
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Programação do Evento
13/04/2009 (Segunda-Feira)
10h – 18h - Auditório Rui Barbosa - Credenciais

19h – 20h - Auditório Rui Barbosa
Abertura Oficial - Dr. Adilson Vieira / Dr. Manasses Claudino Fontelles

20h – 21h30m - Auditório Rui Barbosa
Conferência 1 - Dr. John Lennox
“A Origem da Vida e os Novos Ateus”

14/04/2009 (Terça-Feira)
8h – 10h - Credenciais do Congresso

10h – 12h - Auditório Rui Barbosa
Conferência 2 - Dr. Aldo Mellender de Araujo
“Darwin Ontem e Hoje – 150 anos de Origem das espécies”

15h – 17h - Auditório Rui Barbosa

Mini-Curso
Ms. Adauto J. B. Lourenço – “Criacionismo”
Dr. Gustavo Caponi – “Evolucionismo”

19h – 21h - Auditório Rui Barbosa
Conferência 3 - Dr. Paul Nelson
“A Árvore da Vida de Darwin”

15/04/2009 (Quarta-Feira)
8h – 9h - Credenciais do Congresso

9h – 10h - Auditório Rui Barbosa
Conferência 4 - Dr. Gustavo Caponi
“A Origem das Espécies – O livro”

10h – 10h30min - Coffee-break

10h30min – 12h - Auditório Rui Barbosa
Conferência 5 - Dr. John Lennox
“Fundamentos da Moralidade”

13h – 18h - Credenciais do Congresso

14h – 16h - Oficinas
Dr. Aldo Mellender de Araújo – ”Correntes dentro do Darwinismo”
Dr. Marcos Eberlin – “Design Inteligente”

19h – 22h - Auditório Rui Barbosa
Conferência 6 - Dr. Marcos Eberlin
“Fomos Planejados – A maior descoberta de todos os tempos”

16/04/2009 (Quinta-Feira)
8h – 9h - Credenciais do Congresso

9h – 11h - Auditório Rui Barbosa
Conferência 7 - Dr. Paul Nelson
“Implicações Morais e Intelectuais do Naturalismo Filosófico”

14h – 16h - Oficina: Jornalista Maurício Tuffani
“Tendências da Mídia quanto ao ensino de Design Inteligente nas Escolas e Universidades Públicas e Privadas”.

19h – 22h - Auditório Rui Barbosa

Mesa Redonda
Moderador: Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes
Dr. Aldo Mellender de Araújo
Dr. Gustavo Caponi
Dr. John Lennox
Dr. Marcos Nogueira Eberlin

Encerramento
Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes

PROGRAMAÇÃO
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SUGESTÃO DE HOSPEDAGEM
http://www.mackenzie.br/2_darwinismo_hospedagem.html


INSCRIÇÕES
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Vídeos do I Simpósio Internacional Darwinismo Hoje

Assista aos vídeos do I Congresso Darwinismo Hoje, com três possibilidades: Formato Flash (qualidade superior), Formato WMV ou baixe os arquivos FLV.

Formato dos Vídeos
Flash Video - FLV - 640x480 - 640Kbps
Windows Media - WMV - 320x240 - 320Kbps
Salvar - Opção de Download

08/04/2008
Dr. Paul Nelson - 08/04/2008 - Tarde - (FLV) - (WMV) - (Salvar)
Dr. Paul Nelson - 08/04/2008 - Noite - (FLV) - (WMV) - (Salvar)

09/04/2008D
r. Aldo de Araújo - 09/04/2008 - Manha - (FLV) - (WMV) - (Salvar)
Dr. Ruy Carlos Vieira - 09/04/2008 - Manha - (FLV) - (WMV) - (Salvar)
Mesa Redonda - 09/04/2008 - (FLV) - (WMV) - (Salvar)

10/04/2008
Dr. Paul Nelson - 10/04/2008 - Manhã - (FLV) - (WMV) - (Salvar)

Obs:Software (Free FLV Player) gratuito para assistir os vídeos no formato FLV.

A SUA PARTICIPAÇÃO É MUITO IMPORTANTE. MUITOS ACHAM QUE SÃO TEMAS IRRELEVANTES, PORÉM, OS FUNDAMENTOS DA VERDADEIRA MORALIDADE DEPENDERÁ DO PONTO DE PARTIDA DA ORIGEM DA VIDA E DO UNIVERSO. ACREDITO QUE O TEÍSMO É A ALAVANCA PARA O VERDADEIRO PROGRESSO DA CIÊNCIA INTEGRAL (CONHECIMENTO/MORAL/VIRTUDE/PIEDADE/SANTIDADE DE VIDA) A SERVIÇO DA SOCIEDADE. Prof. Luis Cavalcante

2/23/2009

RESGATANDO A PRÁTICA DA PIEDADE NO SÉCULO XXI

O Que a Bíblia Diz?

O que quer dizer "piedade" no Novo Testamento?

As palavras piedade, piedoso(a) e piedosamente são encontradas mais de 40 vezes no Novo Testamento (RA2), e freqüentemente são mal-entendidas. A nossa palavra "piedade" vem do Latim, e tem dois sentidos: "1. Amor e respeito às coisas religiosas; religiosidade; devoção. 2. Pena dos males alheios; compaixão, dó, comiseração" (Novo Dicionário Aurélio, 2ª ed.). Na linguagem popular, e muitas vezes no Antigo Testamento, a palavra tem o segundo sentido e traz a idéia de compaixão. Mas, no Novo Testamento, o sentido normalmente é o primeiro, ou seja, devoção a Deus ou respeito às coisas religiosas.

Quando você encontra a palavra "piedade" ou "piedoso" na leitura do Novo Testamento, pense primeiro no sentido de devoção a Deus (temente a Deus) ou às coisas religiosas, e na santidade. Na maioria dos casos, essas definições vão comunicar melhor o sentido do original. Vamos ver alguns exemplos:

1 Timóteo 2:10 fala sobre "mulheres que professam ser piedosas". A palavra grega aqui é theosebeia, que obviamente inclui Deus (theos) como o objeto da devoção. João 9:31 usa uma forma da mesma palavra, onde é traduzido "teme a Deus".

Outras palavras gregas são traduzidas como piedade, piedoso e piedosamente, especialmente a palavra eusebeia e outras da mesma família. O sentido principal destas palavras é louvor, reverência ou devoção.

Veja como este entendimento esclarece alguns versículos. 2 Timóteo 3:12 diz que "Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos." O sentido de mostrar compaixão para com outras pessoas não se encaixa aqui (seremos perseguidos por mostrar compaixão?). Antes, os que demonstram reverência a Deus serão oprimidos. 1 Timóteo 3:16 diz que "grande é o mistério da piedade", mas o versículo não fala de sentir dó para os outros. Fala, sim, dos motivos que temos para adorar a Jesus.

Enquanto os presbíteros devem mostrar compaixão e hospitalidade, a palavra "piedoso" (gr. hosios) em Tito 1:8 quer dizer santo, puro e devoto a Deus.

A nossa palavra "piedade" descreve os dois grandes mandamentos (Mateus 22:37-40), mas o sentido mais comum no Novo Testamento enfatiza o primeiro, "Amar a Deus". Vamos nos esforçar para ser verdadeiramente piedosos.

- por Dennis Allan
http://www.estudosdabiblia.net/bd67.htm

ABORDAGEM POLICIAL: COMPORTAMENTO E DIREITOS

Abordagem Policial: Comportamento e Direitos

Maiores informações: CLIQUE AQUI

Prof. Luis Cavalcante
http://luis-cavalcante.blogspot.com

2/22/2009

SOFISMA DO EVOLUCIONISMO DE CHARLES DARWIN

SOFISMA DO EVOLUCIONISMO DE CHARLES DARWIN

“Não são nem as espécies mais fortes, nem as mais inteligentes as que sobrevivem, mas sim aquelas que melhor se adaptam às mudanças no ambiente”. Charles Darwin

Temos um grande sofisma (naturalista, secularista, niilista, existencialista, panteísta e pós-moderno) neste pensamento de Charles Darwin.
Concordar com este pensamento é concordar com a idéia que estou disposto a fazer qualquer tipo de adaptação, inclusive abraçar cegamente o relativismo ético e moral.
Esta idéia manipula as pessoas em acreditar que os meios justificam o fim.

Uma sociedade decadente e violenta é uma sociedade que acredita que os meios justificam o fim.

A corrupção se fortalece com este pensamento: os meios justificam o fim e se adaptam às mudanças no ambiente.

O pensamento evolucionista é responsável pelo desenvolvimento do racismo, da superioridade da “raça branca” sobre todas as raças. Foi este pensamento que motivou Hitler querer eliminar os Judeus e qualquer etnia que não fosse ariana.

O capitalismo selvagem e o socialismo materialista, são frutos desta perspectiva evolucionista.

Que possamos superar este reducionismo que afetou os habitantes da terra.

Os verdadeiramente sobreviventes são aqueles que entregam o teu caminho nas mãos do Eterno Deus e entende que o TEMOR é o princípio da verdadeira sabedoria. OS SÁBIOS, SOMENTE OS SÁBIOS SOBREVIRÃO.

Então, “não são nem as “espécies mais fortes”, nem as mais inteligentes as que sobrevivem, mas sim aquelas que buscam verdadeiramente de obedecer e fazer a VONTADE SOBERANA E RETA DO DEUS CRIADOR DO CÉU, UNIVERSO, HOMEM E A TODA VIDA...Luis Cavalcante


Prof. Luis Cavalcante
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2/21/2009

CALVINO E A EDUCAÇÃO

CALVINO E A EDUCAÇÃO

Verdade e Pluralidade - Introdução

Todos os que chegam à Universidade a cada ano logo se apercebem da pluralidade de entendimentos, concepções e valores que marcam o ambiente universitário. Embora a diversidade esteja presente em sua vida muito antes de se tornar um universitário, é aqui na Academia que o estudante sentirá mais de perto a sua força.

A pluralidade é um dos conceitos ícones da nossa geração, uma das marcas da moderna Universidade. Como tal, requer a nossa atenção, especialmente pelo fato de sermos uma Universidade confessional. Ainda que a pluralidade seja considerada como um dos postulados mais bem estabelecidos da nossa era, é saudável refletirmos sobre sua natureza, efeitos e desafios.

1) Pluralidade na Universidade

Embora o ensino superior exista desde a Antiguidade, a Universidade moderna teve suas origens na Europa do séc. XII, conforme a opinião mais aceita, e deve sua forma atual às universidades de Bolonha, Paris e Oxford, que surgiram durante o século XIII. Apesar de ter sofrido influências e transformações oriundas da Renascença, da Reforma e do Iluminismo, a Universidade permaneceu basicamente a mesma e é uma das instituições mais antigas e estáveis do mundo ocidental.

As universidades medievais surgiram graças a diferentes fatores, como atender à crescente demanda de pessoas em busca de educação, o desejo idealista de obter conhecimento, a resistência ao monopólio do saber pelos mosteiros, a vitalidade das escolas mantidas pelas catedrais e o desejo de reformar o ensino. Todavia, elas tinham um objetivo comum, uma mesma missão, que era a busca do conhecimento unificado que permitisse a compreensão da realidade.

Universitas, na Idade Média, era um termo jurídico que, empregado para as escolas, significava um grupo inteiro de pessoas engajadas em ocupações científicas, isto é, professores e alunos. Só mais tarde o termo viria a significar uma instituição de ensino onde essas atividades ocorriam. Tal designação já aponta para a tarefa que pessoas diferentes tinham em comum: a busca da verdade em meio à pluralidade de compreensões. Esse alvo requeria uma síntese das diferentes visões e compreensões de mundo, um campo integrado que desse sentido aos mais diversos saberes. O princípio subjacente à criação das universidades, portanto, era a procura das verdades universais que pudessem unir as diferentes áreas do conhecimento. Daí o nome “universidade”.

Quando as universidades medievais surgiram, a cosmovisão cristã que dominava a Europa fornecia os pressupostos para essa busca da unidade do conhecimento. Hoje, a visão cristã de mundo é excluída a priori em muitas universidades modernas pelos pressupostos naturalistas, humanísticos e racionalistas que passaram a dominar o ambiente acadêmico depois do Iluminismo. Tais pressupostos não têm conseguido até o presente suprir uma base comum para as diferentes áreas do saber. A fragmentação do conhecimento tem sido um resultado constante na Academia, como se as diferentes disciplinas tratassem com mundos distintos e contraditórios.

Lamentavelmente, hoje, muitas universidades viraram multiversidades ou diversidades, abandonando a busca de um todo coerente, de uma cosmovisão que dê sentido e relacionamento harmônico a todos os campos de conhecimento. Esse fenômeno se verifica primariamente na área das ciências humanas; todavia, nem mesmo a área das exatas lhe é totalmente imune, como testemunham as diversas percepções, por vezes conflitantes entre si, na matemática, física e química.

Conforme Allan Harman escreve:

As universidades em geral não mais possuem um fator integrador. A palavra “universidade” tem a idéia de unidade de conhecimento ou de abordagem. Derivada do latim “universum” refere-se à totalidade ou integração. Claramente o conceito era de que, dentro de uma universidade, havia aderência a uma base comum de conhecimento que interligava o ensino em todas as escolas.
Edgar Morin, intelectual francês contemporâneo, percebe corretamente essa fragmentação do conhecimento e da educação nas diversas obras que tem publicado.

Para ele,

... o sistema educativo fragmenta a realidade, simplifica o complexo, separa o que é inseparável, ignora a multiplicidade e a diversidade... As disciplinas como estão estruturadas só servem para isolar os objetos do seu meio e isolar partes de um todo. Eliminam a desordem e as contradições existentes, para dar uma falsa sensação de arrumação. A educação deveria romper com isso mostrando as correlações entre os saberes, a complexidade da vida e dos problemas que hoje existem.

2) Entendendo a Pluralidade

É evidente que existe uma grande pluralidade ou diversidade no mundo. A criação de Deus é plural, a humanidade feita à imagem dele é plural, as culturas são plurais, as idéias são plurais. Há uma enorme e fascinante diversidade na realidade que nos cerca. Para nós, essa impressionante variedade da existência revela a riqueza, o poder e a criatividade de Deus, conforme a Bíblia registra no Salmo 104.24,

Que variedade, Senhor, nas tuas obras!
Todas com sabedoria as fizeste;
cheia está a terra das tuas riquezas.

Tal entendimento em nada compromete nossa busca na academia por verdades absolutas e universais. As dificuldades surgem quando se confunde pluralidade com relativismo radical e absoluto. Esse último nega os conceitos de unidade, igualdade, harmonia e coerência que existem no mundo, entre idéias, pessoas e culturas. O relativismo total pretende desconstruir o princípio implícito de verdade absoluta, de valores, conceitos e idéias que sejam válidos em qualquer lugar e a qualquer tempo. Nesse sentido, a pluralidade se confunde com o relativismo que domina a mentalidade contemporânea, sendo entendida como a convivência de idéias e concepções contraditórias que devem ser igualmente aceitas, sem o crivo do exame da veracidade e sem que uma prevaleça sobre a outra, visto serem consideradas todas verdadeiras.

Para nós, que somos uma Universidade que se orienta por um conjunto de fundamentos – no caso, a fé cristã reformada –, a pluralidade, entendida como diversidade, é muito bem-vinda. A enorme variedade que caracteriza nosso mundo não anula de forma alguma a existência de verdades gerais e universais. Quando, todavia, a pluralidade é entendida como relativismo total ou sistema de contradições igualmente válidas, precisamos analisar o assunto com mais cuidado.

3) Desafios da Pluralidade

O relativismo absoluto gera diversos problemas de natureza prática, como, por exemplo, a dificuldade de se viver o dia a dia de forma coerente com a crença de que tudo é relativo. Mesmo os relativistas mais radicais são obrigados a capitular diante da inexorável realidade: a vida só pode ser organizada e levada à frente com base em princípios, valores e leis universais que sejam observados e reconhecidos por todos. Concordamos com Edgar Morin quanto à sua percepção da complexidade da vida e da existência . Todavia, entendemos que o reconhecimento de que todas as áreas de atividades e conhecimento são complexamente interligadas reflete um propósito unificado e uma origem única, apontando para o Criador. É evidente que essa interligação das partes com o todo, e vice-versa reforça a possibilidade de se buscar princípios e valores universais que permeiam e regulam o universo de conexões e aderências.

Dificilmente o ser humano consegue conviver em paz com o relativismo absoluto. Existe uma busca interior em cada indivíduo por coerência, síntese e unidade de pensamento, sem o que não se pode encontrar sentido na realidade, um lugar no mundo e nem mesmo saber por onde caminhar. Acreditamos que este ímpeto é decorrente da imagem de Deus no homem, um Deus de ordem, de propósitos, coerente e completo.

Para muitos, o ideal do pluralismo de idéias no ensino significa simplesmente que a Universidade deveria ser o local neutro onde todas as idéias e seus contraditórios tivessem igualdade de expressão, cabendo aos alunos uma escolha, ou não, daquelas que lhe parecerem mais corretas. Todavia, conforme bem escreveu Robert P. Wolff, a neutralidade da Universidade diante dos valores é um mito. É inevitável o posicionamento ideológico diante das questões da vida e do conhecimento. Esse ponto é inclusive reconhecido, ainda que timidamente, pela Lei de Diretrizes e Bases, quando define as universidades confessionais como aquelas que “atendem a orientação confessional e ideologia específicas.”

4) Verdade

As universidades de orientação confessional cristã há muito têm procurado desenvolver um modelo acadêmico em que a busca da verdade seja feita a partir da visão de mundo cristã em constante diálogo com a pluralidade de idéias e com a diversidade de visões e entendimentos. Não é tarefa fácil diante do mundo pluralista em que vivemos, a ponto de que alguns têm defendido que as próprias universidades confessionais desistam desse ideal.

Diante do quadro de fragmentação do saber e do relativismo que domina, em várias instâncias, a mentalidade universitária, afirmamos a existência, a realidade e a importância da verdade, de conceitos que são universalmente válidos em todas as áreas do conhecimento e da vida. Aqui, afirmamos as seguintes “verdades sobre a verdade":

1. A verdade é descoberta e não inventada. Ela existe independentemente do conhecimento que uma pessoa tenha dela. Ela existe fora de nós e não somente dentro de nós.

2. A verdade é transcultural. Se algo é verdadeiro, será verdadeiro em todas as culturas e tempos, ainda que sua expressão possa variar de acordo com o ambiente vivencial das pessoas.

3. A verdade é imutável, embora a nossa crença sobre ela possa mudar. Ela permanece a mesma, o que é relativo é nossa percepção dela.

4. As crenças das pessoas não podem mudar a verdade, por mais honestas e sérias que sejam.

5. A verdade não é afetada pela atitude de quem a professa ou de quem a nega.

Conclusão

Reconhecemos a diversidade e a complexidade das idéias, conceitos, costumes e valores existentes. Questionamos, todavia, que a pluralidade implica na total relativização da verdade. Afirmamos a existência de idéias e valores absolutos, princípios e verdades espirituais, éticas, morais, epistemológicas universais.

Cremos que o Cristianismo bíblico fornece o fundamento para a compreensão da realidade como um todo coerente, sempre levando em conta a fabulosa variedade da existência humana.

Encorajamos os alunos, os professores e o pessoal administrativo do Mackenzie a refletir sobre o fato de que a pluralidade, entendida como saudável diversidade, dentro de referenciais e sem a negação da verdade, enriquece o conhecimento humano e leva à melhor percepção de nós mesmos, de nosso mundo e de nosso Criador.

Rev. Dr. Augustus Nicodemus Lopes
Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie


FONTE: http://www.mackenzie.br/ano2007000.html

Prof. Luis Cavalcante - http://luis-cavalcante.blogspot.com

Paul Washer - O que é Salvação (Em Dois Minutos)

Association of Biblical Counselors - http://christiancounseling.com

Narth - National Association For Research & Therapy of Homosexuality

The Association of Christian Therapists - www.ACTheals.org

Christian Counseling & Educational Foundation - http://www.ccef.org

Society for Christian Psychology - http://christianpsych.org

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